Cinco achados que não vão pesar na bagagem

Ninguém quer levar muito peso na mala, certo? Por isso, escolhi cinco produtos curingas pra você ter durante a sua trip.

1- Bora começar pelo documento principal: o passaporte! Vamos juntar estilo e praticidade. Na capinha fofa da Josefina Cor você pode guardar outras coisitas como bilhetes aéreos, carteirinha de vacina, etc. R$43

2- Doleira é um item primordial em todas as minhas viagens. Essa da Uncle K é perfeita, não cai de jeito nenhum. R$49

3- Cabelo ressecado por conta do clima local? Taca a máscara All Soft Mega da Redken, recém lançada no Brasil. Ela é milagrosa, garanto!! No Chile, por exemplo, a água tem muitos minerais e você sai do banho com os fios pesados! Foi só eu passar a máscara que meu cabelo melhorou. R$217 (vale o investimento!)

4 – Povo, que atire a primeira pedra quem não leva make up pra viagem! Não precisamos carregar milhares de produtos, mas o básico pra gente continuar radiante depois de andar 10 horas na rua… hahahaha O blush da nova linha Aquarela, da Natura, deixa a gente com a aquela carinha saudável.  R$29,90

5 – Pra que levar um vidro inteiro de perfume? A Mahogany lançou uma fragrância floral deliciosa! Além do tamanho normal, é possível comprar o travel size, leve e prático! R$38

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Chile: um passeio encantador pela vinícola Concha Y Toro

O Chile é um dos países mais queridos da América Latina (pelo menos pra mim!). Toda vez que piso em Santiago sou recebida como uma local. Todos os chilenos são muito queridos e solícitos (e olha, não to puxando o saco não. Dos povos mais simpáticos, Chile, Tailândia e Nepal ganham disparado).

Pois bem, tive o privilégio de visitar novamente o país, dessa vez, a convite da Casillero del Diablo (sim, aquele vinho delicioso que tem o desenho de um capetinha gente boa). Fui conhecer os lançamentos da marca e claro, aproveitei pra visitar a vinícola mais famosa do Chile: Concha Y Toro, localizada em Pirque. Foi ali que nasceu o centenário Casillero, além de outros vinhos. Durante o passeio aprendi a diferenciar algumas bebidas, conferi a produção master da marca e fiquei sabendo que os principais shoppers são mulheres! Ou seja, estamos ficando pós-graduadas quando o assunto é vinho

Realizei um tour que durou aproximadamente uma hora e conto aqui como foi a minha experiência. Partiu?

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Nos jardins da mansão da família Concha y Toro. O lugar foi fundado em 1883.

Como chegar

Dá pra ir de metrô –> Pegue a linha 4 – azul escuro – vá até a Estação Las Mercedes. Deixe o local pela saída Concha y Toro Oriente e pegue um dos mini ônibus da vinícola. Ele sai de meia em meia hora, das 9h às 16h30. O bilhete de ida e volta custa CLP $2.000. Você também pode pegar um táxi da estação, cerca de CLP $4.000, ou um ônibus (linhas 73, 80 ou 81).

De carro –> Pegue a rodovia Autopista Vespucio Sur. Vire à direita na saída Salida 39 Departamental Vicuña Mackenna. Siga em frente. Cerca de 5 km depois, a Avenida mudará o nome para Avenida Concha y Toro. Atravesse o Rio Maipo (ponte San Ramon) e vire à direita: você chegou a Avenida Virginia Subercaseaux. A primeira entrada à direita é a vinícola Concha y Toro

Transfer –> Existem muitas agências turísticas que fazem o passeio, na minha passagem pelo país eu conheci a Vem pro Chile. Fui super bem atendida pelo dono, Jorge, e ainda consegui uma promoção para os meus seguidores. Ele faz tour por vários lugares, entre eles, Cajon del Maipo, Baños Colinas, Valparaiso, etc.). Na compra de qualquer passeio, ganhe 15% de desconto! Basta falar no meu nome ou citar o Ela que Ama Viajar.

De carro/transfer a viagem dura mais ou menos uma horinha.

A compra do ingresso

Existem dois tipos de tour, eu escolhi o tradicional, mas ainda existe o Tour Marques de Casa Concha, que inclui degustação de queijos finos.

O passeio

A gente mal chega e já ganha uma taça para as degustações (você pode levar ela pra casa depois). O passeio começa nos jardins (que coisa mais lindaaaa, me senti num filme!), era ali que a família Concha Y Toro passava as férias de verão no fim do século XIX. Você começa andando por toda a área externa, passa pela mansão (no dia que eu fui ela não estava aberta) e circula entre as 26 cepas de uvas viníferas (dá pra provar as frutas!).

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Olha o humilde jardim da família…
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Degustação do primeiro vinho
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A mansão! No dia que eu fui estava fechada, mas dá pra visitar
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As cepas de uva: prove um cachinho, as frutas são deliciosas

Entre uma degustação e outra, você faz ainda uma visita às bodegas, entre elas, a tradicional Casillero del Diablo. O lugar, by the way, já suportou diversos terremotos. É nesse momento que a maior lenda da indústria mundial é contada! As luzes se apagam e você é transportado para o século XIX.

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Visita à adega subterrânea onde nasceu a lenda do el diablo…

A lenda: Don Melchior construiu uma adega subterrânea pra guardar seus melhores vinhos. Entretanto, começou a ser furtado e para afastar ladrões inventou que toda noite o diabo aparecia em sua “caverna”. Desse jeito ele conseguiu salvar suas relíquias… Espertinhoo né! A história ficou famosa e… virou vinho! No fim do passeio, você é levado ao lugar que o el diablo se esconde… Saca só!

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O diabinho camarada no fundo…

O almoço

Acabou? Só se você quiser! Complete o tour com um almoço no restaurante Concha y Toro (não está incluso). O cardápio possui diversas opções (carnes, peixes e pratos veggies), além de uma infinidade de vinhos… Como escolher? Fiquei louca!!! Optei por um rosé ma-ra-vi-lho-so, que infelizmente não tem no Brasil… 🙁

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Minha escolha para o almoço
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No prato principal escolhi salmão com nhoque ao molho de funghi (só de lembrar já me dá fome)

 

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Não deixe de pedir sobremesa: o cheesecake é delicioso

Se valeu a visita? Ir ao Chile e não conhecer a vínicola Concha Y Toro é como viajar a Paris e não ver a Torre Eiffel!

Ficou com dúvidas? Escreve aí que te respondo!

 

 

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Proteção e praticidade na mala: Shiseido lança linha Waso, com ingredientes naturais

Sempre digo que na minha necessaire de viagem eu priorizo um creme para o rosto, outro para o corpo e um mini kit de cabelo. A dica de hoje é a linha Waso, da Shiseido, que acaba de ser lançada no Brasil.

São vários produtos que ajudam a solucionar a desidratação e oleosidade, além de removerem impurezas e excesso de óleo do rosto. Os ingredientes são naturais e possuem mel, cogumelo branco japonês, cenoura, folhas de nésperas e tofu. Cada um tem a sua especialidade, mas a marca faz questão de ressaltar que não há regras ou rituais: você pode usar como quiser!

As embalagens foram pensadas para serem levadas em viagens: elas são pequenas e possuem um ganchinho, dá pra pendurar onde quiser.

Um pouquinho de cada produto:

Gel hidratante de cogumelo branco japonês – tem ação antiflamatória. Visitou uma cidade com clima seco? Essa pode ser uma boa opção. Haaaaa e a fragrância do creme melhora o humor e aumenta o nível de concentração durante o dia.

Gel hidratante de cenoura – Peles secas a sensíveis, acalma os poros. Dá pra usar após a maquiagem and… nas pontas do cabelo. Isso mesmo, rosto e fios!!

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Gel hidratante de cenoura: dá pra usar no rosto e nas pontas do cabelo (Foto: Renata Telles)

Espuma de limpeza de mel – Remove impurezas e funciona como um demaquilante (Outro produtinho que eu não tiro da mala)!

Esfoliante de tofu – Estimula a renovação celular e o melhor: não precisa de enxague

Gel hidratante e creme facial de néspera – Controla oleosidade e ajuda a cicatrizar acne. O creme facial ainda possui protetor solar (produto obrigatório na bolsa de trip!)

A linha está disponível na Sephora!

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Esfoliante de tofu, demaquilante de mel e gel hidratante de cogumelo (Foto: Renata Telles)

 

Havana: um guia completo pra você se virar na capital cubana

Deixemos a política de lado. Cuba é encantadora, colorida e surpreendente. Estava planejando essa viagem há cinco anos, mas sempre trocava o destino de última hora. Erro meu! Me apaixonei pelo país assim que pisei em em Havana. Saí do aeroporto, fiz sinal para um táxi e entrei em um Cadillac ano 1946. O motorista já foi puxando conversa e me dando dicas da cidade. Enquanto a rádio local tocava reggaeton, ele me dizia o quanto gostava de morar em Cuba. “É seguro aqui!”, me garantia.

Decidi me hospedar em Havana Vieja (parte antiga da cidade). Queria realmente me sentir na Cuba dos anos 1950. Ao chegar no meu hostel, quase caí pra trás. O prédio era tão antigo que tive dúvidas se ele não poderia desabar a qualquer momento. Primeiro engano. As construções, apesar de velhas, eram verdadeiras fortalezas.

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A entrada do hostel… Mas não se assuste, dentro é tudo cuidadinho

Do lado de dentro, tudo novinho e bem cuidado. Abro a porta e sou recepcionada com um abraço pela dona do lugar. Parecia até que eu fazia parte da família dela, um amor e carinho sem igual. Em Cuba você é tratada assim, mesmo que seja uma estranha.

Ao caminhar pelas vielas de Havana, confesso, me senti desprotegida no início. Era como se eu estivesse andando pela Sé, em São Paulo. Pensava: “vou ser assaltada a qualquer momento”. Segundo engano! Como disse o taxista, a cidade não apresenta qualquer perigo! Ande sem medo, de dia ou à noite. Lógico, furtos podem existir se você deixar sua bolsa de lado, por exemplo. Mesmo assim, ao conversar com uma fotógrafa local, ela me contou que certa vez uma alemã havia esquecido sua bolsa numa praça. Duas horas depois, voltou ao local na esperança de encontrá-la. E encontrou! Estava no mesmo lugar, intacta!

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Pelas ruas de Havana

Os dias em Havana são longos, com um lindo por-do-sol às 19h. Saia com roupas frescas e calçado confortável, a temperatura beira 30 graus no mês de março. Prefira andar a pé ou de bike, os táxis são caros. Se precisar pegar um, opte pelo táxi compartilhado (espécie de uber pool). É fácil reconhecer na rua, são os automóveis mais velhinhos… rs

Abaixo, preparei um guia completo pra você curtir Havana!


A moeda

Troque a sua moeda ainda no aeroporto. Em Cuba, os valores são praticamente tabelados, então você não perde dinheiro. Importante: esqueça que o dólar existe (eles cobram uma taxa maior)! Leve euros!!

Existem hoje duas moedas correntes no país: o peso cubano, também chamado de moneda nacional, e o peso conversível, mais conhecido por sua sigla, CUC. Ele é a moeda mais forte, usada em setores específicos, entre eles, o turismo. O CUC tem paridade com o dólar americano (1 pra 1).

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A moeda dos turistas: CUCs cubanos

Já o CUP (peso cubano) é a moeda em que a maioria dos cubanos recebe o seu salário e paga suas contas. A cotação é mais ou menos de 25 CUP para 1 CUC. Nós turistas não podemos usar o CUP, mas se por um acaso algum vendedor quiser trocar com você, tudo bem. É fácil diferenciar as duas moedas, o CUC possui imagens de monumentos turísticos de Cuba enquanto o CUP carrega em suas notas heróis nacionais como José Martí, Camilo Cienfuegos e Che Guevara.


Transporte

O Aeroporto Internacional José Martí é o maior de Cuba e a porta de entrada pra quem chega em Havana. Fica localizado no sul da cidade a cerca de 18 km do centro de Havana.

Ao sair do local, você vai ver dezenas de táxis a sua espera. Prefira os carros mais velhinhos, as viagens saem mais baratas. Eu paguei 25CUC, geralmente os taxistas cobram de 30 a 35 CUCS. Os táxis mais caros são Turistaxi, Transgaviota e Taxi OK.

Quer economizar mais ainda? Pegue um táxi compartilhado, eles são chamados de Las Máquinas e param em pontos específicos (tipo um ônibus mesmo).

–> Você também pode dar um passeio em um carro conversível! Por toda a cidade existem centenas de antigos modelos coloridissimos! É possivel escolher pacotes de 1 ou 2 horas. Na verdade você combina tudo com o motorista. Ele geralmente passa pelos maiores pontos turísticos de Havana. Você vai no carona ou no banco de trás! É caro? Sim, cerca de 30, 40 cucs (40 dolares). Negocie!! Se não quiser gastar essa grana, vá na cara de pau e peça pra tirar somente uma foto.

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Onde se hospedar

Geralmente os turistas ficam entre dois bairros: Havana Vieja, o centro histórico, ou El Vedado, zona mais moderninha e cultural.

Em Havana Vieja eu me senti realmente na Cuba antiga (como escrevi acima) com casas coloridas e carrões antigos. É lá que fica a maior parte das atrações turísticas da cidade, como os  bares La Bodeguita del Medio e Floridita, o Museu da Revolução e o Museu Nacional de Belas Artes. A vantagem de ficar no centro histórico é que você pode fazer tudo a pé. Eu caminhava durante horas e descobria cada cantinho encantador. Sou bem suspeita pra falar, AMEI a parte antiga de Havana. Por sinal, esse bairro é tombado como patrimônio histórico pela Unesco.

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A única coisa que me incomodou em Havana Vieja foram os vendedores. Cada passo que você dá alguém vem te oferecendo algo: passeios, taxis, restaurantes e até massagens (existem muitos garotos de propaganda na cidade). Eu respirava fundo e seguia em frente!

El Vedado é totalmente oposto! É a cidade do “hoje”! Suas ruas são largas, não há muitos turistas por lá e o bairro é cheio de galerias de arte e centros culturais como a Fábrica de Arte Cubano onde acontecem exposições e shows. É bacana pra passear, mas achei longe de tudo. Em Vedado você gasta mais dinheiro de taxi, por isso, optei por Havana Vieja.

Olha, eu até podia te aconselhar a pegar ônibus, mas caraaaa.. sem noção! Eles são lotados o dia TODO. Pensa num bus pior do que os de São Paulo? Não vale o estresse… Como fiquei na parte antiga, quando precisava de um transporte, optava pelo táxi compartilhado.


Hotel, hostel ou casas particulares?

Hotel é a alternativa mais cara e impessoal, então já eliminei de primeira. Aconselho hostel e casas particulares. Mas um adendo: a maioria dos estabelecimentos não tem elevador, tem que subir de escada com a mala. Eu adoro hostel porque se você está sozinha, acaba fazendo amizades em 30 minutos. Acho bem divertido, pra vocês terem uma ideia, conheci uma brasileira e uma inglesa e viajamos juntas para Viñales.

Eu me hospedei no Cuba 58 Hostel, ele fica na Rua Cuba de número 58 (dãaa…. rs). As camas são ok, o café da manhã de tá direito a ovo, pão, café e suco e os banheiros são bem limpinhos. Só tive problema no primeiro dia porque o chuveiro demorou a ter água. Se não me engano, paguei 15 euros por 3 dias em quarto compartilhado. O que mais curti lá foi a recepção. As donas são umas fofas, te ajudam em tudo! Precisa de casa particular em Viñales? Elas arrumam! Taxi? Arrumam! Sugestões de lugares pra comer? Arrumam! E não é aquele tipo de dica falsa, elas não te mandam para um lugar turistão.

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Café da manhã no hostel

Depois que voltei de Viñales (conto em outro post), precisei reservar novamente uma diária no Hostel. Como não tinha vaga, elas me indicaram a casa particular Los Quarteles. Fica na rua do lado, fácil de achar. O lugar é maravilhosooooo se você tem 2 pessoas pra dividir o quarto. Me senti num filme! hahahahaa. Agora se está sozinha, vai pagar mais por um quarto lá… (30 cucs a diária)

Reserve aqui a sua hospedagem em Havana atráves do Booking.com. Você não paga nada a mais e ainda ajuda o blog! Lembrando que a maioria das reservas feitas através do Booking.com podem ser canceladas.


A Internet

Isso é algo bem novo em Cuba, esqueça aquela história de chegar no hostel ou em um café e pedir wifi. Pra navegar, cubanos e turistas precisam comprar um cartão, que vem com login e senha (1 hora = 1cuc). O segundo passo é procurar as praças da cidade que possuem o tal do wifi que vai conectar essa senha… (quando vc vê dezenas de pessoas paradas num lugar, pode ter certeza, ali tem o bendito sinal!). Louco ne! Sem contar que enfrentei 1 hora de fila pra comprar o tal cartão.

Mas olha, vai com paciência. Tenha em mente que você fará um detox porque a internet é lerda demais…. Foi bem difícil atualizar de lá, só conseguia usar o whats app e checar e-mails.


O que ver em Havana

Desde o fim da Revolução Cubana em 1959 e com o embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, o país ficou congelado no tempo.

Plaza de Armas – A praça foi a primeira da cidade, construída no século XVI. Nos fins de semana acontece uma feira de antiguidade.

Plaza de La Revolucion – O principal cartão postal de Havana e um dos símbolos da Revolução Cubana e do regime socialista. É lá que fica a emblemática imagem de Ernesto Che Guevara.  Também há um memorial dedicado a José Martí, criador do Partido Revolucionário Cubano. Como não tem nada pra fazer ali em volta e fica longe, preferi pegar aqueles ônibus turísticos, que passam pelos principais pontos da cidade.

Calle Obispo – nessa rua ficam as duas farmácias antigas de Havana, a Taquechel e a Johnson, da época em que as medicações eram manipuladas. Nas prateleiras há enormes potes de porcelana com medicamentos (eu, idiota, quando passei pela primeira vez, achei que fosse uma loja de decoração e queria comprar um desses vidros… hahahahaha). Na Calle Obispo fica ainda o Café Paris e o bar La Floridita, onde o escritor americano Hemingway tomava seus Daiquirís.

Plaza de la Catedral – Ela é tão linda…. é cheia de edifícios barrocos e claro, possui a Catedral de San Cristóbal de la Habana. Ao redor, ficam as típicas senhoras cubanas, com seus charutos e roupas típicas. Bem espertinhasss, as mulheres cobram 1 cuc pra tirar fotos com elas.

Museu de La Revolución – era o antigo palácio presidencial econta toda a história de Cuba. Não importa se você é comunista ou não, estamos falando de cultura e vale a visita. Não achei o acervo tão grande e organizado, mas é bacana! Só não vá esperando um Louvre… Atrás do museu fica o Memorial Granma. No “quintal” há tanques e aviões de guerra, além de um iate que levou Fidel Castro, Che Guevara e mais 80 combatentes do México para Cuba em 1956 a fim de dar início a fase decisiva da Revolução Cubana.

Capitólio Nacional – Ele foi construído em 1926, época em que a influência americana na ilha era muito grande (Cuba já foi o quintal dos Estados Unidos até acontecer a Revolução Cubana). Hoje o Capitólio é a sede da Biblioteca Nacional e Academia Cubana de Ciências, mas não está aberta a visitações. Ele está fechado há anos por conta de uma obra interminável

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Paseo del Prado – um simpático calçadão arborizado que fica no meio da Avenida Paseo de Martí, que começa no Capitólio e vai até o Malecón.

Malecón – É um calçadão a beira-mar que vai de Habana Vieja até foz do Rio Almendares. Os cubanos adoram se encontrar ali pra passear, pescar… Eu adorava tomar um mojito no fim da tarde por lá e assistir o sunset.

Forte de La Cabaña – Fica ali pertinho do Malecón, mas do outro lado da entrada da cidade. O forte, construído em 1774, protegia a Baía. Dá pra ficar horas andando por lá. Você ainda pode visitar o museu e ter uma vista privilegiada de Havana.


O que comer

Achei as refeições bem parecidas com os cardápios brasileiros. Arroz, feijão, carne, salada.. Mas eles ainda colocam banana na comida (minha mãe fazia isso comigo quando eu era pequena.. Ela deve ter sido cubana na encarnação passada). O prato mais famoso de lá chama-se Roupa Vieja. É um espécie de cozido feito de carne de porco e molho de tomate.

Recomendo comer nos paladares. Comida boa, caseira e barata (dependendo do lugar). Como virou modinha, alguns já tem preço de restaurante 5 estrelas… rs

Tem o La Guarida, que apareceu no filme Morango e Chocolate, mas de tão famoso, ficou caro e você precisa reservar, o Los Mercaderes (um pouquinho mais em conta) e o Los Nardos (melhor opção custo/benefício). Mas são milhares de opções por toda a cidade!

Eu confesso que o meu restaurante queridinho não é um Paladar. Fica ao lado do Cuba 58 Hostel e matou minha fome várias vezes… rs O Bar Máximo é sensacional! Comida de primeira e drinks deliciosos. Preço honesto! Eu não como carne vermelha e nem frango, então me fartei no camarão! hummmmm….

Existem dois lugares bem tradicionais e históricos em Havana, entretanto, não comi lá. Ouvi de muitas pessoas que a comida e bebida já não é tão gostosa como antes. Os bares são muito turísticos, você precisa brigar por um drink… hahahaha Por isso, desisti e só fiz algumas fotos. São eles: La Bodeguita (famoso por ter sido frequentado por Ernest Hemingway, Fidel Castro e Nat King Cole) e El Floridita (também conhecido porque er ali que Hemingway tomava seus daiquirís. Dizem, é o melhor daiquirí de Cuba….)

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Em frente ao famoso El Floridita

Curtiu? Tem mais alguma dúvida? Me escreva que te ajudo!

Mais sobre Cuba:

O que fazer em Cayo Largo

Como chegar em Cayo Largo

Cuba: o que fazer em Cayo Largo

Cayo Largo (ou Cayo Largo del Sul) é uma pequena ilha do Caribe e para chegar até lá, só de avião. São apenas 30 minutos no ar saindo de Havana (clique aqui para saber mais). A recepção no pequeno aeroporto Vilo Acuña é animada. Enquanto você espera sua mala na esteira, há a apresentação de um grupo de salsa. Confesso que estava morrendo de sono (era 7h da matina) e só queria entrar no transfer e dar de cara com aquele mar cristalino!

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Playa Sirena

Fiquei três dias na ilha e sinceramente não recomendo menos tempo. Prepare-se para fazer absolutamente NA-DA! O destino serve pra isso, relaxar, dar uma caminhada, se bronzear, comer, dormir, ler…. eu posso dizer que realmente consegui desacelerar nesse lugar! Minha terapia sem rivotril!

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Ler, comer, mergulhar, dormir… Relaxe em Cayo Largo

A praia em frente ao hotel

No primeiro dia aproveite pra dar uma reconhecida no local. Circule pelo resort (só há opções de resorts, sem casas de família), se delicie com uma piña colada (comidas e bebidas inclusas no pacote) e dê um mergulho na praia localizada em frente ao hotel. Há espreguiçadeiras e guarda-sol for free!

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Espreguiçadeiras em frente ao resort (Foto: Renata Telles)

Eu me hospedei no Pelicano. As diárias vão de 250 até 1000 e pouco reais dependendo do quarto escolhido. Eu fui no mais simples e curti (espaço grande, ar condicionado)!

Convenhamos: você vai passar o dia todo fora, na praia, pra que pagar caro num quarto? Hellooooo!

Os resorts são todos bem parecidos em relação à estrutura e atendimento. São antigos, precisando de reforma. A comida não é tão legal, é pesada e gordurosa, mas vai de gosto ne! (lembra muito a de cruzeiro…🤢). Reservei meu quarto pelo site Logitravel (bom porque parcela em 1000 vezes!)

Ilha das Iguanas

Na manhã seguinte, já relaxada, marque um passeio de catamarã (95 cucs – você compra direto no resort). Durante a programação é possível fazer snorkeling (no dia que fui o  mar estava mexendo muito..) e conhecer a Ilha das Iguanas!

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Ilha das Iguanas (Foto: Renata Telles)

Genteeee é a coisa mais linda do universo! Como o nome já diz, o lugar é lotado de iguanas! Tive até que tomar cuidado pra não o tropeçar em um bichinho rs. Lá não há quiosques, comida ou qualquer estrutura. Apenas os répteis e, sim, eles são donos de tudo! Por isso é necessário cuidado e respeito! Nada de tocá-los ou alimentá-los!

Lembre-se: nós somos os intrusos ali!

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O passeio dura o dia todo e inclui almoço. Como não curto lagosta, fiquei no ovo mesmo.. rs

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Meu almoço… Mas também tinha lagosta

Playa Sirena 

O terceiro e último dia pode ser uma ótima opção pra caminhar pelas praias Sirena e Paraiso. Foi o que eu fiz! 🙂 A Sirena tem cerca de dois quilômetros, possui muitas palmeiras e nenhum resort por perto. O mar turquesa é calmoo (quase uma piscina) e nas areias há restaurante, bar e lojinha de artesanato. Pra chegar até lá você tem duas opções: pagar 5 cucs no transfer do hotel ou 2 cucs em um taxi (obviamente, escolhi a segunda opção).

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A vontade é de ficar pra sempre no mar

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Playa Paraiso

De lá você pode pegar um novo taxi até a praia Paraiso (5 minutos de carro) ou ir andando… Eu preferi caminhar. O percurso dura uma horinha, mas você vai parando pra tirar fotos, dar um mergulho… recomendo a experiência.

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No caminho pra Playa Paraiso

Essa praia é naturalista, o que quer dizer que você pode dar de cara com nudistas. Eu ainda fico meio constrangida com isso, não consigo me acostumar e nem tirar a minha roupa… rs  O uso de trajes de banho ali é opcional, então eu não estava infringindo nenhuma lei…

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Olha esse mar! Não precisa nem de filtro ne

O mar é mais movimentado que a Sirena, por isso, tome cuidado! Haaaa e fique atento para ver estrelas do mar, tartarugas marinhas e diferentes espécies de peixes… Só pra você ter uma ideia, a Playa Paraiso foi considerada a quarta melhor do mundo pelo Tripadvisor no ano de 2016. Não é pouca coisa não ne?!

 

P.S: Recomendo levar uma mochila com água e lanche se for fazer a caminhada entre Sirena e Parayso!

Quando ir à ilha

A alta temporada vai de dezembro a março (ou seja, preços mais altos), por outro lado, é a melhor época pra visitar Cayo Largo. A temperatura beira 30 graus e à noite rola um ventinho frio. Se você for mais pro meio do ano (julho ou agosto), o calor estará duas vezes mais infernal.

Bom saber: o período de furacões vai de junho a outubro.

Mais sobre Cuba:

Como chegar em Cayo Largo

Um guia completo pra você curtir Havana

 

 

 

 

Beleza na estrada: o creme e sérum milagrosos pra você usar quando estiver viajando

Não é porque sou mochileira que não cuido da beleza, ne? E ao invés de gastar com 300 produtos, eu prefiro me concentrar em poucos e bons, ou seja, naqueles que realmente funcionam! Na semana passada fui conhecer as novidades da Dior em São Paulo. A grife  lançou a linha Capture Youth, com creme para o rosto e cinco séruns a fim de retardar os efeitos do envelhecimento. É um tratamento mix & match, onde misturamos os dois produtos.

Tá, mas e aí? O que isso tem a ver com viagem?

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Acontece que cada sérum funciona para uma necessidade específica e dois deles foram feitos especialmente para quem vive em um avião.

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O Glow Booster é recomendado para períodos de estresse, fadiga e jet lag, o sérum ilumina e energiza a pele. Já o Plump Filler combate o estresse ambiental, sol, tempo seco, frio… Ou seja, viajou durante 10, 15 horas? Pisou em uma cidade seca, caminhou o dia todo com a pele exposta a altas temperaturas? O rosto fica até meio craquelado ne… hahahaha Então, basta misturar 3 gotinhas do sérum ao creme e voilá! Tudo novo outra vez!

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A duplinha poderosa já está na minha nécessaire para o próximo destino. Haaa, mas só dá pra usar quando viaja? Não, você pode realizar esse tratamento todos os dias por 30 dias se a sua pele estiver em estado crítico 🙂

Confira o que faz cada um:

Glow Booster – Com 100 vezes mais concentrado de vitamina C do que uma laranja, o sérum ajuda a clarear e a iluminar a pele, dando brilho natural.

Plump Filler – As moléculas de ácido hialurônico ajudam a reidratar a superfície da pele. A textura é refrescante e nutritiva.

Lift Sculptor – Sérum rico em polifenóis que ajudam a combater a falta de tônus e a elasticidade da pele.

Redness Soother – O tratamento ideal para peles sensíveis. O sérum apresenta uma mistura de peptídeos de algodão com a finalidade de acalmar e tirar a vermelhidão da pele.

Matte Maximizer– Tratamento matificante que controla o excesso de brilho e refina a textura da pele, uniformizando e encobrindo manchas. A combinação de ácido lático, argila rosa e gluconato de zinco ajuda a absorver o excesso de gordura em todas as situações.

Os produtos estão a venda em todas as lojas da Sephora ♥

 

Como escolher a mala ideal pra viajar

Se tem uma pessoa nessa vida que já testou malas, esse ser sou eu! Grande, pequena, rígida, flexível, vagabunda, cara, de rodinhas… E depois de anos finalmente achei o meu kit perfeito: mochila + mala de mão + mala média.

Abomino tudo que é grande e pesado demais! Atrapalha a sua trip, te prende e ainda te faz pagar excesso de bagagem. Por isso, aqui vão as minhas dicas!

Escolha uma mala que seja boa de transportar. Quando viajo para destinos de aventura prefiro levar uma mochila de 40 litros. Cabe o essencial e você carrega nas costas. Então se tiver que atravessar estradas de terra, pegar ônibus, fazer trekking, subir morros, obviamente, a mochila é uma mão na roda.

Mas quando não estou escalando o Monte Everest (brinks hahahaha), a maior parte do tempo uso uma mala de mão ou uma mala média. Só viajo com as duas juntas se o destino for Nova York. E aí, eu não preciso nem explicar o motivo ne… #compras

Já tive muitos problemas de pegar minha mala na esteira e ela vir rasgada ou rachada.. Naquele momento vem um ódio mortal e o pensamento: por quê não paguei um pouco mais e comprei algo melhor?

Pesquisa vai, pesquisa vem, achei um modelo que me surpreendeu. É a Monte Carlo, fabricada e vendida pela Bagaggio. Além de serem LINDAS e estilosas (tem nas cores rosé, dourada e grafite), as malas são rígidas (e leves!), possuem quatro rodas em giro 360 graus e na parte interna há ainda compartimento com tampa, forro em nylon, bolso com zíper (tem até um lugar específico pra colocar as roupas sujas e molhadas!) e cintas elásticas com travas (pra roupa não ficar sacudindo lá dentro…)

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Sente o material: de primeira! Ela também possui um plástico protetor (Foto: Renata Telles)

Como disse antes, eu escolhi a mala pequena e a média. A menor eu costumo levar comigo no avião, já a média, claro, preciso despachar. A primeira vez que viajei com ela fiquei tensa… “Vamos lá Renata, mais uma mala pra testar…”

Mas 10 horas depois, quando fui pegá-la, a bichinha estava intacta!! Claro, um pouco suja (o que é normal já que nego praticamente joga voleibol com nossas malas nos aeroportos). Haaaa, e também percebi um detalhe: elas são envolvidas com um plástico, o que protege de arranhões!

Sériooo, sem propaganda enganosa, as malas viraram meu xodo!

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Além de resistente, a mala da Bagaggio também é super estilosa (Foto: Renata Telles)

Anote:

– Prefira malas leves e resistentes;
– Quanto mais compartimentos, melhor;
– Rodinhas em 360 graus (vai por mim, na volta de uma viagem, a mala tá explodindo, seu corpo agradece);
– Aposte naquelas que possuem o cadeado TSA embutido (o modelo Monte Carlo tem!);
– Dê preferências para malas feitas de ABS e policarbonatos (é o caso das minhas). Esses materiais tem resistência ao impacto, calor, química.

Missão Cuba: como chegar em Cayo Largo

Tudo que eu queria era ficar estirada na areia bebendo mojito e olhando pro mar cristalino do Caribe. Mas até chegar a essa cena de filme… senta que lá vem historia!

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Ir para Cayo Largo não é uma tarefa tão fácil! Para chegar até o paraíso, é preciso paciência. Alias, é necessário encarnar praticamente o Dalai Lama. Você só pode chegar até a ilha pela Cubatur (empresa do governo).

 

Primeiro é preciso enviar um e-mail à agência e checar vagas e preços (eu queria deixar tudo organizado do Brasil para não chegar em Cuba e ter problemas, mas vc tb pode fechar a viagem direto em um dos hoteis cadastrados na cidade, sempre com 48h de antecedência).
A meditação já começa por aí! Você envia uma, duas, três mensagens pro endereço geral e eles simplesmente NÃO respondem!  Mas como sou brasileira e não desisto nunca, fui lá fuçar o Facebook deles e descobri o email de um funcionário (anota aí que você vai precisar! ernesto.perez@opcional.cbt.tur). Prontinho, um dia depois lá estava a resposta na minha caixa de correio. Só que o Ernesto devia ser muito ocupado e encarregou a Naila (naila.rodriguez@opcional.cbt.tur.cu) para completar minha venda. E cadê Naila? Gente, eu só queria pagar e ela não mandava o bendito boleto bancário (pensei: vai dar merda!).

 

Dois dias antes da viagem ela me passa o documento, eu pago tipo 5 minutos depois e no fim do dia chega a passagem aérea no email (detalhe: a passagem era um bilhete escrito a mão). “Vai dar merda, pensei de novo”.

 

“Oi Naila, mas qual o horario do voo”?, pergunto. A resposta me deixou mais cabreira. “Não dá pra saber, você precisa ligar pra agência um dia antes e checar o horário”, ela me disse. “Vai dar merda! Eu não quero ser negativa, mas esse sentimento me contaminava…”

Nesse meio tempo, reservei o resort Pelicano. Existem poucas opções nas ilhas e apesar da diferença de preços, quase todos eles oferecem os mesmos serviços e comida (não é lá essas coisas não viu… construções antigas, instalações que precisam de uma reforma, comida razoável, mas é o que temos. Aceitemos people, Cuba não é Cancun ou Maldivas)

 

Chegando em Havana, um dia antes da viagem lá fui eu atrás do meu horário de voo. Preferi ir pessoalmente à agencia turística (instalada dentro do Hotel Inglaterra, no centro) pra conferir ao invés de ligar e correr o risco de entender algo errado. Quando você compra o boleto aéreo já esta incluso o transfer para o aeroporto (menos uma coisa pra pensar). A atendente, então, dispara: “O ônibus vai passar às 3h, o ponto de encontro será no Hostel São Miguel”

 

“Vai dar merda! 3h da manha? E se o ônibus não aparecer?” A sorte que o Hostel São Miguel ficava literalmente do ladinho de onde estava hospedada. Às 2h30, o moço do meu hostel me ajudou a descer a mala e me levou ao ponto de encontro. 3h10 apareceu um ônibus e eu quase chorei de emoção! Pronto, mais uma fase completa: vou pro aeroporto.

 

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O pequeno aeroporto de Cayo Largo (Foto: Renata Telles
Dentro do ônibus a guia informou que iríamos voar às 6h (Jesus, tinha tempo suficiente pra tirar uma soneca). Fiquei esperando, esperando e na hora do embarque avistei o aviãozinho que iria entrar… sim, bem inho mesmo (agora sim, vai dar merda! Parece que o avião é de papel). Mas, mais uma vez, eu estava errada. O voo foi um dos mais tranquilos que já tive e ainda fui recebida em Cayo Largo com grupo de salsa. Um ônibus nos esperava na chegada para nos levar até os resorts.

 

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O avião que peguei pra chegar e sair de Cayo Largo
Pronto! Deu certo! E tive os 3 dias mais maravilhosos da minha vida! Na volta pra Havana, segui as mesmas instruções: checar o horário de voo um dia antes na recepção do resort. Eu ainda dei sorte do meu avião sair só à tarde (aproveitei algumas horinhas a mais de praia). Se vale a pena? É uma bagunça organizada, mas você chega lá!!

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Passo a passo pra Cayo Largo

1 – Envie e-mail ou ligue para Cubatur (+53) 7 838 4597. É importante escrever tudo bemmm explicadinho….
2 – Eles vão te perguntar se você prefere depósito em conta ou cartão. Eu optei pelo cartão, é pag seguro.
3 – A Cubatur envia o boleto aéreo para o seu e-mail. Imprima e apresente no embarque do bus.
4 – Um dia antes da sua viagem, ligue pra agência e confira o horário do seu voo. Não dá pra escolher, pode ser que você voe de manhã ou no fim do dia. Se preferir, vá pessoalmente à agência (eu fui no Hotel Inglaterra (End: 416 Paseo de Martí, Havana)
5 – Eles são bem pontuais, esteja no ponto de encontro na hora combinada.
6 – Além de Cayo Largo, é possível fechar outros passeios por Cuba. Consulte o site. Pra quem não tem muito tempo, a empresa também faz Cayo Largo em 1 dia, bate e volta. Mas não recomendo… Você vai ver tudo correndo.

 

WTM: Quatro destinos exóticos pra conhecer (quebre o preconceito e boa viagem!)

Que tal conhecer novos destinos? Sair do óbvio? Essa semana participei do World Travel Market (WTM), principal evento mundial do setor de viagens e turismo da América Latina, que aconteceu na Expo Center Norte, em São Paulo.

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Estande da Etiópia na WTM (Divulgação WTM)

Em três dias de feira, a capital paulista recebeu 600 expositores que representaram 50 países! A minha ideia era buscar lugares que eu jamais pensei em visitar. França, Itália, Estados Unidos e México, por exemplo, são destinos bacanas? Sim, claro, mas existem tantas outras centenas de opções pra gente conhecer, se surpreender e… quebrar preconceito!

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Ebru: a arte turca também estava presente no evento (Foto: Divulgação WTM)

Depois de caminhar por horas, escolhi quatro destinos pra entrar na minha lista de desejos!

Taiwan – Confesso que quando falam nesse país já penso: “haaa é onde fabricam todos os cacarecos que compramos na 25 de março! hahahahha (olha o preconceitooooo!). Conversei com o pessoal da embaixada e descobri TANTA coisa legal pra fazer por lá! Visitar o Sun Moon Lake (maior lago do país), conhecer a Lalu Island, templos incríveis, museus, o Taroko National Park, e até rodar Taiwan de bike (deixo essa opção para os atletas)… rs

Iran – Tá, agora vocês estão achando que estou maluca né? Nada disso!! O país oferece turismo de aventura, safári, passeios pelo deserto, mesquitas e palácios fabulosos (como o Golestan Palace – nomeado pela UNESCO como Patrimônio Mundial), e…. é super seguro para as mulheres que curtem viajar sozinhas!

Palestina – o país berço da civilização traz lugares históricos, antigos mercados, aldeias, pratos típicos como o shawarma, falafel, entre outros… Não precisa ser apenas uma viagem religiosa (e no meu caso, iria achar boring), você consegue criar um roteiro que inclui aventura, cultura, gastronomia… (e de quebra juntar Israel na mesma trip). Fiquei bem interessada em conhecer esse outro lado.

Azerbaijão – O país, que foi parte da antiga União Soviética, é uma terra de contrastes. De um lado, na cosmopolita capital, Baku, há arranha-céus, carros milionários, lojas de grife e avenidas em estilo art nouveau que faz lembrar parte de Paris. De outro, fica a cidade velha (centro histórico), patrimônio da Unesco, com aldeias, muralhas de pedras e palácios. Tenho curiosidade de conhecer essa mistura….

E você, se tivesse que escolher entre esses quatro destinos, qual optaria? Tem algum destino exótico que sonha visitar? Conta aí!!