Viajar sozinha é um processo lindo e transformador. Pra te dar aquele empurrãozinho, reuni neste post livros inspiradores que vão te ajudar a cair na estrada.

1- Comer, rezar e amar, de Elizabeth Gilbert

Não tem como iniciar essa lista de outra maneira. A obra de Elizabeth Gilbert é um fenômeno. A autora, depois de largar seu emprego em Nova York, decide viajar durante um ano. Passa pela Itália, Índia e Indonésia a fim de se redescobrir e encontrar o equilíbrio. Eu já li esse livro duas vezes e assisti o filme umas 50 vezes… rs NÃO ENJOA NUNCA!

2 – Mochilando com as Deusas – Um guia para a viajante solo, de Monica Barguil

Ganhei esse livro, recentemente, de uma grande amiga. Ela me disse: “É a sua cara”. Na verdade, ele é um guia para todas as mulheres que amam viajar. A autora compara Deusas (Ártemis, Atena, Afrodite…) com diferentes tipos de viajantes: a mochileira natureba, as que viajam a trabalho, as que só topam entrar em um avião se estiverem com o marido ou família… É uma obra inteligente mistura viagem e mitologia.

3 – Livre, de Cheryl Strayed

Assim como Comer, Rezar e Amar, esse livro é um clássico. Virou até filme com a atriz Reese Witherspoon. Na história, Cheryl, após a morte de sua mãe, um divórcio e uma fase de autodestruição repleta de heroína, decide mudar e investir em uma nova vida junto à natureza selvagem. Para isso, ela se aventura em uma trilha de 1100 milhas pela costa do Oceano Pacífico.

4 – Mas você vai sozinha?, de Gaía Passarelli

O título é maravilhoso, né? Porque é a frase que eu mais escuto nessa vida… rs. No livro, Gaía conta, em forma de crônicas, suas aventuras pelo mundo sozinha. Ela não vai te dizer pra largar tudo e sair por aí, nem te dar dicas de como ser cool em Nova York. A autora relata, com sinceridade e bom humor, como é ser consolada por um xamã andino, molhar os pés nas águas do mar do extremo sul da Índia e dormir debaixo de uma mesa de bar no Texas.

5 – Os prazeres da solidão: Quatro cidades, quatro estações e uma viajante solitária, de Stephanie Rosenbloom

Combinando registros pessoais feitos in loco com insights de ciência social e relatos sobre experiências de artistas, escritores e inovadores que amavam a solidão, Stephanie demonstra o quanto viajar sozinho aprofunda a apreciação da beleza do dia a dia, realçando visões, sons e aromas que não percebemos quando estamos acompanhados. Ela passa por quatro cidades – Paris, Florença, Istambul e Nova York – e pelas quatro estações do ano.

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