Réveillon zen: opções de virada no meio da natureza

Todo ano, quando o Réveillon se aproxima, eu digo: dessa vez será diferente! Vou fazer algo fora do comum e fugir do trânsito e confusão. E o que acontece? Lá estou eu no mesmo lugar, no meio de uma multidão, segurando uma taça de plástico e disputando um pedaço de água pra pular as 7 ondas…

2017 tá chegando ao fim e dessa vez, eu finalmente poderei realizar um sonho que tinha há tempos: passar a virada no meio da natureza! Antes de chegar à decisão final analisei três opções. E se você está na mesma vibe que eu, mas ainda não fechou com ninguém, ta aí a sua chance de entrar em 2018 com muita energia boa!

Acomode-se, pegue uma bebida e vamos lá!

Chapada dos Veadeiros – Goiás

Localizado no município de Alto Paraíso, Goiás, a Chapada é procurada por aqueles que desejam aproveitar o contato com a natureza ou experimentar seu lado esotérico. É lá que fica o Paraíso dos Pândavas! O yoga resort possui mais de 400 hectares de Cerrado preservado com cachoeiras e mirantes, a 250 km de Brasília. O lugar oferece retiros para pessoas de todas as idades e este ano tem programa especial de Réveillon.

O pacote vai de 26/12 até 01/01 e inclui meditação mântrica, passeios na natureza, banhos de cachoeira, palestras sobre o yoga e comida vegetariana.

♥ Para saber mais sobre a viagem é só clicar aqui!

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Foto: Booking

Fiquei com a pulga atrás da orelha, já estava quase fechando a trip, mas decidi seguir na pesquisa. Ao mesmo tempo que não queria multidão, também não desejava isolamento total (ok, sou louca!). Ainda assim, o resort está na minha listinha de desejos para 2018. Quero muito conhecer o lugar, nem que seja para passar um fim de semana! Tenho certeza que sairei de lá renovada!

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Foto: Tripadvisor

Península de Maraú – Bahia

Mais um lugar paradisíaco pronto para fazer você entrar em alfa. Fundada no início dos anos 2000, a ecovila Inkiri Piracanga fica perto de Itacaré, na Bahia, e também oferece cursos, vivências e terapias holísticas.

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Foto: Inkiri Piracanga 

♥ A comunidade tem pacote especial de Ano Novo que vai do dia 28/12 a 04/01. Conheça o roteiro aqui!

Depois de ler, reler, ler, reler, decidi, one more time, seguir adiante na minha pesquisa. Ainda queria um lugar onde eu pudesse relaxar, meditar e sim, tomar uma cervejinha 🙂

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Foto: Inkiri Piracanga 

Assim como o Paraíso dos Pândavas, a comunidade está nos meus planos para 2018. Ter a experiência de passar alguns dias na ecovila deve ser incrível! Fora o Réveillon é possível fazer diversos cursos como reiki, gastronomia vegana, surf yoga, etc.

Bonito – Mato Grosso do Sul

A 300 quilômetros de Campo Grande está localizado Bonito, o polo do ecoturismo no Brasil. Para vocês terem uma ideia, em 2013, ele levou o prêmio de melhor destino de turismo responsável do mundo, o World Responsible Tourism Awards.

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Gruta azul (Foto: Águas de Bonito)

O município conta com cerca de 40 atrativos que possibilitam aos visitantes várias opções de atividades como visitar grutas, tomar banho de cachoeiras, fazer trilhas, praticar arvorismo, boia cross, rapel, passear de quadriciclo, a cavalo ou de bike. A noite também é animada, há alguns bares com música no centro de Bonito.

♥ Lendo algumas matérias sobre o lugar, percebi que Bonito poderia ser uma boa opção. Dá pra relaxar e fazer trilhas de dia e curtir um pouco à noite. Vai estar cheio? Sim! Mas não como Copacabana ne… rs Então, decidi apostar.

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Cachoeira Boca da Onça (Foto: @espenp)

Cotei as três viagens e Bonito saiu a mais barata incluindo hostel, passeios e alimentação. Dando tudo certo, passo todas as infos depois!

Se vai ser o melhor Réveillon da vida? Isso eu não sei, posso até me decepcionar com o lugar, mas uma coisa é certa. Consegui sair da rotina óbvia de todos os anos… :

Não ganhei um centavo pelo post. Esse é apenas um texto onde compartilho os lugares que ficaram entre os MEUS favoritos. Existem outros? Milhares!  Quer indicar algum? Sugere nos comentários! 

Onde será a sua virada? 

 

 

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Praia Branca: um pequeno paraíso no Guarujá

Se você sempre teve preconceito com as praias do litoral sul por serem cheias e algumas, muito sujas e feias, atenção: é hora de rever seus conceitos! A quase duas horas de São Paulo, a Praia Branca, localizada na divisa entre Guarujá e Bertioga, é considerada um refúgio para quem procura paz, descanso e natureza!

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Paz e descanso na Praia Branca (Foto: Renata Telles)

Vem comigo!

O local tem apenas 1350 metros de extensão e conta com poucos quiosques, bem diferente das praias urbanas. No lado esquerdo as ondas são bem fortes, então se você não curte tomar caldo, corra para o lado direito (ali o mar é calminho, rola quase uma piscininha… <3).

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Dá para ir de barco para a Prainha Branca (Foto: Renata Telles)

Como chegar?

Vindo de Sampa, é possível pegar um ônibus saindo do Terminal Jabaquara ou Tietê com destino à Bertioga. Do Tietê a viagem é um pouco mais longa (2h30), então, prefira o Jabaquara (o percurso dura apenas 1h30). Preço: Em média, R$30 mangos cada perna.

Ao chegar na rodoviária de Bertioga (maneira de dizer, ok? Na verdade o motorista para num ponto de ônibus que possui apenas um guichê… rs), você logo dá de cara com as balsas. Pegue uma até o outro lado (a travessia é de graça!).

De carro: há duas alternativas, ir pelo Guarujá via Imigrantes e ao chegar lá pegue a Estrada de Pernambuco em direção a Bertioga. Deixe o carro no estacionamento perto da trilha. A outra opção é por Bertioga (via Imigrantes). Estacione na cidade e atravesse a pé de balsa.

E daí eu já tô na praia? Não, calma! O acesso até lá é por trilha! Você vai andar aproximadamente 30 min, depende do seu ritmo…  Tudo é bem sinalizado!

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Trilha para Prainha Branca. O início cansa por ser subida, mas depois melhora e você consegue curtir a paisagem… rs (Foto: Nativos do Mundo)

Não tenho preparo físico e agora? Não criemos pânico! Rebobine a fita… (tá, se você tem menos de 20 anos de idade, não vai entender essa expressão… dá um Google aí! :))

Também é possível chegar até a prainha de barco! Logo ao lado das balsas, você encontra diversas lanchas estacionadas. Cada trecho custa R$15 (e não demora nadinha.. Em 10 minutos você já está estacionando no paraíso!).

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No caminho pra praia, de barco (Foto: Renata Telles)
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Prainha Branca (Foto: Renata Telles)

Posso dormir na Praia Branca?

Sim! Ali existem campings e alguns quartos disponíveis, tudo muito simples, roots. Não vá achando que está no Caribe. Eu não dormi por lá, e mesmo sabendo que existiam alguns quiosques, preferi levar meu kit de sobrevivência com água, biscoitos, sanduba e frutas (coisas de capricorniana… rs). Entretanto, há PFs, pasteis, cerveja, açaí.. Um dos quiosques mais famosos de lá e o Bar do Laricas. A maioria dos estabelecimentos aceita cartões 🙂 , entretanto, a conexão não é tão boa.. Meu cel, por exemplo, não pega lá! Portanto, leve dinheiro!

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Fim de tarde na Prainha. À noite rolam festinhas na areia (Foto: Renata Telles)

Refúgio hippie

A Praia Branca me lembrou muitooo a vibe de Ilha Grande, mais especificamente, a Praia de Palmas. De manhã a galera curte a praia, à noite, rola um som na areia. Pode ser reggae, forró e… funk. Aí vai do seu gosto… Procure o pedaço que combine mais com você! Haaa e o céu é um escândalo, há tempos não via tantas estrelas…

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Prainha Branca (Foto: Renata Telles)

A única coisa que me chateou foi ver tanto lixo no local. As pessoas ainda são muito mal educadas, acabam de comer e jogam tudo na areia. Custa levar um saco plástico e recolher tudo? #ficaadica

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O mar é bravo do lado esquerdo, mas calmo no direito (Foto: Renata Telles)

Aproveite e visite:

Ao lado dali fica a Praia Preta, menor, calma e ainda mais deserta. Quando a maré está baixa, você consegue chegar andando pela areia, caso contrário, existe uma pequena trilha. Visite ainda a Praia de Camburizinho.  A caminhada é um pouco mais longa (1h), porém, compensa! Também dá para fechar passeios de barco até essas praias 🙂

Assista ao vídeoooo do passeio!

Dicas!

  • NÃO VÁ DURANTE O FERIADO! Além de pegar cerca de 6 horas de viagem na estrada, a praia fica entupida de gente….
  • Leve repelente para as trilhas
  • Não esqueça do boné, protetor e água (no meio das trilhas não há qualquer estrutura)

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