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10 dicas para economizar em viagens internacionais

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Viajar para o exterior não precisa custar uma fortuna. Com um pouco de planejamento e algumas escolhas certas, dá para conhecer destinos incríveis sem deixar o orçamento no vermelho. O segredo está em pesquisar antes, aproveitar o que a cidade oferece de graça e fugir das armadilhas clássicas que fazem o dinheiro sumir antes mesmo de a viagem terminar.

Se você já se pegou olhando para a fatura do cartão depois de uma viagem e pensando “como gastei tudo isso?”, saiba que não está sozinho. A boa notícia é que mudar alguns hábitos faz uma diferença enorme no bolso, e as dicas abaixo mostram exatamente por onde começar.

1 – Planeje tudo com antecedência

Quem planeja com calma tem muito mais chances de encontrar preços melhores em passagens, hospedagem e atrações. Isso vale para a viagem inteira: roteiro, traslados, ingressos e até o chip de celular. Deixar para a última hora quase sempre significa pagar mais caro em tudo, além de correr o risco de não encontrar disponibilidade nas datas ou opções que você queria.

Comece a pesquisa com pelo menos três a seis meses de antecedência. Use comparadores de passagens como o Google Flights o Kayak e o Skyscanner para monitorar preços ao longo do tempo e identificar quando o bilhete tende a ficar mais barato.

2 – Evite períodos de alta temporada

Viajar durante o verão europeu, o Natal ou o Réveillon é bonito na teoria, mas bem pesado no bolso na prática. Os preços de passagens e hospedagem sobem muito nessas épocas, os pontos turísticos ficam lotados e a experiência muitas vezes é menos agradável do que em períodos mais tranquilos. Agosto, por exemplo, eu risco totalmente da minha lista!

A chamada baixa temporada costuma oferecer passagens mais baratas, hotéis com promoções e atrações sem fila. Em muitos destinos, o clima na baixa temporada ainda é bastante agradável, e a cidade tem um charme diferente quando não está tomada por turistas. Março a junho e setembro a novembro costumam ser boas opções de meses.

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3 – Considere hospedagem em casas, quartos e apartamentos

Hotéis são práticos, mas raramente são a opção mais econômica. Plataformas como o Airbnb e o Booking oferecem quartos, apartamentos inteiros e até casas que podem sair bem mais em conta, principalmente para quem viaja em grupo ou por períodos mais longos.

Alugar um apartamento com cozinha também permite preparar algumas refeições, o que reduz bastante os gastos com alimentação. Além disso, ficar em bairros fora do centro turístico costuma ser mais barato e oferece uma visão mais autêntica da cidade.

4 -Procure destinos mais econômicos

Nem todo destino internacional pesa igual no bolso. Países do Leste Europeu, como Polônia, República Tcheca e Hungria, oferecem cultura, história e gastronomia de alto nível com um custo de vida bem menor do que Paris ou Londres. Na Ásia, destinos como Vietnã, Tailândia e Camboja são conhecidos por ser bastante acessíveis. Lembro de pagar apenas 50 centavos por uma cerveja no Camboja e reservar um quarto num resorte na Tailândia por R$50.

Pesquisar o custo médio de vida do destino antes de decidir para onde ir ajuda a ajustar as expectativas e escolher um lugar que caiba no orçamento sem abrir mão de uma boa experiência.

5 – Aproveite atrações turísticas gratuitas

Muitas cidades ao redor do mundo oferecem museus, parques, praias, feiras e pontos históricos completamente de graça. Em Londres, por exemplo, museus como o British Museum, o Museu de História Natural e a National Gallery têm entrada livre. Em Roma, é possível passar horas explorando o centro histórico sem gastar nada com ingressos. Outra opção são os passeios gratuitos realizados por guias locais. No site Free tour há diversas opções pelo mundo. O modelo funciona assim: o guia leva um grupo por pontos históricos e culturais da cidade, e ao final cada participante deixa uma gorjeta de acordo com o quanto gostou da experiência.

Pesquisar antes o que o destino oferece gratuitamente é uma forma simples de montar um roteiro rico sem comprometer o orçamento. Páginas oficiais de turismo das cidades geralmente têm listas atualizadas com as atrações sem cobrança de entrada.

6 – Use o transporte público

Táxi, Uber e traslados particulares são confortáveis, mas o custo acumula rápido ao longo de uma viagem. O transporte público de cidades como Tóquio, Nova York, Lisboa e Barcelona é eficiente, seguro e muito mais barato.

Vale pesquisar antes se o destino oferece cartões ou passes diários, semanais ou por zonas que tornam o transporte ainda mais econômico. Em muitas cidades, o bilhete diário para metrô e ônibus sai mais barato do que uma única corrida de táxi.

7 – Use um chip internacional de celular

Usar o chip nacional no exterior pode gerar uma conta absurda de roaming. A alternativa mais econômica é comprar um chip internacional antes de embarcar ou contratar um eSIM, que funciona de forma digital sem precisar trocar o chip físico do aparelho.

8 – Coma como um local

Uma das maiores fontes de gastos em viagens internacionais é a alimentação, principalmente quando o turista acaba caindo em restaurantes voltados para visitantes, que cobram mais caro e entregam menos. A alternativa mais econômica e, muitas vezes, mais gostosa é comer onde os moradores comem: pequenos restaurantes de bairro, mercados públicos e feiras locais costumam ter pratos bem mais baratos e autênticos do que os estabelecimentos no centro turístico.

Outra estratégia que faz diferença no bolso é passar pelo supermercado logo nos primeiros dias da viagem. Comprar frutas, iogurtes, pães, frios e bebidas para os lanchinhos do dia a dia reduz bastante o custo com alimentação ao longo da semana. Para quem está hospedado em apartamento ou quarto com cozinha, preparar o café da manhã e algumas refeições simples em casa é uma forma fácil de economizar sem abrir mão de aproveitar bem o destino.

9 – Economize nas compras e lembranças

Comprar de tudo nas lojas de souvenirs do centro turístico é um dos jeitos mais rápidos de estourar o orçamento de uma viagem. Roupas de grife, eletrônicos e itens importados raramente compensam quando se leva em conta o câmbio e os impostos. Uma forma de guardar a memória do destino sem gastar muito é apostar em lembranças pequenas e significativas, como imãs de geladeira, cartões postais, temperos locais ou um item artesanal comprado diretamente de um produtor na feira. O valor sentimental não tem nada a ver com o preço da peça.

Vale priorizar viver o momento. Uma foto bem tirada, um pôr do sol apreciado com calma ou uma conversa com um morador local valem mais do que qualquer lembrança comprada às pressas numa loja para turista. Viajar com consciência sobre o que realmente importa ajuda tanto o bolso quanto a experiência em si.

10 – Evite usar o cartão de crédito tradicional no exterior

Usar o cartão de crédito nacional fora do país parece prático, mas costuma sair caro. A maioria dos bancos tradicionais cobra o IOF de 3,5% sobre cada transação internacional, além de taxas de conversão que nem sempre ficam claras na fatura.

Uma alternativa que tem ganhado bastante popularidade entre viajantes é o banco digital Wise, que permite fazer pagamentos e saques no exterior com taxas bem mais baixas e câmbio próximo ao valor real do mercado. Quem não curte andar com dinheiro vivo pode usar o cartão Wise para sacar na moeda local nos caixas eletrônicos do destino (ATM), evitando as tarifas abusivas das casas de câmbio em aeroportos. Criar a conta antes de viajar e já deixar algum saldo carregado é uma forma simples de ter mais controle sobre os gastos lá fora. Ao baixar o Wise com este link, você faz uma transferência de até R$3 mil sem NENHUMA cobrança de taxas.

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