Cajon del Maipo, Embalse El Yeso e banhos termais: o melhor tour no Chile

Chile tem muita coisa bacana pra ver! De neve a vinho, de vulcão à praia. Na minha segunda passagem por lá, decidi fazer novamente o passeio a Cajon del Maipo (1h30 de Santiago).

A região de Cajon del Maipo é formada por pequenos vilarejos e a principal delas é San Jose del Maipo. É ali que localiza-se o Embalse El Yeso, uma represa de cor azul turquesa cercada por montanhas da cordilheira (a uma altitude de 3000 metros), que no inverno ficam cobertas de neve.

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O Embalse El Yeso foi construído no ano de 1964 e tem capacidade de 253 milhões de metros cúbicos, 8 km de extensão e 55 metros de profundidade. É a principal fonte de abastecimento de água potável para a cidade de Santiago.

Eu já tive a oportunidade de visitar o local em duas estações: verão e inverno. São paisagens lindas e completamente diferentes! Olha só!

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No verão: montanhas áridas
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Minha primeira visita: era fim do inverno, a neve já estava derretendo

Parece até um quadro de tão perfeito né? Na primeira vez que conheci decidi alugar um carro e não consegui chegar até o destino final (Baños Colinas). Parte da estrada é bem difícil de dirigir! É lama, buraco, resto de neve… o que aconteceu people? Fiquei atolada!  Dessa vez, fechei com a agência Vem pro Chile Oficial, que ofereceu toda a estrutura: transporte, alimentação e guia. Melhor escolha ever!! O Jorge, dono da empresa, foi um querido e super profissional. Me contou toda a historia do lugar (e pelo menos pra mim isso é bem importante! Não adianta tirar fotos e voltar pra casa sem saber o que é).

O passeio a Cajón del Maipo dura o dia inteiro (você sai de Santiago às 7h e retorna por volta das 18h). Se vale a pena? Tenho certeza que você não vai parar de clicar!

Quando conhecer?

A melhor época para visitar o Cajón del Maipo é de novembro a abril, fora da temporada de neve, quando as estradas estão em melhores condições. Mas existem tours iradosss no inverno também, com direito a cabaninha estilo iglu (pirei!). Pra isso, precisa ir com alguém que conheça cada pedacinho do caminho. Caso contrário, você derrapa e atola (tipo eu).

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Parte da estrada: é preciso saber dirigir muito bem (Foto: Renata Telles)
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Olha esse espacinho pra passar com o carro… (Foto: Renata Telles)

Baños Colinas

Pensa num lugar pra relaxar e meditar? Bãnos Colina é a opção certa! Depois de passar pelo Embalse El Yeso, seguimos para uma das termas mais populares da região.

Prepare-se pra conhecer uma “banheira térmica a céu aberto”. O ponto forte deste lugar é apreciar e aproveitar as piscinas aquecidas por vulcões. A água termal brota da terra e se distribui entre 7 piscinas naturais de temperaturas que variam desde 37°C à 50°C (você vai reparar que na última piscina não tem ninguém…. impossivel entrar de tão quente rs)

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São sete piscinas que variam desde 37°C à 50°C (Foto: Renata Telles)
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Hora de relaxar em uma das piscinas!

Dentro da piscina termal, aproveite pra cobrir o rosto com lama vulcânica! É um super tratamento pra pele, saí com a minha lisinha 😀. Já o cabelo…. não mergulhe, você vai se arrepender pro resto da vida… De tanto mineral na água seus fios ficam duros! E você sai brancaaaa de sal.

Aí vem a pior parte! Prepare-se para o banheiro: ele não tem estrutura nenhuma e dependendo da hora do dia, vira um lamaçal. Leve toalha, chinelo, roupa… e tenha paciência! Haaaa, a água do chuveiro é muitoooo gelada, já vou logo avisando…

Vai uma empanada?

Após o banho, o passeio termina com um delicioso lanche em uma cabaninha bem rústica. Ali, no meio do nada, mora Seu Tonico e a mulher. Os dois ficam na casa até o inverno chegar. As empanadas do casal são de comer rezando!

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Experimente as empanadas do Seu Tonico (Foto: Renata Telles)
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O lugar é super rústico (Foto: Renata Telles)

PROMO – Consegui fechar uma parceria bem legal para quem é seguidor do Ela que Ama Viajar!  A agência Vem Pro Chile Oficial está dando 15% de desconto no passeio! Basta citar meu nome ou o blog!

 

 

 

 

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Que tal visitar a lanchonete mais cool da capital paulista? Você vai se surpreender com o menu inovador

Há algum tempo já estava cansada de hamburguerias tradicionais. Sempre os mesmos acompanhamentos e eu, sendo vegetariana, ficava com apenas uma opção do cardápio. Ou era soja, ou era grão de bico… Recentemente visitei o Matilda Lanches, da chef Renata Vanzetto (dona também do Marakuthai, MeGusta e Ema), localizado nos Jardins, e me surpreendi.

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Hambúrguer de brócolis empanado (Wellington Nemeth/Divulgação)

Pela primeira vez um menu justo, com boas e diferentes opções de sandubas vegetarianos e veganos. As misturas são inusitadas: hambúrguer de shimeji frito com shoyu, açúcar mascavo e maionese de avocado, hambúrguer de cogumelo, sour cream e jalapeño e hambúrguer de brócolis empanado com wasabi e cebola caramelizada servidos em uma folha de repolho (que substitui o pão). Para quem come carboidrato, há ainda o hambúrguer de brioche.

Eu escolhi o sanduíche de cogumelo e sour cream. Minha vontade era de comer uns três desses de tão bom… rs A comida é leve e tem um sabor indescritível.

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Meu sanduba de cogumelos e sour cream com cebolas caramelizadas. Atrás, as batatas rústicas e a couve-flor frita com molho picante e defumado (Foto: Renata Telles)

Para acompanhar o hambúrguer, as tradicionais batatas fritas and… buffalo flowers (couve-flor frita com molho picante e defumado). Deliciosooo, mas para quem curte pimenta!!

Os carnívoros também tem vez

Existem opções de frango, filé crocante e costela em hambúrgueres como o Matilda Vietnamita, Hot Mama e o X-Burguer (respectivamente), além de Nâguetizzz (escreve-se assim mesmo rs) de frango com sour cream e maionese spicy.

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Crazy crispy chicken – frango crocante, maionese pink, picles de couve-flor no pão brioche (Foto: Wellington Nemeth/Divulgação)

Há duas opções de sobremesa: bolinhos de chuva com canela e calda de doce de leite e a musse de chocolate com pedaços de bolo. Obviamente, a formiga aqui experimentou os dois. O meu preferido? Os bolinhos…. tão crocantes!

Pequena e aconchegante

A casa tem proposta informal e comporta apenas 25 lugares. O espaço possui 50 metros quadrados e abriga uma pequena cozinha (aberta para os clientes). O sistema é “pague e pegue”. Você faz seu pedido no caixa e aguarda até que o pager toque para retirar no balcão. Os preços dos sandubas variam de R$22 a R$33 (e você pode colocar extras por R$3 cada)

 

End: Rua Bela Cintra, 1541 – Jardins. Tel. (11) 3081-8358. Ter. a sex.: 19h às 24h. Sáb.: 13h às 17h e 19h às 24h. Dom.: 13h às 18h

 

 

 

Conheça um pedacinho do Vietnã em São Paulo

O que mais curto em São Paulo é poder viajar pelo mundo sem sair da capital paulista! WHAT? Isso mesmo! Tem feira alemã, festa chinesa, evento italiano… Tá com vontade de comer um prato da Síria? Você acha! Quer comprar ingredientes árabes? Bingo!

Essa semana fui parar na Ásia! Conheci o restaurante vietnamita Bia Hoi. Morro de vontade de conhecer o país, mas enquanto isso não acontece, a gente vai se familiarizando com a cultura de lá né!

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Restaurante Bia Hoi, inspirado nos botecos do Vietnã (Foto: Renata Telles)

Localizado no coração do centro da cidade, perto da praça Roosevelt, a casa é super intimista e tem charme especial. É inspirado nos botecos de Hanói, capital do Vietnã. No cardápio, criado pela chef Dani Borges, há petiscos tradicionais do país como o Goi Cuon (rolinhos primavera frescos feitos com verduras e ervas enrolados em papel de arroz) e o Cha Ca (cubos de peixe marinados em tamarindo e cúrcuma salteados com dill e amendoim). Eu te digo com todas as letras: prove esse bendito peixe! É uma explosão de sabores!

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Gin, bolinhos de feijão verde com tapioca e peixe marinado em tamarindo (Foto: Renata Telles)

Ainda recomendo os bolinhos de feijão verde com tapioca e molho de pimenta! Eu poderia ficar apenas com os petiscos de tão gostosos, mas decidi provar ainda opções de pratos principais. Como não como carne vermelha e frango, pulei os famosos Thit Kho To (picadinho de filé mignon suíno em molho de leite de coco queimado) e o Hoi An (costelinha de porco marinada em infusão de capim limão) e experimentei o Little Hanoi (berinjela ao leite de coco com cebolas e talos de cebolinha acompanhada de arroz branco).

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Parece até carne ne? Mas é berinjela e tava deliciosa! (Foto: Renata Telles)

Acabou? Não! Porque sou uma formiguinha e não quis sair sem provar as sobremesas! O menu oferece dois doces: Ca Phe Mousse (inspirado no café com leite condensado muito popular no Vietnã) e French Quarter (creme brulée feito de jaca). Confesso que curti mais a compota de fruta, mas vai do gosto de cada um!

 

Curiosidade sobre o nome do restaurante: bia é cerveja em vietnamita (vem do francês bière). Hoi é gás. Bia Hoi quer dizer cerveja fresca, ou seja, chope! O nome também é dado às choperias que vendem o bia hoi no Vietnã.

A carta de bebidas

Bem, levando em conta o significado do nome do restaurante, é claro que a carta de bebidas não poderia decepcionar, certo?  São vários tipos de cervejas e drinks. Fiquei com um dos mais pedidos da casa, o Hanói Gin Tônica (com infusão de capim limão).

Anote aí porque vale a visita!

Bia Hoi

End: Rua Rego Freitas, 516, Vila Buarque/ Terça a Sexta – 12h às 14h30 e 19h às 23h30
Sábado – 12h às 23h30/ Domingo – 12h30 às 17h30

 

Tudo mini: conheça o site que vai te fazer economizar em viagens

Já falei por aqui algumas vezes o quanto é importante a gente planejar o que vamos levar na mala. Muitas vezes colocamos produtos pesados e roupas que ficarão dentro da bagagem por toda a viagem.

Essa semana estava na internet e uma amiga me mandou o link dessa loja. Quase infartei quando entrei. Que demais!!! Eu, que sou super cuidadosa no tamanho dos produtos que levo (justamente pra não pagar excesso de peso), fiquei de cara com a página. Nela você acha TUDO, eu disse TUDO, em tamanho mini. É um site pensado pra quem viaja, acampa ou passa a maior parte do tempo dentro de um carro ou escritório.

Mais uma vez minha gente, praticidade é tudo nessa vida!!

Além dos kits óbvios (shampoo, condicionador, sabonete…), você acha remédios (tylenol, band-aid, tesoura…), suplementos, comida (biscoitos, geleias…), produtos para pet, crianças, nécessaire, enfim, TUDO EM TAMANHO PEQUENO!

Agora vem a notícia ruim…. rs É um site internacional, mas eles fazem entrega pro Brasil! Precisa pedir com bastante antecedência… rs

 

Tem grego no Rio: cidade ganha novo restaurante dedicado à gastronomia mediterrânea

Eu não resisto a uma boa gastronomia e por onde passo gosto de conhecer o que há de novo na cidade. Recentemente estive no Rio de Janeiro e me surpreendi com o que vi! Confesso: achava que restaurante bom só existia mesmo em São Paulo (puro preconceito!).

Bem ali no coração do Leblon, na rua Dias Ferreira, funciona desde dezembro o restaurante Vokos Grego. Comandado pela chef Carolina Perez, ele é especializado na gastronomia da Grécia com influência mediterrânea.  No cardápio, frutos do mar e pratos típicos como moussaka, souvlaki e gyros.

A casa conta apenas com 56 lugares, tem decoração clean, em azul e branco, e é inspirada na charmosa ilha de Hydra! Uma ótima pedida para o pós praia.

Pois bem, recebi um convite para conhecer o menu e devo admitir: foi difícil escolher… Eram tantas opções que fiquei confusa! Mas fui na sugestão da garçonete e comecei com o carro-chefe da casa, pãozinho de queijo feta com molho Tzatziki (hortelã, pepino, ervas e iogurte). Sério!!! Peçam esse bendito bolinho, vocês não vão se arrepender!

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Pãozinho de queijo feita com molho de hortelã (Foto: Renata Telles)

Depois experimentei outra entradinha, dessa vez, um pouco mais light, alface romana com pasta de grão de bico e berinjela em cubinhos. Sensacional! Leve e deliciosa!

Nos pratos principais, optei por camarão. Foram dois tipos: camarão com arroz cremoso e camarão com lentilha francesa e molho de iogurte. Curti mais a primeira opção (gordinha feelings! rsrs).

Pensa que acabou? Como sair desse restaurante sem provar as sobremesas? Eu sou uma formiga ambulante e queria experimentar tudo! Claro, não deu, senão ia sair rolando dali…. Mas acertei nas escolhas: cocada com sorbet de iogurte e crumble de maçã com gelato de canela!

E você? Também curte conhecer novos restaurantes quando está viajando?

 

 

Chile: um passeio encantador pela vinícola Concha Y Toro

O Chile é um dos países mais queridos da América Latina (pelo menos pra mim!). Toda vez que piso em Santiago sou recebida como uma local. Todos os chilenos são muito queridos e solícitos (e olha, não to puxando o saco não. Dos povos mais simpáticos, Chile, Tailândia e Nepal ganham disparado).

Pois bem, tive o privilégio de visitar novamente o país, dessa vez, a convite da Casillero del Diablo (sim, aquele vinho delicioso que tem o desenho de um capetinha gente boa). Fui conhecer os lançamentos da marca e claro, aproveitei pra visitar a vinícola mais famosa do Chile: Concha Y Toro, localizada em Pirque. Foi ali que nasceu o centenário Casillero, além de outros vinhos. Durante o passeio aprendi a diferenciar algumas bebidas, conferi a produção master da marca e fiquei sabendo que os principais shoppers são mulheres! Ou seja, estamos ficando pós-graduadas quando o assunto é vinho

Realizei um tour que durou aproximadamente uma hora e conto aqui como foi a minha experiência. Partiu?

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Nos jardins da mansão da família Concha y Toro. O lugar foi fundado em 1883.

Como chegar

Dá pra ir de metrô –> Pegue a linha 4 – azul escuro – vá até a Estação Las Mercedes. Deixe o local pela saída Concha y Toro Oriente e pegue um dos mini ônibus da vinícola. Ele sai de meia em meia hora, das 9h às 16h30. O bilhete de ida e volta custa CLP $2.000. Você também pode pegar um táxi da estação, cerca de CLP $4.000, ou um ônibus (linhas 73, 80 ou 81).

De carro –> Pegue a rodovia Autopista Vespucio Sur. Vire à direita na saída Salida 39 Departamental Vicuña Mackenna. Siga em frente. Cerca de 5 km depois, a Avenida mudará o nome para Avenida Concha y Toro. Atravesse o Rio Maipo (ponte San Ramon) e vire à direita: você chegou a Avenida Virginia Subercaseaux. A primeira entrada à direita é a vinícola Concha y Toro

Transfer –> Existem muitas agências turísticas que fazem o passeio, na minha passagem pelo país eu conheci a Vem pro Chile. Fui super bem atendida pelo dono, Jorge, e ainda consegui uma promoção para os meus seguidores. Ele faz tour por vários lugares, entre eles, Cajon del Maipo, Baños Colinas, Valparaiso, etc.). Na compra de qualquer passeio, ganhe 15% de desconto! Basta falar no meu nome ou citar o Ela que Ama Viajar.

De carro/transfer a viagem dura mais ou menos uma horinha.

A compra do ingresso

Existem dois tipos de tour, eu escolhi o tradicional, mas ainda existe o Tour Marques de Casa Concha, que inclui degustação de queijos finos.

O passeio

A gente mal chega e já ganha uma taça para as degustações (você pode levar ela pra casa depois). O passeio começa nos jardins (que coisa mais lindaaaa, me senti num filme!), era ali que a família Concha Y Toro passava as férias de verão no fim do século XIX. Você começa andando por toda a área externa, passa pela mansão (no dia que eu fui ela não estava aberta) e circula entre as 26 cepas de uvas viníferas (dá pra provar as frutas!).

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Olha o humilde jardim da família…
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Degustação do primeiro vinho
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A mansão! No dia que eu fui estava fechada, mas dá pra visitar
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As cepas de uva: prove um cachinho, as frutas são deliciosas

Entre uma degustação e outra, você faz ainda uma visita às bodegas, entre elas, a tradicional Casillero del Diablo. O lugar, by the way, já suportou diversos terremotos. É nesse momento que a maior lenda da indústria mundial é contada! As luzes se apagam e você é transportado para o século XIX.

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Visita à adega subterrânea onde nasceu a lenda do el diablo…

A lenda: Don Melchior construiu uma adega subterrânea pra guardar seus melhores vinhos. Entretanto, começou a ser furtado e para afastar ladrões inventou que toda noite o diabo aparecia em sua “caverna”. Desse jeito ele conseguiu salvar suas relíquias… Espertinhoo né! A história ficou famosa e… virou vinho! No fim do passeio, você é levado ao lugar que o el diablo se esconde… Saca só!

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O diabinho camarada no fundo…

O almoço

Acabou? Só se você quiser! Complete o tour com um almoço no restaurante Concha y Toro (não está incluso). O cardápio possui diversas opções (carnes, peixes e pratos veggies), além de uma infinidade de vinhos… Como escolher? Fiquei louca!!! Optei por um rosé ma-ra-vi-lho-so, que infelizmente não tem no Brasil… 🙁

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Minha escolha para o almoço
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No prato principal escolhi salmão com nhoque ao molho de funghi (só de lembrar já me dá fome)

 

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Não deixe de pedir sobremesa: o cheesecake é delicioso

Se valeu a visita? Ir ao Chile e não conhecer a vínicola Concha Y Toro é como viajar a Paris e não ver a Torre Eiffel!

Ficou com dúvidas? Escreve aí que te respondo!

 

 

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Amazônia: como foi passar uma semana navegando pela maior floresta do mundo

A Amazônia já estava na minha lista de trips há pelo menos 10 anos. Mas toda vez que ia orçar, eu achava os preços tão absurdos que desistia e passava as férias fora do Brasil (e pagando menos!)

Entretanto, com a desvalorização do real, a subida do dólar e a crise econômica, voltei a pensar novamente no destino. Os preços haviam caídos e as promoções pipocavam no meu e-mail. Ao mesmo tempo que a tentação batia a porta, uma amiga convidou: “quer passar uma semana navegando na Amazônia? Meu amigo está fazendo excursões de no máximo 12 pessoas”. Pronto, nem respirei… Partiu Amazônia 🙂

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Amazônia vista de cima (Foto: Renata Telles)

E é difícil explicar em apenas um post toda experiência que vivi por lá. Dormi em um barco no meio da selva, sem qualquer sinal, só ouvindo o barulho dos animais e testemunhando o por-do-sol. Chorei, ri, superei medos, experimentei comidas locais (até formigas assadas) e conheci pessoas maravilhosas! 

Por isso, aqui vai a 1 lição: VÁ PARA AMAZÔNIA PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA

Geralmente os turistas tem como base Manaus. Se hospedam na cidade e diariamente fazem passeios de 4, 5 horas até o Parque Nacional do Jaú, trilho de índios, mergulho com botos… Eu fiz o contrário, dormi apenas uma noite na capital e me hospedei em um barco, que navegou 7 dias passando pelas principais atrações.

Então, bora que lá vem história!!

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O ponto de partida da minha viagem (Foto: Renata Telles)

O barco

Apesar de simples, era bem confortável. Dividi uma cabine que tinha beliche, lugar para guardar a mochila e um simpático banheirinho. Toda a água da bica e chuveiro vinha do Rio Negro.

Tínhamos cozinheiros que preparavam refeições deliciosas todos os dias, sempre com ingredientes locais, mostrando um pouquinho da gastronomia amazônica.

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As refeições do barco: gastronomia local com diversos tipos de peixes

Curiosidade: Quando se está no barco, mesmo na área externa, você não sente tantos mosquitos! Supertranquilo dormir até em uma rede no terraço! Eles só apareceram mesmo quando fizemos trilhas em mato fechado.

E já que estamos na Amazônia, por que não dar um mergulho no Rio Negro?! Nosso barco fazia algumas paradas e em uma delas, me joguei – literalmente. Claro, com a autorização da equipe responsável. Fui na cara e na coragem, mas a correnteza estava tão forte que não pude ficar muito tempo.

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Banho no Rio Negro

–> E o que tem nessa água? Piranha, pirarucu, botos… rs Só não entre se estiver machucado porque o sangue atrai as danadinhas! Fora isso, nenhum perigo!

O Encontro das Águas

Quem aí se lembra da aula de geografia no primário? No primeiro dia de navegação, dei de cara com o “Encontro das Águas”. O Rio Solimões (de águas claras e barrentas) se encontra com o Rio Negro (águas limpas e escuras), formando o maior rio do planeta, o Amazonas.

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Encontro das Águas (Foto: Renata Telles)

Por uma extensão de mais de 6 km, as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturar. Isso acontece por conta da diferença entre a temperatura e densidade das águas e, ainda, à velocidade de suas correntezas: o Rio Negro corre cerca de 2 km/h a uma temperatura de 22°C, enquanto que o Rio Solimões corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 28°C.

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Olha o nosso barco no meio da Amazônia (Foto: Edson Vandeira)

Parque Nacional do Jaú

Depois de assistir o fenômeno, navegamos rio a dentro em direção ao Parque Nacional do Jaú. Por lá, a dica é percorrer os cursos d’água em uma voadeira. Essa é a melhor forma de conhecer e apreciar as belezas da região. Ao longo dos rios Jaú, Carabinani e Unini, o visitante pode observar bandos de araras e papagaios passando pela floresta de igapós (não pode fazer NENHUM barulho senão você assusta os bichos. Ficamos calados durante umas 2h e eu loucaa pra falar! rs). 😂

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Passeio de voadeira

Há ainda extensas praias de areia clara que formam-se no rio Negro – entre novembro e janeiro -, nas proximidades da foz do rio Jaú. Não consegui ver tantas praias porque fui em uma época chuvosa, mas achamos um pedacinho de areia para fazer um luau (conto mais pra frente!) 

O que fiz no parque: acompanhei o trabalho de biólogos que cuidam do bem-estar dos animais na Amazônia, entre os projetos, está o Programa de Conservação de Quelônios do Baixo Rio Negro. Essa tartaruguinha (ou quelônio) na foto é da espécie Irapuca. Ela dividia o berçário com outros três tipos: tartaruga da Amazônia, tracajá e Iaçá. Na base do parque @parquenacionaldojau, elas recebem cuidados e depois são soltas (com a ajuda da comunidade).

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Tartaruga Irapuca (Foto: Renata Telles)

Essa é base (entrada) do parque na Amazônia. Ela ainda possui casinhas simples (alojamento). Se você quiser dormir por lá, basta marcar com antecedência. Segundo os voluntários não há qualquer ajuda do governo para manter o lugar e fiquei um pouco triste ao presenciar a falta de estrutura do local. Todos estão ali por amor à floresta e aos animais.

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Parque Nacional do Jaú

Nosso barco dormiu nas margens do Rio, ali pertinho… Se você tiver um guia, pode fazer rafting, trilhas, conhecer cachoeiras, etc. O ingresso para o parque custa R$5 e recomendo ficar pelo menos 2 dias.

É legal saber

O parque abriga também relíquias da história da ocupação humana na região. Foram identificados alguns sítios arqueológicos e diversas inscrições em pedras (petroglífos). A região do Parque foi o primeiro pólo de colonização na Amazônia por indígenas, marcado por batalhas pela posse do território.

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Base do Parque Nacional do Jaú (Foto: Renata Telles)

A missão do parque é preservar o ecossistema amazônico de água preta a partir da sensibilização pela educação ambiental, da interação com as comunidades locais, do turismo sustentável e da busca pelo conhecimento com incentivo à pesquisa, cumprindo seu objetivo enquanto megarreserva e sítio do patrimônio mundial natural para as gerações atuais e futuras. O Parna do Jaú é o maior parque nacional brasileiro e a maior área florestal tropical contínua do mundo.

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Filhote de anta resgatado

Focagem noturna

Já passava das 20h quando decidimos sair para fazer focagem de jacaré. O guia leva uma lanterna e ilumina as margens do Rio até encontrar o bichinho. Pensei duas vezes se toparia subir em um barquinho e navegar no escuro, mas já que estamos no meio da floresta, vamos nos aventurar, certo?! 😉

Entramos em uma voadora e seguimos em meio ao breu e o “barulho” do silêncio… Sentia que a qualquer momento algum deles iria pular em cima da gente tipo filme de terror. Mas não é assim! (Thanks God)

Não vimos jacarés adultos, mas achamos filhotinhos. Chegamos perto para observar e entender como se alimentam, como engolem a comida (eles tem a língua presa na boca e mordem a presa de lado). No fim, vimos ainda pássaros noturnos. Era quase como um episódio do Globo Repórter, mas ao vivo 😂😂).

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Que medo… Jacaré Açu (Foto: Marcelo Valsechi)

Valeu super a experiência e recomendo o passeio! A foto top acima é do Marcelo Valsechi (ele é o responsável por essa viagem inesquecível e organiza várias eco trips. Não achamos esse simpático bichinho durante a focagem. A imagem foi do dia seguinte, mas também é rara! Esse é o jacaré açu, o maior da espécie. Ele pode chegar a 6 metros e meia tonelada de peso.

A árvore sagrada

Essa é a Samaúma, considerada sagrada para os antigos povos. Na Amazônia ela é conhecida como “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na mãe de todas as outras e acreditam que ela tenha poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta.

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Árvore Samaúma

Para chegar até ela fizemos uma rápida trilha. O lugar é realmente mágico, agradeci, abracei e saí de lá com outra energia. A Samaúma pode atingir até 90 metros de altura, sendo uma das maiores árvores da flora mundial.

Os botos

Chegamos à parte mais fofa da viagem. A princípio fiquei muito ressabiada quando ouvi “você vai nadar com botos”. Lembrei dos golfinhos que são explorados pelo mundo todo e passam o dia inteiro dentro de um tanque tirando fotos… 🙁

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Meu amiguinhooo (Foto: Renata Telles)

Mas os botos não!  Eles estão em seu habitat natural e tudo o que você precisa fazer é observar de uma plataforma. Se eles forem com a sua cara, se aproximam… rs. Os botos não estão presos e são alimentados diariamente (aliás, a gente nem pode dar comida porque senão eles ficam obesos. Existem horários e quantidades específicas).

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O legal é que você não nada com eles, fica em uma superfície observando, somente com os pés na água… Assim respeitamos o espaço dos botos!

Nem preciso falar que fiquei emocionada, feliz, extasiada quando um se aproximou de mim. Queria poder abraçar! (mas devemos respeitar o espaço dos animais)

A lenda

Você conhece a lenda do boto rosa? Nas noites de lua cheia ele se transforma num jovem belo e elegante. Vestido de branco e como chapéu a fim de esconder as narinas, ele – galanteador – escolhe a moça mais bonita da festa e a leva para o fundo do rio onde a engravida e depois a abandona 😂

Na manhã seguinte ele se transforma em boto novamente. A lenda é muito usada para justificar uma gravidez fora do casamento. A gente costuma dizer “a criança é filho do boto” (se o bebê é filho de pai desconhecido).

Haaaaa e na cultura popular amazônica acredita-se que a pessoa que comer a carne de boto ficará louca e enfeitiçada

Visita a tribo indígena

Depois de navegar por 5 dias, já voltando em direção à Manaus, chegamos a tribo Dessana Tukana. Ir à Amazônia e não ver índio é como visitar o Rio e não conhecer o Cristo.

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Tribo Dessana Tukana (Foto: Renata Telles)

A tribo não era tão roots quando pensava. Segundo o chefe da tribo, alguns tem até e-mail. Uma amiga perguntou como fazia para comprar os chás da tribo e a índia disse: “Me envie mensagem. Mando para o Brasil todo”

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Apresentação na tribo Dessana Tukana (Foto: Renata Telles)

Mas valeu conhecer um pouco da cultura e acompanhar a rotina deles. A tribo apresentou várias danças, foi super solícita e nos mostrou o artesanato que produzem.

Se você quer ver índios selvagens em lugares inexplorados, cuidado. Nem todos querem receber brancos e a tribo Dessana Tukana é a mais civilizada. 

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Tribo Dessana Tukana (Foto: Renata Telles)

Na aldeia o chefe da tribo explicou o que eles comem no dia-a-dia. Basicamente são diferentes tipos de peixe e… formigas! “É a nossa pipoca quando assistimos filmes”, me disse ele.

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Nosso almoço… (Foto: Renata Telles)

Depois de relutar um pouquinho, decidi experimentar…. rs Como eles não colocam tempero, achei o gosto estranho, de queimado mesmo… Vontade de encher de páprica e molho barbecue.

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Formigas assadas. Tem coragem de comer?  (Foto: Renata Telles)

Fomos bem recebidos pela Dessana Tukana, mas durante a navegação avistamos uma aldeia (sorry, nao vou lembrar o nome) que abomina brancos. Por ali, índias que tem relação fora da tribo passam a ser “escravas” e trabalham muito mais. ☹️ Esses índios, quando vão à cidade (Novo Airão) possuem até uma parte do restaurante reservado pra eles.

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Índia na tribo (Foto: Renata Telles)

O luau

Lembra que lá em cima falei que faixas de areias viravam pequenas praias? Pois bem… A viagem já estava demais e ficou ainda melhor quando encontramos uma delas no meio da Amazônia. Passamos o fim da tarde em uma “praia” deserta e à noite fizemos um luau com direito a um verdadeiro banquete montado pela tripulação ❤. E toda hora me pegava extasiada, repetindo: “Cara! Eu tô fazendo um luau no meio da Amazônia!!!” 😍🌳Queria poder postar essas imagens, mas ficaram bem escuras e não dão a noção exata da grandiosidade do evento.

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Nosso luau na “praia”da Amazônia (Foto: Renata Telles)
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Nosso luau na “praia”da Amazônia (Foto: Renata Telles)

Massss eu peguei emprestado a foto mara do nosso fotógrafo oficial da viagem Edson Vandeira para vocês terem ideia de como estava o céu naquela noite… <3

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Noite de luau e o céu estava assim… (Foto: Edson Vandeira)

Manaus

Chegamos a fase final da viagem. Depois de navegar por 5 dias, desembarquei em Manaus para descobrir o que a cidade tinha a oferecer… E claro, a primeira parada foi visitar o Teatro Amazonas. Entrar naquele palácio é voltar no tempo e imaginar os grandes espetáculos e festas do século 19. Inaugurado em 1896, o lugar é o símbolo máximo de Manaus e a expressão mais significativa da riqueza da cidade durante o ciclo da borracha (como eles tinham grana!!)

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Teatro Amazonas (Foto: Renata Telles)
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Teatro Amazonas (Foto: Renata Telles)

O teatro era frequentado pela elite da belle époque, como foi chamado o período em que Manaus viveu a época áurea da borracha, no final do século XIX. Foram 17 anos de obras até a inauguração no dia 31 de dezembro de 1896.  Arquitetos, construtores, pintores e escultores vieram da Europa para a realização da obra.

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Teatro Amazonas (Foto: Renata Telles)

A decoração interna ficou por conta de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, a área mais luxuosa do prédio, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis. A cúpula do teatro é composta de 36 mil peças de escamas em cerâmica esmaltada e telhas vitrificadas, vindas da Alsácia.

👉O local conta ao todo com 700 lugares e já teve em seu palco apresentações de grandes nomes da arte no mundo. Vale a pena acompanhar a programação e assistir algum espetáculo!

Delícia de culinária

Eu só tive um dia em Manaus, mas não queria sair dali sem provar o famoso X-caboclinho. O sanduba é lanche popular na região. O recheio é feito com tucumã (fruto da Floresta Amazônica), queijo coalho, ovo e banana. A aparência pode não ser linda, mas é divinooo meu povo! O Tucumã não é azedo, é bem leve… Recomendo esse restaurante: Tacaria Amazônia – fica no centro, pertinho do Teatro.

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Sanduba tradicional X-caboclinho (Foto: Renata Telles)

Balada em Manaus?

A noite de Manaus reserva muitas surpresas… ✌🏻Quer dançar rock? Tem! Quer dançar carimbó? 💃🏽Tem também! No meu caso só queria uma cerveja e um bom papo e nada melhor do que parar no boteco mais badalado da cidade, o Bar do Armando 🙋
Tudo muito simples, mas animado. Grupo de samba raiz (me senti por um segundo em plena Lapa, no Rio), bolinhos de pirarucu, cerva gelada e as figuras mais engraçadas de Manaus.

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Bolinhos de pirarucu do Bar do Armando (Foto: Renata Telles)

Não se assuste se algum manauara puxar papo. Em 10 minutos ele já terá contado toda a sua vida e a história de Manaus (todos muito simpáticos e solícitos). Fiquei sabendo que na época do ciclo da borracha os endinherados mandavam lavar até as suas roupas na Europa. Aliás, você só conhece realmente uma cidade quando senta pra papear com locais… #ficaadica

Hospedagem

Eu, como sempre inventando moda, queria algo diferente. Antes de viagem pesquisei vários lugares e encontrei o Abaré Floating, um hostel flutuante (como iria passar apenas 1 noite na cidade, queria que fosse especial).

O lugar realmente é incrível! Você dorme em uma casa no meio do rio e durante o dia pode alugar jet ski, prancha, boia… Lá também tem restaurante e à noite diferentes festas.  Na foto, meu café da manhã delicioso no hostel: tapioca com queijo coalho e ovo mexido com suco de cajá!

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O hostel que fiquei hospedada, Abaré Floating, e seu café da manhã (Foto: Renata Telles)

🤦‍♀️O único problema é que o hostel fica do outro ladoooo do mundo 😂😂. Tinha visto no mapa, mas não imaginava que fosse tão longe. Fica pro lado de Ponta Negra e do centro até o hostel prepare-se para gastar em torno de R$80 de taxi (e nem todo taxista conhece o lugar – para chegar lá você passa por uma estradinha de terra no meio do nada…)

Vale a pena? Se não se importar com a distância, sim. O bom é que ele fica perto do aeroporto. Caso contrário, a região do centro tem grande variedade de hostel e hotel (recomendo o Hostel Manaus e o Quality Hotel pelo preço em conta).

Só saí com um arrependimento de lá: não ter conhecer Presidente Figueiredo! As cachoeiras são incríveis!! O Mochilão a Dois passou por lá e conta como foi a experiência!

Tem mais dúvidas? É só me escrever que te ajudo com todo o roteiro!

3 dicas de restaurantes vegetarianos em São Paulo. Você não vai resistir (mesmo se for carnívoro!)

Como não como carne há 10 anos, eu adoro descobrir restaurantes que tenham um menu vegetariano. Em cada cidade que visito já trato de dar uma “googada”. Mas o que muita gente precisa saber é: você não tem que ser vegetariana pra frequentar uma casa natureba. Tá a fim de comer algo leve? Ter uma refeição equilibrada? Que tal quebrar esse tabu? Te garanto que o menu vai muito além do alface!

Por isso, separei três restaurantes que conheci em São Paulo (eu sei, essa cidade tem milhões de opções pra comer, de cardápio turco a sírio), mas dê uma chance ao mood #greenlife.

Raízes Zen Perdizes

É uma casa lacto-vegetariano, mas a maior parte do cardápio é vegana. Usa produtos agroecológicos ou orgânicos. A cada dia você degusta um menu diferente. No dia que fui, tinha salada com brotos, strogonoff de cogumelos e cheesecake ou brownie. Outras boas opções: quibe de abóbora, pizza de gorgonzola com damasco, Berinjela à parmegiana… Gasto médio: R$70

End: R. Monte Alegre, 1144

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Salada com abobrinha, broto e molho de maracujá no Raízes Zen (Foto: Renata Telles)
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Strogonoff de cogumelos no Raízes Zen (Foto: Renata Telles)
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Cheesecake de morango. Ao fundo, brownie no Raízes Zen   (Foto: Renata Telles)

Maoz Vegetarian

Rede de fast food vegetariano da Holanda que chegou no Brasil há uns três anos. Possui unidade na rua Augusta. O lugar serve batatas belgas, hommus no prato com pão pita integral ou palitos de cenoura e pepino, falafel, saladas, entre outros. Gasto: de R$15 a R$29

End: R. Augusta, 1523 – Consolação

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Sanduiche de falafel com batata frita no Maoz (@maozvegetarian)

Banana Verde

Localizado no coração da Vila Madalena, o restaurante tem comida contemporânea com opções como bobó de cogumelos, quiches, risotos, picadinho e sucos deliciososss! Gasto: cerca de R$70

End: Rua Harmonia, 278 – Vila Madalena

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Bobó de cogumelos do Banana Verde. Aprovadíssimo! (Foto: @resbananaverde)
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Pão de mel (Foto: @resbananaverde)

 

Poderia fazer uma lista com mais de 20 restaurantes vegetarianos em Sampa, mas esses são os que mais frequento. Você conhece algum? Quer indicar uma casa?

Bonito: confira um guia com dicas de passeios, hospedagem e gastronomia do melhor destino de ecoturismo do Brasil

Bonito não é só bonito. Aliás, essa palavra chega a ser modesta na hora de descrever os encantos da cidade, localizada no Mato Grosso do Sul. Não é à toa que ela já ganhou até o prêmio de melhor destino de turismo responsável no mundo!

Além das belezas naturais (rios de água cristalina, grutas, piscinas, cachoeiras…), Bonito possui uma infraestrutura fenomenal pra você curtir todos os passeios em segurança. Tudo lá dá certo (e me desculpem o preconceito, nem parece Brasil… rsrs).

Passei 6 dias na cidade, incluindo o Réveillon, e se pudesse, teria ficado mais uns 4 dias por lá. São dezenas de passeios que incluem flutuação, trilhas, rapel, tirolesa, bike, quadriciclo… Eu estava precisando de um destino onde eu pudesse me desligar do estresse e da multidão. Quando escolhi Bonito pro Ano Novo já sabia que não teria badalação. Ótimo! Não estava a fim de empurra-empurra na virada.

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A praça da cidade (Foto: Renata Telles)

Então, lá vai a primeira dica: Quer um Réveillon tranquilo? Coloque Bonito na sua listinha! A pracinha da cidade é o lugar onde todos se reúnem antes da meia-noite. Há fogos de artifício e a maioria dos bares e restaurantes permanecem abertos (e o melhor, não cobram nada a mais por isso). Escolhi o Bar Taboa que ainda me deixou levar Champanhe. O cardápio permaneceu com o mesmo preço!

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Bar Taboa: cerveja artesanal e petiscos

Claro, há possibilidade de você fechar uma ceia em um restaurante e pagar cerca de R$200 a R$400, mas de verdade? Preferi gastar esse din din em passeios.

A grana

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Por falar em reais… Bonito pode ser perfeito, lindo, encantador, mas é carooooo pra caramba! Fui fazendo meu roteiro e quando vi já tinha gasto cerca de R$1500. Cada atração custa entre R$80 e R$1000 (simmm, esse valor vale pra você flutuar no Abismo.. conto mais depois..) e todas elas estão localizadas em propriedades privadas. Os passeios que optei giraram em torno de R$100 a R$250.

Existem muitas agências de turismo na cidade, entretanto, os preços são todos tabelados. A única coisa que pode mudar é o valor do transfer até o destino (e mesmo assim, muito pouco…). Você fecha carro privado ou van. Eu preferi fechar van (por ser mais em conta)

Dica 2:Nunca, nunca, nunca, deixe de reservar seu passeio com antecedência (principalmente em alta temporada. Eu precisei marcar tudo 4 meses antes (!!!). Ao chegar no hostel presenciei viajantes desesperados por uma vaga pra Gruta Azul ou Flutuação, por exemplo.

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Como chegar?

Chegar por Campo Grande é o meio mais barato. Eu consegui uma passagem (ida e volta) por R$450. Do aeroporto você pode pegar um transfer (geralmente cobram R$100 cada perna) até Bonito (a viagem dura cerca de 4h).

Também é possível comprar uma passagem de avião direto pra Bonito. Desde 2017 a Azul disponibiliza voos, porém, os bilhetes são mais caros.

Onde ficar?

Olha, aí depende. Quanto você quer gastar? Quer luxo e conforto? Ou prefere algo em conta? Bonito tem resorts ma-ra-vi-lho-sos, além de pousadas e hostels. Mas, como falei antes, prefiro economizar pra gastar conhecendo a cidade 🙂

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Redário do Hi Hostel

Minha escolha foi o Hi Hostel (reserve aqui!). O lugar é simples, mas com uma vibe bem legal! Tem piscina, redário, quartos limpinhos com ar condicionado, banheiro privativo, cozinha pra você fazer a sua comida e fica a 25 minutos a pé do centrinho. O hostel ainda conta com uma agência turística. Para facilitar, acabei fechando tudo com eles.

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Área da piscina (Foto: Renata Telles)

O que fazer?

Chegamos na melhor parte né? Eu precisei escolher 6 passeios, senão teria que voltar à pé de Bonito até São Paulo… rs

Gruta Azul – Comecei a desbravar Bonito por uma das atrações mais famosas da cidade. Para chegar até o lago, é preciso descer quase 300 degraus, o equivalente a um prédio de 20 andares.

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Look do dia na Gruta Azul…. hahahaha

A água é cristalina – a cor azulada é fruto da incidência do sol combinado com outros fatores como localização da gruta e presença de minerais no fundo do lago. Nas primeiras horas da manhã o tom fica ainda mais intenso! Visite o lugar entre dezembro e janeiro (o azul é perfeito!!)

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Gruta Azul (Foto: Renata Telles)

Em mergulhos na Gruta do Lago Azul, foi descoberto inúmeros fósseis de animais extintos, como a Preguiça Gigante, Tigre Dente-de-Sabre, Mastodontes e outras espécies.

Existe também um projeto paralelo, que estuda um crustáceo pré-histórico que vive nas águas da Gruta do Lago Azul, tão antigo quanto os próprios dinossauros, trata-se de um camarão de água doce denominado Potiicoara Brasiliensis, catalogado em 2002.

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Gruta Azul: primeiro passeio do roteiro

P.S: É obrigatório o uso de tênis e desse lindo e fedorento capacete rs (eles não lavam e fica um cheiro de suor horrível!!)

Serra da Bodoquena –  não estava nos meus planos… Era para conhecer a Estância Mimosa, mas como choveu demais dias antes de eu chegar, precisei cancelar o passeio porque a água estaria muito turva. A chuva encheu tantos os rios que 90% dos balneários estavam fechados! Eu ainda consegui visitar a Praia da Figueira (conto mais abaixo)

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Serra da Bodoquena

Pois bem, com o cancelamento da Mimosa, optei por conhecer a Serra. É um passeio tranquilo, bom para famílias, terceira idade e crianças. Valeu a pena? Sim, mas não posso dizer que foi o lugar mais lindo que visitei!

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Trilha na Serra da Bodoquena

Localizada a 70 km da cidade de Bonito-MS, a Serra da Bodoquena começa com um percurso de 2.500 m pela mata (trilha leve) e passa por cachoeiras e piscinas naturais, totalizando 4 paradas para banho e um passeio de bote pelo Rio Betione

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Tirolesa na Serra da Bodoquena

Depois da trilha, aproveite a área de lazer com piscina, tirolesa, quiosque (bar), redes, quadra de vôlei… O almoço, já incluso, é delicioso, bem caseiro e ainda inclui a sopa paraguaia, prato típico do… Paraguai 🇵🇾 (jura?! 😂) e MS. Ela é uma espécie de bolo salgado. Leva milho, leite, óleo, queijo em abundância e cebola!

Rio da Prata – passeio obrigatório em Bonito. Aliás, curti super as opções de flutuação! As mais famosas são: Nascente Azul (leia mais abaixo), Rio Sucuri e Aquário Natural.

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Olha essa águaaaaa! Flutuação no Rio da Prata

Tudo começa com uma trilha agradável (bem leve) que nos leva até a nascente do Rio Olho D’Água. Imagina uma piscina natural de água cristalina?!!! Fiquei encantada!! São cerca de 2km de percurso em um passeio subaquático onde vemos várias especies de peixe.

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Flutuação no Rio da Prata

Confesso que esperava ver cardumes (na mesma quantidade que presenciei em Porto de Galinhas), mas por conta da chuva e período, eles estavam escassos. Entretanto, vi um filhote de jacaré na beira do rio 🐊

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Rio da Prata

Nascente Azul – Outro passeio de flutuação que vale no roteiro! Aliás, não saia de Bonito sem ter tido essa experiência. Ô lugarzinhoooo lindo! Além de nadar com várias espécies de peixes, você curte o lago, a tirolesa e o redário. Para a minha infelicidade, choveuuuu pacas na parte da tarde e não consegui aproveitar tanto as atrações. O investimento gira em torno de R$200, fora o transporte!

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Flutuação na Nascente Azul

Cachoeira Boca da Onça – sem dúvida, O MELHOR PASSEIO. Se você vai a Bonito, já deixa reservado! Ela está localizada a 34 km da cidade de Bodoquena e a 55 km da cidade de Bonito. A trilha começa à 3.500m de distância desde a sede do receptivo até o caminho que dá início ao percurso de 4.000 m pela mata do Rio Salobra.

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Cachoeira Boca da Onça

É fácil? Bem… Até a trilha seguimos em um caminhãozinho (tipo de safári). Já na mata, é preciso ter um pouquinho de preparo físico. Você sobe e desce, mas nada muito difícil. A gente foi parando, respirando, lendo plaquinhas com poemas…

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Plaquinhas com poemas durante a trilha da Boca da Onça (Foto: Renata Telles)

No caminho, passamos por 8 cachoeiras, mas só conseguimos mergulhar em 2 (geralmente o visitante entra em 4 delas). One more time, a bendita chuva atrapalhou e por segurança, não entramos no Buraco do Macaco e em uma outra queda. Há ainda um quiosque com banheiro que funciona como ponto de apoio. Ele vende bebida e lanchinhos (mas leve o seu na mochila!). Caso contrário,  desembolse R$10 por um copo de açaí e R$6 por um salgadinho industrializado (o que na minha humilde opinião, não combina com a vibe natureza… Você está ali respirando ar puro, se exercitando e aí vai comer Fandangos? hahahaha)

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Cachoeira Boca da Onça

Siga mais um pouquinho pela mata e… UAU! Cuidado pra não infartar ao ver tanta beleza.. rs A Boca da Onça tem 156m de altura, é a maior cachoeira do estado de Mato Grosso do Sul. Tirei 10 mil fotos (e não foi exagero), agradeci por estar ali, mergulhei pra tirar a zica… Não sei explicar, mas a energia naquela cachoeira é diferente de tudo que já vi.

Depois de relaxar, é hora de encarar a volta da trilha. Prepare-se, são 886 degraus pra subir… Há uma escada de madeira com corrimão, bem segura. Subi no meu ritmo, não há pressa e o guia te acompanha na maior paciência. Dei a sorte de cair no grupo da Nara, gente boníssima que tirou todas as minhas dúvidas.

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Força pra subir os 886 degraus!!

Terminando o passeio, se jogue no buffet da fazenda. Tudo tãooo gostoso gente! O almoço está incluso no pacote e aqui não há opção de comprar separado. Aproveite ainda pra curtir a piscina do local…

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Após a trilha, dá curtir a piscina da Fazenda da Boca da Onça (Foto: Renata Telles)
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Buffet incluso na Fazenda Boca da Onça (Foto: Renata Telles)

Praia da Figueira – Assim como a Serra da Bodoquena, a Figueira não estava nos meus planos. Queria mesmo conhecer o Balneário Municipal, mas ele estava interditado por conta do mau tempo. Seguimos então pra Figueira, também um balneário, entretanto, com entrada mais cara (R$65 contra R$36 do Municipal). Como disseram pra gente que não precisava reservar ingressos nesta atração específica, fechamos um táxi (cerca de R$140) e seguimos até lá.

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Praia da Figueira

Mas furadas acontecem e…. o lugar estava com lotação esgotada! Claro, com a chuva todos optaram pela Figueira, único balneário aberto. Como somos brasileiras e não desistimos nunca, suplicamos pra entrar e após 30 minutos lá estava eu e minhas amigas nos bronzeando na “areia” e tomando banho em águas calmas em uma lagoa de 60.000 m² repleta de peixes.

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Praia da Figueira (Foto: Renata Telles)

Não vá esperando comida boa e barata. Tudo caro! Pedi no máximo uma batata frita que demorou cerca de 2 horas pra chegar (eles não estavam acostumados a receber tantos visitantes ao mesmo tempo).

#ficaadica: Mesmo que todos te digam “balneário não precisa de reserva.. é só comprar ingresso na hora…”, duvide.. Pegue o telefone e ligue pra saber se ainda há vagas (especialmente em alta temporada!).

Buraco das Araras – Ele fica no caminho para o Rio da Prata, por isso, as agências tentam vender os dois passeios juntos. Como já sou cobra criada, pesquisei antes sobre a atração e vi muitas pessoas reclamando… Minha amiga, mesmo assim, decidiu ir.  É uma atração de observação e contemplação. Você segue até um buraco com 500 metros de circunferência e 100 metros de profundidade (resultante do desmoronamento de blocos rochosos) e tenta avistar araras, tucanos, entre outros… Às vezes você vê milhares de araras, às vezes, nenhuma…

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Entrada do Buraco das Araras

People, sinceramente, se você está em Bonito você vai ver arara por toda a parte, em qualquer lugar, seja na cidade ou em uma fazenda. Era só olhar pro céu e ela estavam elas.. Vi vermelha, azul, vi tucano… E não precisei pagar R$70 pra entrar em um buraco. Massss… essa é minha opinião! Is up to you!

Onde comer?

Eu decidi cometer uma extravagância e visitar a Casa do João, um dos restaurantes mais famosos de Bonito. Caroooo, mas delicioso. Tem cerveja artesanal e comidas típicas. Prove os peixes e a farofa de alho :). Custo: cerca de R$70 por pessoa.

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Pirarara, peixe da Amazônia, com bobó de banana, farofa de alho e pirão da Casa do João      (Foto: Renata Telles)
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Cerveja artesanal na Casa do João (Foto: Renata Telles)

No dia seguinte, fui até outra casa muito elogiada, Juanita. Me encantei pela chef. Ela vai até todas as mesas cumprimentar os clientes, assim como seu filho. Não que no João isso não aconteça, ele também foi muito solícito e nos contou toda a sua história, mas no restaurante Juanita senti como se estivesse na casa da minha avó ♥. Era tudo muito aconchegante. Provamos o pacu na brasa, prato mais vendido de lá! A conta é menos salgada, saiu a R$42 por pessoa.

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Pacu na brasa no restaurante Juanita (Foto: Renata Telles)

Com a carteira vazia, a realidade me chamou de volta à terra. No terceiro dia, decidi ser mais humilde. Conheci os famosos pastéis de Bonito. Eles custam entre R$8 e R$22 (dependendo do sabor). Provei o de palmito com catupiry, dos deuses! Quanto recheiooo minha gente…

Assim como peixe, sorvete é uma coisa que não falta na cidade. Tem dezenas de sabores diferentes, sempre de frutas exóticas. Também experimentei o tal do “sorvete assado”. Ele vai ao forno por alguns segundos e ainda leva frutas e marshmallow. Sensacional!!! Só a superfície fica torradinha, o sorvete continua geladinho.

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Sorvete assado (Foto: Renata Telles)

Para quem é fã de chá, a dica é provar o tereré! A erva mate é consumida em uma cuia pelos moradores (bem parecido com o chimarrão), mas em Bonito eles bebem gelado.

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Você encontra tereré em todos os supermercados (Foto: Renata Telles)

Quer tirar mais dúvidas sobre Bonito? Me escreva, deixe seu recado!

5 gordices (lindas e deliciosas!) que você precisa experimentar em Nova York

A gente sabe que americano é expert em criar lanches deliciosos (e calóricos), né? Pois bem, passei pela Big Apple na semana passada e experimentei as guloseimas que estão dando o que falar em Nova York neste verão. Do Brooklyn à Chinatown, anote as dicas! Se você está de viagem marcada, já vai correndo na esteira para se jogar sem culpa nas gordices! Isso é o que chamo de uma verdadeira food porn! Rs

Eu não curto o bairro de Chinatown (sorry!). Muita gente na rua e a cada passo aparece um oriental te oferecendo algo, quase que te puxando pelo braço… Dessa vez, entretanto, abri uma exceção para conhecer duas sorveterias maravicherry. Só de lembrar já fico aguando…

A primeira é a Wukongus, que vende verdadeiras obras de arte em forma de sorvete. Você escolhe o sabor da bola, a cor do algodão doce e adiciona quantos topping quiser!!! (lógico que coloquei 3645… rs).

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Sente a obra de arte!! hahahahaha Nem queria comer…. rs (Foto: Renata Telles)

 

Optei pelo Caramel Pecan Turtles (caramelo com nozes)  e finalizei com algodão doce, marshmallow, canudinho de chocolate, balas, castanhas, sucrilhos coloridos e por aí vai… rs Paguei a bagatela de $6,99 e posso garantir: foi o melhor sorvete da vida! Eu não queria comer no início de tanta pena… hahahaha Tirei milhares de fotos da “escultura”.

 

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Lindo demais ne? (Foto: Wukongus)

A segunda parada foi no Taiyaki NYC. O lugar aberto há pouco tempo vende uma adaptação do taiyaki, doce japonês que dá nome do local. Fui na hora do almoço (estrategicamente para não pegar filas… hehe. Por volta de 12h, quando abre a sorveteria, é supertranquilo e pude degustar minha iguaria sem estresse).

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Queria fazer 1000 imagens antes de comer… hahahaha (Foto: Renata Telles)

Feito de massa de panqueca e recheado com uma pasta doce de feijão vermelho, o bolinho é assado em forma de peixinho (e é usado no lugar da tradicional casquinha de sorvete). São cinco opções de sabores e centenas de toppings. Escolhi um dos mais pedidos, o Unicorn Taiyaki (olha que gracinha na imagem abaixo!). Mais uma vez, de tão fotogênico, tive pena de comer… rs Paguei $7,99.

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Esse foi o meu sorvete de unicórnio… Lindo ne? (Foto: Renata Telles)

Ainda em Chinatown há a cafeteria Sweet Moment. As bebidas são servidas com cremes nos sabores chocolate, matcha e red velvet. Olhem as carinhas, são muitooo fofas ♥.

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Café com creme de chocolate, red velvet e matcha (Foto: Sweet Moment)

Também há milk-shakes e sorvetes combinados com diversas frutas. Gamei nessa melancia, mesmo não sendo fã. Acho que vale uma visita, certo? rs

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Dá até pena de comer… (Foto: @ehgg)

Já em East Village visitei a famosa Wowfulls. Também é uma sorveteria (a portinha é estreita, você não dá nada pelo lugar) e sua casquinha é feita de waffles.

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Escolhi um sorvete de matcha com balas e calda de caramelo (Foto: Renata Telles)

A guloseima é gigante e assim como as lojas de Chinatown, não há limites de topping. Provei o sabor preferido dos nova-iorquinos, matchá (espécie de chá verde que acelera o metabolismo e queima de gordura.. vai que funciona ne.. hahahaha).

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Já esse era de vanilla com marshmallow, morango e chocolate… Delicia! (Foto: Renata Telles)

Do outro lado da ilha, no Brooklyn, mais especificamente em Williamsburg, foi a vez de experimentar o tradicional bagel americano. Mas não era qualquer um… Eu, que sou apaixonada por pão, precisava conhecer os quitutes co-lo-ri-dos da The Bagel Store! Os rainbows bagels, de tão fofos, parecem até massinha de criança…

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Gulaaaa.. Comprei 4 e deixei até para o café-da-manhã (Foto: The Bagel Store)

Você pode comer com ou sem recheio. Prepare-se para os sabores: nutella, morango, abóbora, tomate seco, cookies, manteiga de amendoim e outras dezenas de opções doces e salgadas.. Minha fome era tanta que comprei 3 bagels simples e 1 com recheio de morango. Exagerei né minha gente?! Aguentei comer metade de um (achei enjoativo, confesso). Os outros eu guardei para o café do dia seguinte. Esquentei no forninho, mas, sinceramente, já não estavam tão gostosos.

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Meu lindo bagel… (Foto: Renata Telles)
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Dá para resistir? Você pode escolher entre dezenas de recheios… (Foto: The Bagel Store)
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Escolhi recheio de morango.. É gostoso, mas não consegui comer tudo… Acaba enjoando            (Foto: Renata Telles)