Gente que é louca por… produtos inspirados em viagens

Quem é louca por viagem (como eu!) não se contenta somente em rodar o mundo. A gente quer trazer na mala a bandeira do país, o ímã de geladeira, a almofada personalizada… Eu chegava até a guardar ingressos de museus e bilhetes aéreos. Depois de muitas trips e um baú cheio de papel, me perguntei: pra quê?

Aos poucos fui aprendendo que menos é mais! Vou de mochila e volto com… uma mochila! Sem milhões de sacolas e presentes, apenas compro o que realmente amei! O único exagero que cometo é tirar 10.758 fotos 🙂

Entretanto…. preciso admitir que ainda mantenho um vício. Sou a-pai-xo-na-da por produtos inspirados em viagens. A decoração da minha casa é toda temática: de mapa mundi na parede a um saleiro em forma de mulher muçulmana…

Por isso, esse cantinho Moda pra viagem será para falar sobre esses produtinhos que nos enlouquecem! Separei 4 itens fofos (e super úteis) para as nossas trips!

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1 – Kit de embalagens sustentáveis (bom pra guardar as calcinhas, calçados, roupa suja)Simple Organic. R$35

2 – Tag de bagagem – AliExpress. R$2,09

3 – Tag de bagagem divertida (legal pra lembrar do nosso cartão de crédito e maneirar na hora de gastar.. rsrs)Submarino. R$12,50

4 – Bolsa de viagem – Imaginarium. R$399,90

Nota: Este NÃO É um publieditorial/post patrocinado.
Para saber sobre produtos, entre outras informações, clique sobre seus respectivos nomes.

Como foi mochilar durante um mês pela Índia: o choque de realidade, as roubadas e a transformação espiritual

Quando decidi viajar me perguntaram: mas logo a Índia? Por quê? E a resposta a todos foi a mesma: “por quê não?”. Deixei preconceitos de lado e me despi da vaidade assim que pisei no aeroporto internacional Indira Gandhi em Delhi, capital do país. O primeiro dia, confesso, foi assustador.

Leprosos pediam dinheiro no sinal, crianças imploravam por comida e a cidade cheirava mal de tanta sujeira, fezes de animais e poluição.

Entretanto, depois de 24 horas eu já circulava normalmente em meio a vacas, macaquinhos, tuk tuks (triciclos que funcionam como táxis), carroças, ônibus, bicicletas, buzinas ensurdecedoras e um calor escaldante (que beirava os 40). Vi a harmonia em meio ao caos, a riqueza do passado e a pobreza do presente. Os palácios suntuosos, as mesquitas, os templos budistas e hindus rodeados por barracos e casas aos pedaços.

Fiquei dois dias em Delhi e conheci os principais pontos. Preferi contratar uma agência de turismo local, que incluía motorista e guia. É a melhor forma de evitar estresses e não ser passada para trás.

Os serviços dos hotéis também são confiáveis e a diferença de preço não é grande. Visitei a linda Jami Masjid, a maior mesquita da Índia, o complexo Qutub Minar, o Templo de Lótus e o Red Fort (Lal Qila), símbolo da nacionalidade indiana. Me emocionei no Raj Gha, o Memorial do Mahatma Gandhi, e conheci a sua casa. Ali o maior líder político e espiritual do país foi assassinado em 1948.

Depois de um longo dia de passeio, me preparei psicologicamente para embarcar na primeira viagem de trem. A estação ferroviária de Delhi dá medo. Milhares de plataformas, pouca informação e muita gente se esbarrando. Não basta ficar ligada no painel, é preciso confirmar seu trem na bilheteria. Quase sempre há problemas e atrasos.

Comprei bilhetes de segunda classe (a primeira custa o dobro do preço e não possui grandes diferenças). Você divide o vagão com três pessoas e tem direito a travesseiro e coberta. Nada luxuoso e muito confortável ou limpo, porém, mais seguro do que a sleeper class, área popular do trem. Dormi na companhia de uma familia indiana (ufa!) que adorava comer pepino cru com sal, aliás, mania nacional (a qual eu não aderi).

Não se assuste com os banheiros, eles não tem vaso sanitário, somente um buraco no chão (e haja equilibrio!). Foram 10 longas horas até chegar na manhã seguinte em Varanasi, a cidade mais sagrada da Índia.

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Rio Ganges em Varanasi (Foto: Renata Telles)

Santificada pela onipresença de Shiva e pelo famoso Rio Ganges, Varanasi respira religião. A todo momento é possível ver cerimônias e ritos de passagem pelos ghats (escadarias) às margens do sagrado rio. Os indianos se banham, lavam roupas e jogam restos mortais na água – totalmente suja. É como se você mergulhasse no Rio Tietê. Perguntei a um morador se ele não tinha medo de contrair uma doença. “Todos os dias nadamos e bebemos água daqui. Nunca ninguém morreu, é o milagre de Shiva”, afirmou.

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Moradores lavam roupas no Ganges…. (Foto: Renata Telles)
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Eles também tomam banho ali… mesmo lugar onde corpos são jogados (Foto: Renata Telles)

Não entrei no rio, mas preciso admitir que a cidade emana energia. Vi o nascer do sol de um barquinho no meio do Ganges e percorri a pé as ruazinhas de Varanasi. Experimentei o tradicional Chai (chá com leite e pimenta), fiz tatuagem de henna na casa de uma jovem indiana e me rendi a medicina ayurvédica. Eu já me considerava uma indiana, quer dizer, quase… Alguns cuidados não deixava de lado: escovava os dentes com água mineral, só comprava líquidos com lacre e passava longe de barraquinhas e restaurantes duvidosos. Na bolsa, álcool gel, bananas e barras de cereais. Não é exagero, acredite! Durante a viagem me deparei com diversos gringos pálidos que abusaram dos temperos de rua e tiveram diarréia. Posso garantir que saí ilesa da Índia! Não precisei usar nenhum remédio da minha farmácia.

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Tatuagem de henna na “casa” de uma moradora em Varanasi. Era apenas um cômodo sem banheiro e sem luz!

O incrível Taj Mahal

Após dois dias peguei um avião para Khajuraho onde conheci o Templo do Kama Sutra. Viajei na mesma tarde de trem até chegar em Agra para conhecer o famoso Taj Mahal. Qualquer fotografia não traduz a beleza daquele lugar. Contemplei o monumento por quatro horas e acompanhei de perto uma linda história de amor. O imperador Shah Jahan construiu o túmulo em memória da esposa favorita, Mumtaz Mahal, que morreu em 1631. Cerca de 20 mil operários trabalharam por 12 anos até finalizá-lo em 1643.

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Taj Mahal – quatros horas de contemplação

O lugar é limpíssimo, super conservado e com forte esquema de segurança. No fim da tarde as filas são gigantes, por isso, o ideal é visitá-lo no nascer do sol ou por volta das 14h (o horário que escolhi).

Próxima parada: Jaipur, no estado do Rajastão. Viajei de carro cerca de quatro horas até o deserto da Índia. Conhecida como a cidade rosada (todas as casinhas são rosas), Jaipur guarda o magnífico Amber Fort, parada obrigatória. Para chegar no alto do palácio é preciso pegar a “carona” de um elefante. No trânsito, além de vacas e macacos, agora era possível cruzar com camelos.

O melhor mesmo é manter os olhos fechados enquanto estiver dentro de um automóvel ou certamente você terá um AVC. Não existe mão e contra-mão e as ultrapassagens arrepiam! Por incrível que pareça, não vi nenhum acidente!

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Celebração para Shiva em Rishikesh (Foto: Renata Telles)

Paz e meditação

Esqueça o barulho dos carros, os pedintes e as centenas de indianos que rodeiam os turistas com produtos de artesanato. Em Dharamshala até o cheiro é agradável. Uma cidadezinha localizada no estado de Himachal Pradesh, norte da India. O calor infernal deu lugar ao clima das montanhas do Himalaia. Nas ruazinhas, monges simpáticos de olhinhos puxados. Em Dharamshala estão instalados o líder religioso Dalai Lama e o governo do Tibet em exílio. Aproveitei para me aprofundar na cultura tibetana, conhecer o Mosteiro Namgyal e passar pela casa do Dalai Lama (não aberta à visitação). A região sem dúvida é uma das mais agradáveis da Índia assim como Rishikesh, a capital mundial da Yoga e ponto inicial do Rio Ganges (a água é cristalina).

 

Em cada esquina existe uma escola ou ashram à sua escolha. O mais popular fica na beira do rio e chama-se Parmarth Niketan. Eu escolhi o Swami Rama Sadhaka Grama e não me arrependo. Entretanto, é preciso ter disciplina, acordar as 5h, meditar, seguir a cartilha do lugar, ajudar na cozinha, entre outras atividades (lá eles cobram a diária de 35 dólares).

É impossível não lembrar de Julia Roberts no filme Comer, Rezar e Amar. Diferentemente da personagem, eu não consegui ficar vários dias no ashram. Minha barriga roncava a cada meditação e preferi trocar o retiro por um hotel confortável onde pude comer muffins deliciosos de chocolate.

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Café da manhã no Ashram (Foto: Renata Telles)

Andei a pé em Rishikesh, molhei os pés no Ganges (sim, é possível até nadar sem preocupações com sujeira, mas não vá beber a água) e passei tardes no Little Buddha Café, onde tomei o melhor Chai. Depois de viajar por nove cidades (ainda visitei o Golden Temple em Amritsar e acompanhei a peregrinação de fieis hindus em Haridwar), constatei que aprendi tanto em tão pouco tempo que tudo valeu a pena e nada do que havia lido em livros me preparou para o que vi e vivi.

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Golden Temple, construído em 1574 (Foto: Renata Telles)

 

Já ouviu falar da Rota do Whisky na Escócia? Saiba tudo sobre a trip!

Eu adoro visitar vinícolas pelo mundo (mesmo quando algumas delas são furadas.. rs), mas fiquei bem curiosa quando recebi esse roteiro sobre a Rota do Whisky na Escócia! Oi???

Apesar de não ser amante da bebida, eu me aventuraria super nessa trip. Rica em história e paisagens pitorescas, a Escócia guarda também a produção do whisky mais tradicional do mundo, com cinco regiões produtoras: Campbeltown, Highlands, Lowlands, Speyside e Islay. São mais de 100 destilarias em funcionamento em todo o país, com cerca de 40 delas concentradas em Speyside. A viagem ainda inclui passagem por Edimburgo, visitas a seis destilarias, passeios a castelos, entre outros..

A Snew Travel realiza o roteiro regularmente e compartilha com a gente algumas dicas! Quem se anima?

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Castelo de Ballindalloch (Foto: Visit Scotland)

Speyside 

Onde se hospedar – Com chegada pelo aeroporto de Inverness, capital da famosa região das Highlands, uma boa opção é se hospedar em Elgin, cidade bem localizada para explorar Speyside.

Destilarias – Visite a Strathisla, conhecida como “a Casa de Chivas”, Glenfiddich, que por muitos anos foi a marca de single malts mais vendida em todo mundo, Glen Moray, pioneira na maturação em barris que já tiveram outras bebidas, Macallan, considerada por muitos o Rolls Royce dos single malts escoceses por sua elegância e sabor marcante, Cardhu, que destina cerca de 75% de sua produção para a linha Johnnie Walker, e Glenlivet, detentora do título de marca mais vendida de single malts em todo o mundo e conhecida por sabores suaves e florais.

Entre um gole e outro, também dá pra conhecer o Knockando Wool Mill, um antigo moinho de lã que produz os tradicionais tecidos na estampa Tartan da Escócia, e o castelo de Ballindalloch, rico em história e jardins floridos.

 

Edimburgo

Onde se hospedar – São aproximadamente 3 horas e meia entre Speyside e a capital da Escócia. Vale esticar até lá! Uma boa pedida é hospedar-se na Royal Mile, principal via do centro histórico da cidade, conhecido como Old Town. A região preserva os aspectos da vila medieval que foi um dia (imaginaaa se sentir em um filme antigo?!!♥)

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Igreja de St. Gilles (Foto: Visit Scotland)

O que ver – De Royal Mile, é possível explorar a pé as maiores atrações da cidade: Igreja de St. Gilles, Castelo de Edimburgo e Scotch Whisky Experience (atração imperdível para quem está traçando a rota do whisky).

Tem mais!! Aguenta mais uma dose? Aproveite os pubs da cidade. O The White Hart Inn, é o mais antigo da cidade (aberto desde 1516!!), ou o The Last Drop Pub, ambos localizados no Grassmarket.

New Town, considerada uma obra-prima de planejamento urbano, também não pode ficar fora de seu roteiro. Lá você pode explorar lojas, parques e construções em estilo neoclássico. Há, ainda, o Scott Monument, um tributo ao mais famoso autor escocês, Sir Walter Scott (1771-1832), que é uma torre em estilo gótico vitoriano, com 60,9 metros de altura (o maior do mundo em homenagem a um escritor).

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Scott Monument (Foto: Expedia)

A viagem acontece em setembro!!

Roteiro do vinho em São Roque, vale mesmo a pena?

Finalmente conheci a tão famosa cidade de São Roque, interior de São Paulo. Sempre ouvi muitas pessoas falando que eu precisava fazer esse passeio, provar os vinhos, visitar as vinícolas… Do jeito que me contavam, imagina campos de uvas lindíssimos como os que vi em Napa Valley, na Califórnia, provas generosas de vinho e explicações de enólogos… Mas não foi bem isso que eu encontrei… Se você, assim como eu, esperava conhecer um lugar nos moldes da Toscana, é melhor parar de ler este post por aqui….

Ou… você pode se conformar… e adaptar essa trip em um divertido programa gastronômico. Assim como eu fiz! Bora lá!

Saí por volta das 7h de um domingo e fechei passeio com uma empresa que disponibilizava ônibus ida e volta. Para quem prefere ir de carro, a viagem dura em média 1 hora (saindo de SP).

Meu passeio incluía visitação em seis vinícolas, as principais da cidade, entretanto, existem dezenas por lá e quem for de carro tem a possibilidade de explorar outros locais. Ao chegar nas vinícolas, descobri que elas, na verdade, eram adegas! Fui logo perguntando a um funcionário: “Onde ficam os campos de uva?”. “Haaa moça, não ficam aqui dentro, em média, a uns 3km daqui, mas você não consegue visitar”, ele me disse.

Pronto. Meu mundo caiu! rs Ok, já estava ali. Então, vamos experimentar os vinhos nas adegas, certo? Não sei se era o dia, se é sempre cheio, mas os balcões estavam abarrotados de gente e você precisava se enfiar entre as pessoas para chegar ao vendedor e pedir uma provinha (bem “inha'” mesmo)… Entre tanto tumulto, era quase impossível prestar atenção na explicação (superficial) do funcionário. “É suave… é seco… esse tem frutas…”. Tá bem, me dá o seco! E ele vinha com aquele copinho de plástico de cafezinho, pingava “10 gotas” e me dava! (Cheguei a olhar em volta e me perguntar: onde estão as câmeras? Só podia ser pegadinha… hahahaha). Esperava no mínimo uma taça de vidro e pelo menos três dedos de vinho para que realmente pudesse experimentar a bebida.

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Villa Don Patto – cheguei primeiro no balcão para fotografar    antes da multidão… rs Mas precisei ser rápida

Depois da primeira adega, vi que todas as outras iam ser assim também. Beleza. Não vamos nos estressar né? A gente aproveita o que tem e foi isso que fiz! Na primeira parada, Vila Don Patto, conheci seu tradicional pão de alho molhado no azeite. Delicioso! (e claro, comprei um inteiro pra levar). Os vinhos não curti tanto, mas nem vou entrar no mérito porque cada pessoa tem um paladar. O ruim pra mim pode ser ótimo pra você ou vice-versa.

Outra adega que destaco é a Quinta do Olivardo. Que gracinha de lugar! Com uma gastronomia inspirada em tradicionais receitas da Ilha da Madeira, em Portugal, da cozinha saem bolinhos de bacalhau, com casquinha crocante e textura cremosa (tem queijo canastra dentro!!! É de comer rezando! ).  Os visitantes contam ainda com uma pequena fábrica de pasteis de nata (Belém), além de um cafezinho passado em coador de pano, preparado em um fogão a lenha.

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Quinta do Olivardo – o melhor restaurante
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Quinta do Olivardo – pasteis de belém, leitão, vinho…
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O famoso bolinho de bacalhau com queijo canastra. Prove! Prove!

Já a Góes, uma das maiores e mais tradicionais, está no mercado desde 1938, e mantém sua loja instalada em uma área de 400 m2. Queijos, geleias, vinhos, artesanato, tudo muito bonitinho e gostoso! Essa sim possui visitas guiadas às suas vinícolas (o ideal é que você ligue antes para marcar!).

Na Bella Aurora, não saia sem degustar suas cachaças. Tem todossss os sabores que você possa imaginar! Olha só!

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Bella Aurora: cachaças de gengibre, uva verde, maracujá, menta, tangerina, chocolate, entre outras

E foi na Bella Aurora que pude matar um pouquinho da minha vontade de pisar em um vinhedo.. Mas como não estamos na época de uvas, ele estava assim ó…

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Vinhedo da Bella Aurora: sem uvas

Mas deu pra fingir melhor aqui… rs

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Vinhedo Bella Aurora
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Simpática lojinha na Bella Aurora

No fim, colocando na balança, curti sim o passeio! Conheci um pouquinho da história de cada vinícola (alguns possuem uma pequena sala “museu”como a Canguera), mesmo não vendo os lindíssimos campos de uva… Voltei pra casa com 4 garrafas de vinho, queijos temperados, geleia de mexerica (tangerina) e o pão de alho (Viva a gordice! rs)

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Salinha “museu” da vinícola Canguera, criada em 1950

Todas as vinícolas possuem restaurantes com fartos cardápios. Em média duas pessoas gastam R$110 para almoçar. Eu indico a Quinta do Olivardo, gastronomia portuguesa de primeira! ♥

 

 

 

 

 

 

 

Sem passaporte? Conheça países para viajar somente com seu RG

Essa semana a gente quase infartou quando soube que a Polícia Federal suspendeu, por tempo indeterminado, a emissão de novos passaportes em todo o país. Quem estava com planos de viajar para os Estados Unidos ou Europa, por exemplo, precisou repensar na trip. Mas calma, nem tudo está perdido! Existem ótimas opções de lugares para conhecer usando apenas o nosso RG! Separei meus 6 países favoritos!

Argentina – Bem do nosso ladinho, nossos hermanos oferecem cidades históricas, vinícolas encantadoras e  boa gastronomia. Buenos Aires, Mendonza, Patagônia… São passeios para todos os gostos e bolsos (além de ser super em conta!). Lembro que uma vez consegui comprar uma passagem aérea de R$200 reais. Mais barato que ir ao Rio de Janeiro.

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As vinícolas de Mendonza

Uruguai – Sou apaixonada por esse destino! Montevidéu, Punta, Colônia Del Sacramento e toda a costa passando por paraísos como Punta Del Diablo e Cabo Polônio… Vale a pena alugar um carro e passar por todas essas cidades. O país é pequeno, barato e hospitaleiro.

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Casapueblo: parada obrigatório em Punta Ballena

Chile – Você vai se surpreender com esse destino. De praia à neve, com vistas paradisíacas. Eu aluguei um carro e fui conhecer Cajon Del Maipo, um espetáculo da natureza pertinho de Santiago com direito a banhos termais. Olha essa foto abaixo!! Te convenci?

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Cajon Del Maipo: surpreenda-se com o lugar

Venezuela – Que tal conhecer Los Roques? Situado a aproximadamente 170 quilômetros da costa do país, em pleno mar do Caribe, o arquipélago possui cerca 50 ilhas e uma infinidade de atrativos!

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Dias de descanso nesse paraíso na Venezuela… Que tal?

Peru – De floresta ao deserto, a diversidade geográfica é imensa! Passe pela capital Lima, visite Cusco e claro, Machu Picchu, o destino mais procurado pelos turistas. É quase uma viagem espiritual, você volta outra pessoa 🙂

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Machu Picchu: destino mais procurado no Peru

Colômbia – Faça a dobradinha Cartagena das Índias + San Andres! Você vai pirar com as praias e a cidadezinha histórica super colorida. Serão dias de descanso e aprendizado!

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Todo o colorido de Cartagena

Ainda há opções de visitar Equador, Paraguai e óbvio, lugares incríveis dentro do Brasil, como por exemplo, a Amazônia. Voltei de lá recentemente e me surpreendi com o “pulmão do mundo”. Mais pra frente coloco um post completo da viagem!

 

 

 

 

 

Fuja do roteiro “turistão” de NY! Confira dicas de lugares nada óbvios na Big Apple

Empires States? Estátua da Liberdade? Pra que enfrentar horas de fila para conhecer lugares tão batidos? Nova York reserva um mundo de possibilidades! Confira a listinha abaixo e mude seu roteiro!

Chelsea Market –  Visite o complexo gastronômico, localizado no bairro do Chelsea. Ele possui várias lojas onde você encontra vinhos, queijos, pães, acessorios de cozinha, confeitaria, gelatos e restaurantes… Eu souuuu muito apaixonada pelo mercado e sempre que estou na cidade dou uma passadinha!

Adoro os doces, as massas e os azeites trufados e de manjericão de lá! Vale super a visita! Antes de virar mercado, funcionou ali na década de 1950 a fábrica de biscoitos Nabisco – National Biscoit Company, que produz o famoso biscoito Oreo. 

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Doces do Chelsea Market

High Line – Ali pertinho do Chelsea Market localiza-se o parque suspenso de aproximadamente 2,5 km construído em 2009 em uma via férrea elevada de Nova York.  Ele fica a 8 metros de altura e atravessa 3 regiões (Meatpacking, West Chelsea e Midtown West).

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High Line (o parque suspenso de NY)

Metropolitan Museum of Art – Gosta de museu? Não? Mas esse você precisa conhecer! O Met é um dos maiores e mais importantes do mundo! Fundado em 1870 e inaugurado ao público em 1872, ele possui coleção de pinturas europeias, obras da arte antiga e oriental, além de galerias com foco na arte africana, asiática, oceânica e islâmica. Ele tb tem um espaço dedicado a exposições de moda (que amoooo demais!). Nessa edição, eles destacam o trabalho da estilista japonesa Rei Kawakubo, da grife Comme des Garçons, com 150 looks!

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Escadaria do Met

Central Park – Ok, você vai querer fazer a famosa foto no memorial Strawberry Fields, dedicado ao cantor John Lennon. Tudo bem! Sem problemas! Mas depois, se perca no parque, faça um piquenique, conheça o Bethesda Terrace (que te dá uma vista linda do parque) e o castelo Belvedere. Ande sem pressa e curta o momento like a new yorker!

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Central Park

Rockefeller Center – Quer ver a Big Apple do alto? Esqueça o Empire States e vá ao topo do Rockefeller. Você pode comprar ingresso que te dá direito a 2 visitas no dia (de manhã e no pôr-do-sol – lindíssimooo!) Sente a vista abaixo! 😍

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Vista da Big Apple (Foto: Time Out)

Brooklyn Bridge –  Vale a pena gastar um dia e conhecer o outro lado da cidade. Alugue uma bike, pegue um metrô ou atravesse a ponte a pé. É uma caminhada gostosa de 2km e vc faz cada clique lindo! No fim da ponte você encontra um arco-íris com pote de ouro! Brinks! 😬 Na verdade você praticamente dá de cara com o Brooklyn Bridge Park. Basta andar 10 minutinhos. Aí, é sentar na grama verdinha e se deliciar com um gelato! (visite a Brooklyn Ice Factory!)

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Brooklyn Bridge

Brooklyn Bridge Park – Quem estiver em NY até o dia 1 de setembro pode conferir a instalação Descension, do artista plástico indiano Anish Kapoor. Com cerca de 8 metros de diâmetro, a piscina giratória é cercada por um corrimão, convidando o público a olhar suas profundezas… Essa obra já rodou o mundo e é a primeira vez na America do Norte. Amazing pic by @nyclovesnyc. 

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Obra do plástico indiano Anish Kapoor (Foto: nyclovesnyc)
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Brooklyn Bridge Park

No verão os parques de NY possuem uma programação incrível de atividades culturais, festivais, shows e se você vai viajar pra lá nessa época não deixe de conferir a programação. Lembro que assisti ao show da Janelle Monroe “di gratis”

🚫Atenção: nada de comprar uma breja e abrir no parque. Em NY, é proibido consumir bebidas alcóolicas em lugares públicos! Mas os americanos costumam adotar um jeitinho brasileiro… eles colocam as garrafas dentro de um saco de pão. Entretanto, você ainda corre o risco de ser pego!

No Brooklyn, a pedida é o Charleston! Sério, melhor dica ever!! Durante o happy hour, na compra de qualquer chopp vc ganha uma pizza! Ok, não vá achando que o prato é feito por um chef italiano. Tenha em mente que é uma pizza americana, mas de graça tá valendo! 😂 E depois que o happy hour acaba eles cobram apenas 1 dolar por cada redonda ❤ O bar é bem no estilo rock n roll e no porão rolam vários shows. Eu, claro, preferi ficar no balcão comendo inúmeras pizzas depois de bater perna pelo bairro o dia todo! End: 174 Bedford Ave – Brooklyn

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A pizza free do Charleston

Williamsburg – Passear a pé por esse bairro é delicioso! Além de lojinhas super cool (você encontra marcas diferentes e foge do fast fashion de Manhattan) e restaurantes de TODOS os tipos, no fim de semana rola feirinha de rua com diferentes artistas e estilistas… Pontos chaves: entre as ruas 11 e Metropolitan Avenue (norte e sul), e entre Bedford Avenue e Kent Street (leste e oeste).

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Arte de rua

Surf Bar – Andando pelas ruas do Brooklyn descobri o @surfbarbrooklyn . Por um instante achei até que estivesse no Havaí! 😜. A casa é especializada em comidinhas da praia (sea food) e drinks refrescantes como a famosa piña colada e mojito. Tudooo é no mood praiano! E vc literalmente coloca o pé na areia. End: 139 N 6th, Brooklyn 11249

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Surf Bar (Foto: Divulgação)

Conheça a nova padaria de Olivier Anquier no centro de São Paulo

Para quem curte uma boa padoca (especialmente em São Paulo) a dica é visitar o Mundo Pão do Olivier, no centro da cidade. O nome já te lembrou alguém né? Isso mesmo, a padaria é do chef francês Olivier Anquier e reúne receitas de família, fórmulas exclusivas e criações especiais do apresentador.

Fui convidada para a inauguração do espaço na terça-feira (30) e precisei interromper minha dieta por um motivo especial! Não tem como resistir ao cheirinho dos pães frescos…  Era pão de azeitona, nozes, passas, escarola… Saí com uma sacola gigante!! 🙂

Durante um bate-papo, Olivier me disse que o projeto é inovador. “Pão é bem simbólico, é algo caloroso, mexe com a família, valores. É um conceito bem moderno, não é uma boutique de pão, não é uma padoca. É uma terceira proposta que não sei nomear… (risos). Você se serve, pesa o seu pão e vai até o caixa, onde tem uma ilha de café”, explicou.

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Croissant de chocolate (Foto: Leo Feltran /Divulgação)

Além dos pães e sanduíches de rosbife, o espaço tem uma seção dedicada a folhados. Olivier criou uma linha chamada “suculento”! A linha inclui 8 sabores de recheios de fruta (R$ 8,50)– entre eles, limão, maracujá, banana com chocolate, romeu e julieta, abacaxi, coco com chocolate, morango e maçã (Sérioooo, experimente! Fui ao céu e voltei!)

Não importa se você mora em Sampa ou só está de passagem. Reserve uma manhã ou tarde para se deliciar no Mundo Pão do Olivier. Aproveite ainda para fazer um tour (a pé ou de bike ) pelo centro histórico ❤

Endereço: Rua 7 de Abril, 425 Loja 1 (em frente ao metrô República)
Horário funcionamento: segunda a sexta das 7hàs 20h. Sábados, domingos e feriados das 8h30 às 19h.

 

Projeto busca voluntários para rodar o mundo (e ainda paga 2500 euros por mês)

Aquele momento que você lê… para…. Pensa… Reflete… Devo largar tudo? A proposta é bem tentadora! O World Life Experience divulgou que procura 12 voluntários para viajar durante um ano por 40 países da Europa, Ásia, África, Américas e Oceania com TODAS as despesas pagas pelo projeto (comida, hospedagem, seguro médico). O negócio já estava bom ne? Mas aí o coração dispara e você tem mini infartos: eles ainda oferecem um salário mensal de 2500 euros.

Os 12 participantes (6 homens e 6 mulheres) deverão publicar textos e vídeos na página do World Life Experience, além de atualizar as mídias sociais. Difícil ne…;). O grupo viajará junto e cada um terá uma função. O objetivo é incentivar a responsabilidade social, além de realizar trabalhos voluntários.

Inscreva-se já!

Preencha um formulário na página (clique aqui!) e pague uma taxa de 9 euros (2,50 são doados a uma ONG). É preciso ter inglês intermediário e idade entre 20 e 35 anos. As inscrições terminam dia 20 de junho!

A viagem pelo mundo terá início em 15 de setembro e o ponto de partida será Lisboa, em Portugal! Vou lá me candidatar e já volto! ❤

 

 

Vai para Porto de Galinhas? Então você precisa ler esse post agora!

O Nordeste sempre me encantou por conta das praias, mas quando conheci Porto de Galinhas, em Pernambuco, fiquei deslumbrada com tanta beleza! Foram apenas 4 dias, mas o suficiente para me apaixonar! Então separei um pequeno roteiro para quem quiser conhecer esse paraíso!

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Passeio de buggy

Dia 1 👉 Não deixe de fazer o passeio de buggy de Ponta a Ponta (imperdível, ainda mais pra quem ficará pouco tempo). Conheci as praias de Muro Alto, Cupê, Vila de Porto, Maracaípe e por fim, paramos no Pontal de Maracaípe (onde peguei uma jangada para visitar a fauna e flora dos manguezais. Ali ainda há diversos cavalos-marinhos. Almoce no João Restaurante. Gente do céu, quase saí carregada de lá! Que comida gostosa! Sente esse camarão no abacaxi (foto)! Ainda teve cartola (famosa sobremesa local feita com bananas fritas, coberta com queijo manteiga e polvilhadas com açúcar, canela e granuladooo), além de uma caipivodka de cajá com manjericão!

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Camarão no acabaxi do João Restaurante ❤
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Cartola, um dos doces locais: bananas fritas cobertas com queijo manteiga e polvilhadas com açúcar, canela e granulado de chocolate. Só de pensar nessa sobremesa, já fico com fome!

Dia 2 👉 Ir a Porto e não conhecer as piscinas naturais é como visitar Paris e não ver a torre Eiffel. Por isso, se jogaaa! As jangadas partem da praia da Vila e levam às piscinas formadas na maré baixa. É bom ficar atento à tábua de marés para saber o melhor dia e hora senão você não consegue ver nada! A viagem até os recifes e corais dura cerca de 15 minutos. Kit essencial para mergulho (você vai ver centenasss de peixinhos coloridos):  snorkel e pé de pato (normalmente as jangadas oferecem).

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Olha quantos peixinhos fofos nas piscinas naturais

Dia 3 👉 Separe esse dia inteirinho para conhecer a Praia dos Carneiros, considerada uma das mais belas do mundo! Ela fica a 58 km ao sul de Porto. O acesso não é tão fácil, mas vale a pena. Você ficará de queixo caído com o visual, suas piscinas naturais e a igrejinha de São Benedito. Para chegar à praia, é preciso usar o estacionamento (pago) de um dos restaurantes do local ou fechar um passeio de barco até lá. Almoce no Beijupirá, casa de peixes super famosa!

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Praia dos Carneiros e sua famosa igrejinha de São Benedito

Dia 4   👉 Passeie pelo centrinho da vila. Lá há restaurantes para todos os gostos e bolsos, bares, lojinhas e artesanatos. O agito rola de dia à noite! Visite ainda o ateliê do artista plástico Gilberto Carcará! Ele usa troncos e raízes de coqueiros mortos como matéria-prima para criar peças inusitadas e as famosas galinhas de Porto, que estão por toda a vila! Carcará também faz quadros com madeira de reciclagem e esculturas a partir de coco seco. 👏🏻 Visitei o local e ele, gentil, ainda me presenteou com uma pequena escultura (de galinha, claro! ❤ )

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Visitei o ateliê do artista plástico Carcará e me apaixonei pelo ambiente

Dicas infalíveis para viajar barato

Não sou rica (infelizmente), mas planejo muito bem minhas trips! Entao vem comigo!

💡Dicas para viajar barato:

👉 Compre a passagem aérea com 2 meses de antecedência. Quanto mais longe, mais barato.

👉 Terça-feira costuma ter promoções. Já o dia de sábado é bem mais caro.

👉 Viajar de manhã é lindo, mas custa o dobro do preço. Prefira passagens à noite ou na madruga

👉 Dezembro, Janeiro, Fevereiro, Junho e Julho são alta temporada. Preços de passagens e hoteis custam um absurdo! Escolha abril, maio, setembro… o período é super em conta

👉 Ter um programa de milhagens ajuda muito na hora de fazer uma trip! Pelo cartao de credito é o meio mais fácil de juntar pontos. Dependendo do banco, vc acumula até 3 pontos por 1 real gasto. Consulte o seu! No @itau não tenho do que reclamar. Tenho acumulado tudo lá e depois transfiro para @smiles.oficial ou @latamairlines