Conheça um pedacinho do Vietnã em São Paulo

O que mais curto em São Paulo é poder viajar pelo mundo sem sair da capital paulista! WHAT? Isso mesmo! Tem feira alemã, festa chinesa, evento italiano… Tá com vontade de comer um prato da Síria? Você acha! Quer comprar ingredientes árabes? Bingo!

Essa semana fui parar na Ásia! Conheci o restaurante vietnamita Bia Hoi. Morro de vontade de conhecer o país, mas enquanto isso não acontece, a gente vai se familiarizando com a cultura de lá né!

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Restaurante Bia Hoi, inspirado nos botecos do Vietnã (Foto: Renata Telles)

Localizado no coração do centro da cidade, perto da praça Roosevelt, a casa é super intimista e tem charme especial. É inspirado nos botecos de Hanói, capital do Vietnã. No cardápio, criado pela chef Dani Borges, há petiscos tradicionais do país como o Goi Cuon (rolinhos primavera frescos feitos com verduras e ervas enrolados em papel de arroz) e o Cha Ca (cubos de peixe marinados em tamarindo e cúrcuma salteados com dill e amendoim). Eu te digo com todas as letras: prove esse bendito peixe! É uma explosão de sabores!

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Gin, bolinhos de feijão verde com tapioca e peixe marinado em tamarindo (Foto: Renata Telles)

Ainda recomendo os bolinhos de feijão verde com tapioca e molho de pimenta! Eu poderia ficar apenas com os petiscos de tão gostosos, mas decidi provar ainda opções de pratos principais. Como não como carne vermelha e frango, pulei os famosos Thit Kho To (picadinho de filé mignon suíno em molho de leite de coco queimado) e o Hoi An (costelinha de porco marinada em infusão de capim limão) e experimentei o Little Hanoi (berinjela ao leite de coco com cebolas e talos de cebolinha acompanhada de arroz branco).

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Parece até carne ne? Mas é berinjela e tava deliciosa! (Foto: Renata Telles)

Acabou? Não! Porque sou uma formiguinha e não quis sair sem provar as sobremesas! O menu oferece dois doces: Ca Phe Mousse (inspirado no café com leite condensado muito popular no Vietnã) e French Quarter (creme brulée feito de jaca). Confesso que curti mais a compota de fruta, mas vai do gosto de cada um!

 

Curiosidade sobre o nome do restaurante: bia é cerveja em vietnamita (vem do francês bière). Hoi é gás. Bia Hoi quer dizer cerveja fresca, ou seja, chope! O nome também é dado às choperias que vendem o bia hoi no Vietnã.

A carta de bebidas

Bem, levando em conta o significado do nome do restaurante, é claro que a carta de bebidas não poderia decepcionar, certo?  São vários tipos de cervejas e drinks. Fiquei com um dos mais pedidos da casa, o Hanói Gin Tônica (com infusão de capim limão).

Anote aí porque vale a visita!

Bia Hoi

End: Rua Rego Freitas, 516, Vila Buarque/ Terça a Sexta – 12h às 14h30 e 19h às 23h30
Sábado – 12h às 23h30/ Domingo – 12h30 às 17h30

 

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10 dicas de programa para fazer em Gramado

Bateu o friozinho e a gente já pensa logo nos destinos de serra! Fondue, vinho…. (e alguns quilinhos a mais.. rs). É nessa época que bomba Gramado, cidade localizada a 115 km do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Com a chegada do inverno, as baixas temperaturas podem resultar em geadas e até mesmo neve!

Quer conhecer o destino? Separei 10 programas que não podem faltar no seu roteiro!

1 – Lago Negro

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Ok, já te digo logo, o lago é artificial, mas nem por isso perde seu encanto! O lugar é um dos símbolos de Gramado, foi construído depois de um incêndio na área. Caminhe, ande de pedalinho e aproveite para tirar fotos em meio a hortênsias e azaleias!

End: Rua A. J. Renner, s/n, Gramado

2 – Visita à fábrica de chocolate Prawer

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Difícil é não engordar em Gramado

A fábrica da Prawer ocupa uma área de 2.500m² e fabrica o chocolate artesanal mais antigo do país. Me acabei na loja comprando mil e um tipos e na hora da conta, quase infartei… rs É carooo, mas vale a pena sair de lá com uma barrinha! São chocolates deliciosos!!!

As visitas acontecem de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30 e das 14h às 16h. Não é necessário agendar horário. A visita é gratuita e pode ser feita por apenas uma pessoa ou em grupo de no máximo 20 pessoas por vez. A  visita tem duração de 10 minutos em média, com degustação de um produto Prawer.

End: Avenida das Hortênsias, 4100 – Tel: (54) 3286.1580

3 – Rua Torta

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A rua mais fofa de Gramado

Tire um dia para conhecer o centro de Gramado a pé. Caminhe pela famosa Borges de Medeiros (onde há dezenas de lojas e restaurantes) e visite a Rua Emílio Sorgets, mais conhecida como Rua Torta, que lembra a popular Lombard Street, em São Francisco, Califórnia. Ela é uma gracinhaaa e vale chegar até o topo (nada de preguiça hein! Bom pra queimar o chocolate rs)

4 – Mini Mundo

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Otto Höppner, dono do hotel Rita Höppner, começou a montar miniaturas de cidades e paisagens alemãs no jardim de sua casa para os netos brincarem. O trabalho fez tanto sucesso que foi aberto ao público em 1983.

End: Rua Horácio Cardoso, 291 | Tel. (54) 3286-4055 | Aberto diariamente das 9h às 17h

5 – Museu do Automóvel

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Vale a pena visitar o Hollywood Dream Cars! O museu tem relíquias como Cadillac, Lincoln Continental, entre outros clássicos que vão desde os anos 1920 até 1960. Durante o passeio você escuta trilha sonora de Elvis Presley.

End: Av das Hortensias, 4151. Funciona todos os dias, das 8h às 18h

6 – Snowland

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Quer ter o gostinho de pisar na neve? Conheça a primeira pista de esqui indoor das Américas, uma das principais atrações de Gramado. O ingresso do Snowland dá direito a várias atividades, como patinação no gelo, carrinho bate-bate, simulador 7D e pelo menos duas horas na área de neve.

End: Saída de Gramado para Nova Petrópolis – RS 235, 9.009 | Tel: (54) 3295-6000. De segunda a domingo, das 10h às 17h

7- Museu da Moda

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O museu conta a história da moda através de um grande acervo de vestuário feminino, desde a época de Cristo até os dias atuais. Maior nome da alta costura gaúcha, Milka Wolff criou o lugar, que possui 2.500 m² quadrados.

End: Ligação Gramado-Canela, av. Ernani Kroeff Fleck, 1810, Canela | Tel: (54) 3282-1121| Aberto de 2ª a 6ª das 10h às 18h; sábado, domingo e feriado das 10h às 19h

8 – Mundo a Vapor

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Mais um museu imperdível! Nesse aqui você confere réplicas de locomotivas (aliás, a entrada do lugar já chama atenção! Há a remontagem do trágico acidente ferroviário que ocorreu em 1895 na capital da França, Paris. Uma locomotiva em alta velocidade e desgovernada, cruzou a parede e ficou preso a uma altura de 12 metros, sem tocar o chão).

End: Ligação Gramado-Canela, av. D. Luiz Guanella, 1247, Canela | Tel: (54) 3282-1125 | Aberto todos os dias das 9h às 17h

9 – O Reino do Chocolate

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O Reino do Chocolate foi inaugurado em 2008. Ainda na porta, você é recepcionada por um enorme coelho de chocolate (na realidade, o maior do mundo! Já entrou até no Guinness Book, pesa 1.640 quilos e tem 2,95 de altura)

Durante a visita, é possível conhecer um pouquinho da história do chocolate através de um passeio dentro do Reino em uma área de 1,6 mil metros quadrados.

End: Av. das Hortênsias, 5382. Tel: (54) 3286-3588

10 – Bondinho

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Passeio de bondinho (Foto: Parques da Serra)

Bondinhos Aéreos , no Parques da Serra, é uma das grandes atrações da região para conferir o cartão postal da serra gaúcha: a Cascata do Caracol.  O parque possui uma área grande com lojas, lanches e café, embarque dos bondinhos e o Espaço das Esculturas que Falam (80 animais talhados em madeira emitem sons ao serem tocados).

End: Continuação da Estrada do Caracol, Estrada da Ferradura, 699. | Tel: (54) 9205-9810| Aberto diariamente das 7h às 18h.

*Crédito das fotos: GramadoCanela

O blog Melhor com Você também passou por Gramado! Confira mais dicas da cidade aqui!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chile: um passeio encantador pela vinícola Concha Y Toro

O Chile é um dos países mais queridos da América Latina (pelo menos pra mim!). Toda vez que piso em Santiago sou recebida como uma local. Todos os chilenos são muito queridos e solícitos (e olha, não to puxando o saco não. Dos povos mais simpáticos, Chile, Tailândia e Nepal ganham disparado).

Pois bem, tive o privilégio de visitar novamente o país, dessa vez, a convite da Casillero del Diablo (sim, aquele vinho delicioso que tem o desenho de um capetinha gente boa). Fui conhecer os lançamentos da marca e claro, aproveitei pra visitar a vinícola mais famosa do Chile: Concha Y Toro, localizada em Pirque. Foi ali que nasceu o centenário Casillero, além de outros vinhos. Durante o passeio aprendi a diferenciar algumas bebidas, conferi a produção master da marca e fiquei sabendo que os principais shoppers são mulheres! Ou seja, estamos ficando pós-graduadas quando o assunto é vinho

Realizei um tour que durou aproximadamente uma hora e conto aqui como foi a minha experiência. Partiu?

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Nos jardins da mansão da família Concha y Toro. O lugar foi fundado em 1883.

Como chegar

Dá pra ir de metrô –> Pegue a linha 4 – azul escuro – vá até a Estação Las Mercedes. Deixe o local pela saída Concha y Toro Oriente e pegue um dos mini ônibus da vinícola. Ele sai de meia em meia hora, das 9h às 16h30. O bilhete de ida e volta custa CLP $2.000. Você também pode pegar um táxi da estação, cerca de CLP $4.000, ou um ônibus (linhas 73, 80 ou 81).

De carro –> Pegue a rodovia Autopista Vespucio Sur. Vire à direita na saída Salida 39 Departamental Vicuña Mackenna. Siga em frente. Cerca de 5 km depois, a Avenida mudará o nome para Avenida Concha y Toro. Atravesse o Rio Maipo (ponte San Ramon) e vire à direita: você chegou a Avenida Virginia Subercaseaux. A primeira entrada à direita é a vinícola Concha y Toro

Transfer –> Existem muitas agências turísticas que fazem o passeio, na minha passagem pelo país eu conheci a Vem pro Chile. Fui super bem atendida pelo dono, Jorge, e ainda consegui uma promoção para os meus seguidores. Ele faz tour por vários lugares, entre eles, Cajon del Maipo, Baños Colinas, Valparaiso, etc.). Na compra de qualquer passeio, ganhe 15% de desconto! Basta falar no meu nome ou citar o Ela que Ama Viajar.

De carro/transfer a viagem dura mais ou menos uma horinha.

A compra do ingresso

Existem dois tipos de tour, eu escolhi o tradicional, mas ainda existe o Tour Marques de Casa Concha, que inclui degustação de queijos finos.

O passeio

A gente mal chega e já ganha uma taça para as degustações (você pode levar ela pra casa depois). O passeio começa nos jardins (que coisa mais lindaaaa, me senti num filme!), era ali que a família Concha Y Toro passava as férias de verão no fim do século XIX. Você começa andando por toda a área externa, passa pela mansão (no dia que eu fui ela não estava aberta) e circula entre as 26 cepas de uvas viníferas (dá pra provar as frutas!).

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Olha o humilde jardim da família…
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Degustação do primeiro vinho
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A mansão! No dia que eu fui estava fechada, mas dá pra visitar
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As cepas de uva: prove um cachinho, as frutas são deliciosas

Entre uma degustação e outra, você faz ainda uma visita às bodegas, entre elas, a tradicional Casillero del Diablo. O lugar, by the way, já suportou diversos terremotos. É nesse momento que a maior lenda da indústria mundial é contada! As luzes se apagam e você é transportado para o século XIX.

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Visita à adega subterrânea onde nasceu a lenda do el diablo…

A lenda: Don Melchior construiu uma adega subterrânea pra guardar seus melhores vinhos. Entretanto, começou a ser furtado e para afastar ladrões inventou que toda noite o diabo aparecia em sua “caverna”. Desse jeito ele conseguiu salvar suas relíquias… Espertinhoo né! A história ficou famosa e… virou vinho! No fim do passeio, você é levado ao lugar que o el diablo se esconde… Saca só!

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O diabinho camarada no fundo…

O almoço

Acabou? Só se você quiser! Complete o tour com um almoço no restaurante Concha y Toro (não está incluso). O cardápio possui diversas opções (carnes, peixes e pratos veggies), além de uma infinidade de vinhos… Como escolher? Fiquei louca!!! Optei por um rosé ma-ra-vi-lho-so, que infelizmente não tem no Brasil… 🙁

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Minha escolha para o almoço
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No prato principal escolhi salmão com nhoque ao molho de funghi (só de lembrar já me dá fome)

 

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Não deixe de pedir sobremesa: o cheesecake é delicioso

Se valeu a visita? Ir ao Chile e não conhecer a vínicola Concha Y Toro é como viajar a Paris e não ver a Torre Eiffel!

Ficou com dúvidas? Escreve aí que te respondo!

 

 

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Havana: um guia completo pra você se virar na capital cubana

Deixemos a política de lado. Cuba é encantadora, colorida e surpreendente. Estava planejando essa viagem há cinco anos, mas sempre trocava o destino de última hora. Erro meu! Me apaixonei pelo país assim que pisei em em Havana. Saí do aeroporto, fiz sinal para um táxi e entrei em um Cadillac ano 1946. O motorista já foi puxando conversa e me dando dicas da cidade. Enquanto a rádio local tocava reggaeton, ele me dizia o quanto gostava de morar em Cuba. “É seguro aqui!”, me garantia.

Decidi me hospedar em Havana Vieja (parte antiga da cidade). Queria realmente me sentir na Cuba dos anos 1950. Ao chegar no meu hostel, quase caí pra trás. O prédio era tão antigo que tive dúvidas se ele não poderia desabar a qualquer momento. Primeiro engano. As construções, apesar de velhas, eram verdadeiras fortalezas.

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A entrada do hostel… Mas não se assuste, dentro é tudo cuidadinho

Do lado de dentro, tudo novinho e bem cuidado. Abro a porta e sou recepcionada com um abraço pela dona do lugar. Parecia até que eu fazia parte da família dela, um amor e carinho sem igual. Em Cuba você é tratada assim, mesmo que seja uma estranha.

Ao caminhar pelas vielas de Havana, confesso, me senti desprotegida no início. Era como se eu estivesse andando pela Sé, em São Paulo. Pensava: “vou ser assaltada a qualquer momento”. Segundo engano! Como disse o taxista, a cidade não apresenta qualquer perigo! Ande sem medo, de dia ou à noite. Lógico, furtos podem existir se você deixar sua bolsa de lado, por exemplo. Mesmo assim, ao conversar com uma fotógrafa local, ela me contou que certa vez uma alemã havia esquecido sua bolsa numa praça. Duas horas depois, voltou ao local na esperança de encontrá-la. E encontrou! Estava no mesmo lugar, intacta!

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Pelas ruas de Havana

Os dias em Havana são longos, com um lindo por-do-sol às 19h. Saia com roupas frescas e calçado confortável, a temperatura beira 30 graus no mês de março. Prefira andar a pé ou de bike, os táxis são caros. Se precisar pegar um, opte pelo táxi compartilhado (espécie de uber pool). É fácil reconhecer na rua, são os automóveis mais velhinhos… rs

Abaixo, preparei um guia completo pra você curtir Havana!


A moeda

Troque a sua moeda ainda no aeroporto. Em Cuba, os valores são praticamente tabelados, então você não perde dinheiro. Importante: esqueça que o dólar existe (eles cobram uma taxa maior)! Leve euros!!

Existem hoje duas moedas correntes no país: o peso cubano, também chamado de moneda nacional, e o peso conversível, mais conhecido por sua sigla, CUC. Ele é a moeda mais forte, usada em setores específicos, entre eles, o turismo. O CUC tem paridade com o dólar americano (1 pra 1).

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A moeda dos turistas: CUCs cubanos

Já o CUP (peso cubano) é a moeda em que a maioria dos cubanos recebe o seu salário e paga suas contas. A cotação é mais ou menos de 25 CUP para 1 CUC. Nós turistas não podemos usar o CUP, mas se por um acaso algum vendedor quiser trocar com você, tudo bem. É fácil diferenciar as duas moedas, o CUC possui imagens de monumentos turísticos de Cuba enquanto o CUP carrega em suas notas heróis nacionais como José Martí, Camilo Cienfuegos e Che Guevara.


Transporte

O Aeroporto Internacional José Martí é o maior de Cuba e a porta de entrada pra quem chega em Havana. Fica localizado no sul da cidade a cerca de 18 km do centro de Havana.

Ao sair do local, você vai ver dezenas de táxis a sua espera. Prefira os carros mais velhinhos, as viagens saem mais baratas. Eu paguei 25CUC, geralmente os taxistas cobram de 30 a 35 CUCS. Os táxis mais caros são Turistaxi, Transgaviota e Taxi OK.

Quer economizar mais ainda? Pegue um táxi compartilhado, eles são chamados de Las Máquinas e param em pontos específicos (tipo um ônibus mesmo).

–> Você também pode dar um passeio em um carro conversível! Por toda a cidade existem centenas de antigos modelos coloridissimos! É possivel escolher pacotes de 1 ou 2 horas. Na verdade você combina tudo com o motorista. Ele geralmente passa pelos maiores pontos turísticos de Havana. Você vai no carona ou no banco de trás! É caro? Sim, cerca de 30, 40 cucs (40 dolares). Negocie!! Se não quiser gastar essa grana, vá na cara de pau e peça pra tirar somente uma foto.

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Onde se hospedar

Geralmente os turistas ficam entre dois bairros: Havana Vieja, o centro histórico, ou El Vedado, zona mais moderninha e cultural.

Em Havana Vieja eu me senti realmente na Cuba antiga (como escrevi acima) com casas coloridas e carrões antigos. É lá que fica a maior parte das atrações turísticas da cidade, como os  bares La Bodeguita del Medio e Floridita, o Museu da Revolução e o Museu Nacional de Belas Artes. A vantagem de ficar no centro histórico é que você pode fazer tudo a pé. Eu caminhava durante horas e descobria cada cantinho encantador. Sou bem suspeita pra falar, AMEI a parte antiga de Havana. Por sinal, esse bairro é tombado como patrimônio histórico pela Unesco.

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A única coisa que me incomodou em Havana Vieja foram os vendedores. Cada passo que você dá alguém vem te oferecendo algo: passeios, taxis, restaurantes e até massagens (existem muitos garotos de propaganda na cidade). Eu respirava fundo e seguia em frente!

El Vedado é totalmente oposto! É a cidade do “hoje”! Suas ruas são largas, não há muitos turistas por lá e o bairro é cheio de galerias de arte e centros culturais como a Fábrica de Arte Cubano onde acontecem exposições e shows. É bacana pra passear, mas achei longe de tudo. Em Vedado você gasta mais dinheiro de taxi, por isso, optei por Havana Vieja.

Olha, eu até podia te aconselhar a pegar ônibus, mas caraaaa.. sem noção! Eles são lotados o dia TODO. Pensa num bus pior do que os de São Paulo? Não vale o estresse… Como fiquei na parte antiga, quando precisava de um transporte, optava pelo táxi compartilhado.


Hotel, hostel ou casas particulares?

Hotel é a alternativa mais cara e impessoal, então já eliminei de primeira. Aconselho hostel e casas particulares. Mas um adendo: a maioria dos estabelecimentos não tem elevador, tem que subir de escada com a mala. Eu adoro hostel porque se você está sozinha, acaba fazendo amizades em 30 minutos. Acho bem divertido, pra vocês terem uma ideia, conheci uma brasileira e uma inglesa e viajamos juntas para Viñales.

Eu me hospedei no Cuba 58 Hostel, ele fica na Rua Cuba de número 58 (dãaa…. rs). As camas são ok, o café da manhã de tá direito a ovo, pão, café e suco e os banheiros são bem limpinhos. Só tive problema no primeiro dia porque o chuveiro demorou a ter água. Se não me engano, paguei 15 euros por 3 dias em quarto compartilhado. O que mais curti lá foi a recepção. As donas são umas fofas, te ajudam em tudo! Precisa de casa particular em Viñales? Elas arrumam! Taxi? Arrumam! Sugestões de lugares pra comer? Arrumam! E não é aquele tipo de dica falsa, elas não te mandam para um lugar turistão.

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Café da manhã no hostel

Depois que voltei de Viñales (conto em outro post), precisei reservar novamente uma diária no Hostel. Como não tinha vaga, elas me indicaram a casa particular Los Quarteles. Fica na rua do lado, fácil de achar. O lugar é maravilhosooooo se você tem 2 pessoas pra dividir o quarto. Me senti num filme! hahahahaa. Agora se está sozinha, vai pagar mais por um quarto lá… (30 cucs a diária)

Reserve aqui a sua hospedagem em Havana atráves do Booking.com. Você não paga nada a mais e ainda ajuda o blog! Lembrando que a maioria das reservas feitas através do Booking.com podem ser canceladas.


A Internet

Isso é algo bem novo em Cuba, esqueça aquela história de chegar no hostel ou em um café e pedir wifi. Pra navegar, cubanos e turistas precisam comprar um cartão, que vem com login e senha (1 hora = 1cuc). O segundo passo é procurar as praças da cidade que possuem o tal do wifi que vai conectar essa senha… (quando vc vê dezenas de pessoas paradas num lugar, pode ter certeza, ali tem o bendito sinal!). Louco ne! Sem contar que enfrentei 1 hora de fila pra comprar o tal cartão.

Mas olha, vai com paciência. Tenha em mente que você fará um detox porque a internet é lerda demais…. Foi bem difícil atualizar de lá, só conseguia usar o whats app e checar e-mails.


O que ver em Havana

Desde o fim da Revolução Cubana em 1959 e com o embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, o país ficou congelado no tempo.

Plaza de Armas – A praça foi a primeira da cidade, construída no século XVI. Nos fins de semana acontece uma feira de antiguidade.

Plaza de La Revolucion – O principal cartão postal de Havana e um dos símbolos da Revolução Cubana e do regime socialista. É lá que fica a emblemática imagem de Ernesto Che Guevara.  Também há um memorial dedicado a José Martí, criador do Partido Revolucionário Cubano. Como não tem nada pra fazer ali em volta e fica longe, preferi pegar aqueles ônibus turísticos, que passam pelos principais pontos da cidade.

Calle Obispo – nessa rua ficam as duas farmácias antigas de Havana, a Taquechel e a Johnson, da época em que as medicações eram manipuladas. Nas prateleiras há enormes potes de porcelana com medicamentos (eu, idiota, quando passei pela primeira vez, achei que fosse uma loja de decoração e queria comprar um desses vidros… hahahahaha). Na Calle Obispo fica ainda o Café Paris e o bar La Floridita, onde o escritor americano Hemingway tomava seus Daiquirís.

Plaza de la Catedral – Ela é tão linda…. é cheia de edifícios barrocos e claro, possui a Catedral de San Cristóbal de la Habana. Ao redor, ficam as típicas senhoras cubanas, com seus charutos e roupas típicas. Bem espertinhasss, as mulheres cobram 1 cuc pra tirar fotos com elas.

Museu de La Revolución – era o antigo palácio presidencial econta toda a história de Cuba. Não importa se você é comunista ou não, estamos falando de cultura e vale a visita. Não achei o acervo tão grande e organizado, mas é bacana! Só não vá esperando um Louvre… Atrás do museu fica o Memorial Granma. No “quintal” há tanques e aviões de guerra, além de um iate que levou Fidel Castro, Che Guevara e mais 80 combatentes do México para Cuba em 1956 a fim de dar início a fase decisiva da Revolução Cubana.

Capitólio Nacional – Ele foi construído em 1926, época em que a influência americana na ilha era muito grande (Cuba já foi o quintal dos Estados Unidos até acontecer a Revolução Cubana). Hoje o Capitólio é a sede da Biblioteca Nacional e Academia Cubana de Ciências, mas não está aberta a visitações. Ele está fechado há anos por conta de uma obra interminável

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Paseo del Prado – um simpático calçadão arborizado que fica no meio da Avenida Paseo de Martí, que começa no Capitólio e vai até o Malecón.

Malecón – É um calçadão a beira-mar que vai de Habana Vieja até foz do Rio Almendares. Os cubanos adoram se encontrar ali pra passear, pescar… Eu adorava tomar um mojito no fim da tarde por lá e assistir o sunset.

Forte de La Cabaña – Fica ali pertinho do Malecón, mas do outro lado da entrada da cidade. O forte, construído em 1774, protegia a Baía. Dá pra ficar horas andando por lá. Você ainda pode visitar o museu e ter uma vista privilegiada de Havana.


O que comer

Achei as refeições bem parecidas com os cardápios brasileiros. Arroz, feijão, carne, salada.. Mas eles ainda colocam banana na comida (minha mãe fazia isso comigo quando eu era pequena.. Ela deve ter sido cubana na encarnação passada). O prato mais famoso de lá chama-se Roupa Vieja. É um espécie de cozido feito de carne de porco e molho de tomate.

Recomendo comer nos paladares. Comida boa, caseira e barata (dependendo do lugar). Como virou modinha, alguns já tem preço de restaurante 5 estrelas… rs

Tem o La Guarida, que apareceu no filme Morango e Chocolate, mas de tão famoso, ficou caro e você precisa reservar, o Los Mercaderes (um pouquinho mais em conta) e o Los Nardos (melhor opção custo/benefício). Mas são milhares de opções por toda a cidade!

Eu confesso que o meu restaurante queridinho não é um Paladar. Fica ao lado do Cuba 58 Hostel e matou minha fome várias vezes… rs O Bar Máximo é sensacional! Comida de primeira e drinks deliciosos. Preço honesto! Eu não como carne vermelha e nem frango, então me fartei no camarão! hummmmm….

Existem dois lugares bem tradicionais e históricos em Havana, entretanto, não comi lá. Ouvi de muitas pessoas que a comida e bebida já não é tão gostosa como antes. Os bares são muito turísticos, você precisa brigar por um drink… hahahaha Por isso, desisti e só fiz algumas fotos. São eles: La Bodeguita (famoso por ter sido frequentado por Ernest Hemingway, Fidel Castro e Nat King Cole) e El Floridita (também conhecido porque er ali que Hemingway tomava seus daiquirís. Dizem, é o melhor daiquirí de Cuba….)

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Em frente ao famoso El Floridita

Curtiu? Tem mais alguma dúvida? Me escreva que te ajudo!

Mais sobre Cuba:

O que fazer em Cayo Largo

Como chegar em Cayo Largo

Cuba: o que fazer em Cayo Largo

Cayo Largo (ou Cayo Largo del Sul) é uma pequena ilha do Caribe e para chegar até lá, só de avião. São apenas 30 minutos no ar saindo de Havana (clique aqui para saber mais). A recepção no pequeno aeroporto Vilo Acuña é animada. Enquanto você espera sua mala na esteira, há a apresentação de um grupo de salsa. Confesso que estava morrendo de sono (era 7h da matina) e só queria entrar no transfer e dar de cara com aquele mar cristalino!

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Playa Sirena

Fiquei três dias na ilha e sinceramente não recomendo menos tempo. Prepare-se para fazer absolutamente NA-DA! O destino serve pra isso, relaxar, dar uma caminhada, se bronzear, comer, dormir, ler…. eu posso dizer que realmente consegui desacelerar nesse lugar! Minha terapia sem rivotril!

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Ler, comer, mergulhar, dormir… Relaxe em Cayo Largo

A praia em frente ao hotel

No primeiro dia aproveite pra dar uma reconhecida no local. Circule pelo resort (só há opções de resorts, sem casas de família), se delicie com uma piña colada (comidas e bebidas inclusas no pacote) e dê um mergulho na praia localizada em frente ao hotel. Há espreguiçadeiras e guarda-sol for free!

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Espreguiçadeiras em frente ao resort (Foto: Renata Telles)

Eu me hospedei no Pelicano. As diárias vão de 250 até 1000 e pouco reais dependendo do quarto escolhido. Eu fui no mais simples e curti (espaço grande, ar condicionado)!

Convenhamos: você vai passar o dia todo fora, na praia, pra que pagar caro num quarto? Hellooooo!

Os resorts são todos bem parecidos em relação à estrutura e atendimento. São antigos, precisando de reforma. A comida não é tão legal, é pesada e gordurosa, mas vai de gosto ne! (lembra muito a de cruzeiro…🤢). Reservei meu quarto pelo site Logitravel (bom porque parcela em 1000 vezes!)

Ilha das Iguanas

Na manhã seguinte, já relaxada, marque um passeio de catamarã (95 cucs – você compra direto no resort). Durante a programação é possível fazer snorkeling (no dia que fui o  mar estava mexendo muito..) e conhecer a Ilha das Iguanas!

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Ilha das Iguanas (Foto: Renata Telles)

Genteeee é a coisa mais linda do universo! Como o nome já diz, o lugar é lotado de iguanas! Tive até que tomar cuidado pra não o tropeçar em um bichinho rs. Lá não há quiosques, comida ou qualquer estrutura. Apenas os répteis e, sim, eles são donos de tudo! Por isso é necessário cuidado e respeito! Nada de tocá-los ou alimentá-los!

Lembre-se: nós somos os intrusos ali!

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O passeio dura o dia todo e inclui almoço. Como não curto lagosta, fiquei no ovo mesmo.. rs

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Meu almoço… Mas também tinha lagosta

Playa Sirena 

O terceiro e último dia pode ser uma ótima opção pra caminhar pelas praias Sirena e Paraiso. Foi o que eu fiz! 🙂 A Sirena tem cerca de dois quilômetros, possui muitas palmeiras e nenhum resort por perto. O mar turquesa é calmoo (quase uma piscina) e nas areias há restaurante, bar e lojinha de artesanato. Pra chegar até lá você tem duas opções: pagar 5 cucs no transfer do hotel ou 2 cucs em um taxi (obviamente, escolhi a segunda opção).

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A vontade é de ficar pra sempre no mar

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Playa Paraiso

De lá você pode pegar um novo taxi até a praia Paraiso (5 minutos de carro) ou ir andando… Eu preferi caminhar. O percurso dura uma horinha, mas você vai parando pra tirar fotos, dar um mergulho… recomendo a experiência.

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No caminho pra Playa Paraiso

Essa praia é naturalista, o que quer dizer que você pode dar de cara com nudistas. Eu ainda fico meio constrangida com isso, não consigo me acostumar e nem tirar a minha roupa… rs  O uso de trajes de banho ali é opcional, então eu não estava infringindo nenhuma lei…

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Olha esse mar! Não precisa nem de filtro ne

O mar é mais movimentado que a Sirena, por isso, tome cuidado! Haaaa e fique atento para ver estrelas do mar, tartarugas marinhas e diferentes espécies de peixes… Só pra você ter uma ideia, a Playa Paraiso foi considerada a quarta melhor do mundo pelo Tripadvisor no ano de 2016. Não é pouca coisa não ne?!

 

P.S: Recomendo levar uma mochila com água e lanche se for fazer a caminhada entre Sirena e Parayso!

Quando ir à ilha

A alta temporada vai de dezembro a março (ou seja, preços mais altos), por outro lado, é a melhor época pra visitar Cayo Largo. A temperatura beira 30 graus e à noite rola um ventinho frio. Se você for mais pro meio do ano (julho ou agosto), o calor estará duas vezes mais infernal.

Bom saber: o período de furacões vai de junho a outubro.

Mais sobre Cuba:

Como chegar em Cayo Largo

Um guia completo pra você curtir Havana

 

 

 

 

WTM: Quatro destinos exóticos pra conhecer (quebre o preconceito e boa viagem!)

Que tal conhecer novos destinos? Sair do óbvio? Essa semana participei do World Travel Market (WTM), principal evento mundial do setor de viagens e turismo da América Latina, que aconteceu na Expo Center Norte, em São Paulo.

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Estande da Etiópia na WTM (Divulgação WTM)

Em três dias de feira, a capital paulista recebeu 600 expositores que representaram 50 países! A minha ideia era buscar lugares que eu jamais pensei em visitar. França, Itália, Estados Unidos e México, por exemplo, são destinos bacanas? Sim, claro, mas existem tantas outras centenas de opções pra gente conhecer, se surpreender e… quebrar preconceito!

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Ebru: a arte turca também estava presente no evento (Foto: Divulgação WTM)

Depois de caminhar por horas, escolhi quatro destinos pra entrar na minha lista de desejos!

Taiwan – Confesso que quando falam nesse país já penso: “haaa é onde fabricam todos os cacarecos que compramos na 25 de março! hahahahha (olha o preconceitooooo!). Conversei com o pessoal da embaixada e descobri TANTA coisa legal pra fazer por lá! Visitar o Sun Moon Lake (maior lago do país), conhecer a Lalu Island, templos incríveis, museus, o Taroko National Park, e até rodar Taiwan de bike (deixo essa opção para os atletas)… rs

Iran – Tá, agora vocês estão achando que estou maluca né? Nada disso!! O país oferece turismo de aventura, safári, passeios pelo deserto, mesquitas e palácios fabulosos (como o Golestan Palace – nomeado pela UNESCO como Patrimônio Mundial), e…. é super seguro para as mulheres que curtem viajar sozinhas!

Palestina – o país berço da civilização traz lugares históricos, antigos mercados, aldeias, pratos típicos como o shawarma, falafel, entre outros… Não precisa ser apenas uma viagem religiosa (e no meu caso, iria achar boring), você consegue criar um roteiro que inclui aventura, cultura, gastronomia… (e de quebra juntar Israel na mesma trip). Fiquei bem interessada em conhecer esse outro lado.

Azerbaijão – O país, que foi parte da antiga União Soviética, é uma terra de contrastes. De um lado, na cosmopolita capital, Baku, há arranha-céus, carros milionários, lojas de grife e avenidas em estilo art nouveau que faz lembrar parte de Paris. De outro, fica a cidade velha (centro histórico), patrimônio da Unesco, com aldeias, muralhas de pedras e palácios. Tenho curiosidade de conhecer essa mistura….

E você, se tivesse que escolher entre esses quatro destinos, qual optaria? Tem algum destino exótico que sonha visitar? Conta aí!!