Proteção e praticidade na mala: Shiseido lança linha Waso, com ingredientes naturais

Sempre digo que na minha necessaire de viagem eu priorizo um creme para o rosto, outro para o corpo e um mini kit de cabelo. A dica de hoje é a linha Waso, da Shiseido, que acaba de ser lançada no Brasil.

São vários produtos que ajudam a solucionar a desidratação e oleosidade, além de removerem impurezas e excesso de óleo do rosto. Os ingredientes são naturais e possuem mel, cogumelo branco japonês, cenoura, folhas de nésperas e tofu. Cada um tem a sua especialidade, mas a marca faz questão de ressaltar que não há regras ou rituais: você pode usar como quiser!

As embalagens foram pensadas para serem levadas em viagens: elas são pequenas e possuem um ganchinho, dá pra pendurar onde quiser.

Um pouquinho de cada produto:

Gel hidratante de cogumelo branco japonês – tem ação antiflamatória. Visitou uma cidade com clima seco? Essa pode ser uma boa opção. Haaaaa e a fragrância do creme melhora o humor e aumenta o nível de concentração durante o dia.

Gel hidratante de cenoura – Peles secas a sensíveis, acalma os poros. Dá pra usar após a maquiagem and… nas pontas do cabelo. Isso mesmo, rosto e fios!!

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Gel hidratante de cenoura: dá pra usar no rosto e nas pontas do cabelo (Foto: Renata Telles)

Espuma de limpeza de mel – Remove impurezas e funciona como um demaquilante (Outro produtinho que eu não tiro da mala)!

Esfoliante de tofu – Estimula a renovação celular e o melhor: não precisa de enxague

Gel hidratante e creme facial de néspera – Controla oleosidade e ajuda a cicatrizar acne. O creme facial ainda possui protetor solar (produto obrigatório na bolsa de trip!)

A linha está disponível na Sephora!

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Esfoliante de tofu, demaquilante de mel e gel hidratante de cogumelo (Foto: Renata Telles)

 

Havana: um guia completo pra você se virar na capital cubana

Deixemos a política de lado. Cuba é encantadora, colorida e surpreendente. Estava planejando essa viagem há cinco anos, mas sempre trocava o destino de última hora. Erro meu! Me apaixonei pelo país assim que pisei em em Havana. Saí do aeroporto, fiz sinal para um táxi e entrei em um Cadillac ano 1946. O motorista já foi puxando conversa e me dando dicas da cidade. Enquanto a rádio local tocava reggaeton, ele me dizia o quanto gostava de morar em Cuba. “É seguro aqui!”, me garantia.

Decidi me hospedar em Havana Vieja (parte antiga da cidade). Queria realmente me sentir na Cuba dos anos 1950. Ao chegar no meu hostel, quase caí pra trás. O prédio era tão antigo que tive dúvidas se ele não poderia desabar a qualquer momento. Primeiro engano. As construções, apesar de velhas, eram verdadeiras fortalezas.

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A entrada do hostel… Mas não se assuste, dentro é tudo cuidadinho

Do lado de dentro, tudo novinho e bem cuidado. Abro a porta e sou recepcionada com um abraço pela dona do lugar. Parecia até que eu fazia parte da família dela, um amor e carinho sem igual. Em Cuba você é tratada assim, mesmo que seja uma estranha.

Ao caminhar pelas vielas de Havana, confesso, me senti desprotegida no início. Era como se eu estivesse andando pela Sé, em São Paulo. Pensava: “vou ser assaltada a qualquer momento”. Segundo engano! Como disse o taxista, a cidade não apresenta qualquer perigo! Ande sem medo, de dia ou à noite. Lógico, furtos podem existir se você deixar sua bolsa de lado, por exemplo. Mesmo assim, ao conversar com uma fotógrafa local, ela me contou que certa vez uma alemã havia esquecido sua bolsa numa praça. Duas horas depois, voltou ao local na esperança de encontrá-la. E encontrou! Estava no mesmo lugar, intacta!

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Pelas ruas de Havana

Os dias em Havana são longos, com um lindo por-do-sol às 19h. Saia com roupas frescas e calçado confortável, a temperatura beira 30 graus no mês de março. Prefira andar a pé ou de bike, os táxis são caros. Se precisar pegar um, opte pelo táxi compartilhado (espécie de uber pool). É fácil reconhecer na rua, são os automóveis mais velhinhos… rs

Abaixo, preparei um guia completo pra você curtir Havana!


A moeda

Troque a sua moeda ainda no aeroporto. Em Cuba, os valores são praticamente tabelados, então você não perde dinheiro. Importante: esqueça que o dólar existe (eles cobram uma taxa maior)! Leve euros!!

Existem hoje duas moedas correntes no país: o peso cubano, também chamado de moneda nacional, e o peso conversível, mais conhecido por sua sigla, CUC. Ele é a moeda mais forte, usada em setores específicos, entre eles, o turismo. O CUC tem paridade com o dólar americano (1 pra 1).

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A moeda dos turistas: CUCs cubanos

Já o CUP (peso cubano) é a moeda em que a maioria dos cubanos recebe o seu salário e paga suas contas. A cotação é mais ou menos de 25 CUP para 1 CUC. Nós turistas não podemos usar o CUP, mas se por um acaso algum vendedor quiser trocar com você, tudo bem. É fácil diferenciar as duas moedas, o CUC possui imagens de monumentos turísticos de Cuba enquanto o CUP carrega em suas notas heróis nacionais como José Martí, Camilo Cienfuegos e Che Guevara.


Transporte

O Aeroporto Internacional José Martí é o maior de Cuba e a porta de entrada pra quem chega em Havana. Fica localizado no sul da cidade a cerca de 18 km do centro de Havana.

Ao sair do local, você vai ver dezenas de táxis a sua espera. Prefira os carros mais velhinhos, as viagens saem mais baratas. Eu paguei 25CUC, geralmente os taxistas cobram de 30 a 35 CUCS. Os táxis mais caros são Turistaxi, Transgaviota e Taxi OK.

Quer economizar mais ainda? Pegue um táxi compartilhado, eles são chamados de Las Máquinas e param em pontos específicos (tipo um ônibus mesmo).

–> Você também pode dar um passeio em um carro conversível! Por toda a cidade existem centenas de antigos modelos coloridissimos! É possivel escolher pacotes de 1 ou 2 horas. Na verdade você combina tudo com o motorista. Ele geralmente passa pelos maiores pontos turísticos de Havana. Você vai no carona ou no banco de trás! É caro? Sim, cerca de 30, 40 cucs (40 dolares). Negocie!! Se não quiser gastar essa grana, vá na cara de pau e peça pra tirar somente uma foto.

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Onde se hospedar

Geralmente os turistas ficam entre dois bairros: Havana Vieja, o centro histórico, ou El Vedado, zona mais moderninha e cultural.

Em Havana Vieja eu me senti realmente na Cuba antiga (como escrevi acima) com casas coloridas e carrões antigos. É lá que fica a maior parte das atrações turísticas da cidade, como os  bares La Bodeguita del Medio e Floridita, o Museu da Revolução e o Museu Nacional de Belas Artes. A vantagem de ficar no centro histórico é que você pode fazer tudo a pé. Eu caminhava durante horas e descobria cada cantinho encantador. Sou bem suspeita pra falar, AMEI a parte antiga de Havana. Por sinal, esse bairro é tombado como patrimônio histórico pela Unesco.

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A única coisa que me incomodou em Havana Vieja foram os vendedores. Cada passo que você dá alguém vem te oferecendo algo: passeios, taxis, restaurantes e até massagens (existem muitos garotos de propaganda na cidade). Eu respirava fundo e seguia em frente!

El Vedado é totalmente oposto! É a cidade do “hoje”! Suas ruas são largas, não há muitos turistas por lá e o bairro é cheio de galerias de arte e centros culturais como a Fábrica de Arte Cubano onde acontecem exposições e shows. É bacana pra passear, mas achei longe de tudo. Em Vedado você gasta mais dinheiro de taxi, por isso, optei por Havana Vieja.

Olha, eu até podia te aconselhar a pegar ônibus, mas caraaaa.. sem noção! Eles são lotados o dia TODO. Pensa num bus pior do que os de São Paulo? Não vale o estresse… Como fiquei na parte antiga, quando precisava de um transporte, optava pelo táxi compartilhado.


Hotel, hostel ou casas particulares?

Hotel é a alternativa mais cara e impessoal, então já eliminei de primeira. Aconselho hostel e casas particulares. Mas um adendo: a maioria dos estabelecimentos não tem elevador, tem que subir de escada com a mala. Eu adoro hostel porque se você está sozinha, acaba fazendo amizades em 30 minutos. Acho bem divertido, pra vocês terem uma ideia, conheci uma brasileira e uma inglesa e viajamos juntas para Viñales.

Eu me hospedei no Cuba 58 Hostel, ele fica na Rua Cuba de número 58 (dãaa…. rs). As camas são ok, o café da manhã de tá direito a ovo, pão, café e suco e os banheiros são bem limpinhos. Só tive problema no primeiro dia porque o chuveiro demorou a ter água. Se não me engano, paguei 15 euros por 3 dias em quarto compartilhado. O que mais curti lá foi a recepção. As donas são umas fofas, te ajudam em tudo! Precisa de casa particular em Viñales? Elas arrumam! Taxi? Arrumam! Sugestões de lugares pra comer? Arrumam! E não é aquele tipo de dica falsa, elas não te mandam para um lugar turistão.

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Café da manhã no hostel

Depois que voltei de Viñales (conto em outro post), precisei reservar novamente uma diária no Hostel. Como não tinha vaga, elas me indicaram a casa particular Los Quarteles. Fica na rua do lado, fácil de achar. O lugar é maravilhosooooo se você tem 2 pessoas pra dividir o quarto. Me senti num filme! hahahahaa. Agora se está sozinha, vai pagar mais por um quarto lá… (30 cucs a diária)

Reserve aqui a sua hospedagem em Havana atráves do Booking.com. Você não paga nada a mais e ainda ajuda o blog! Lembrando que a maioria das reservas feitas através do Booking.com podem ser canceladas.


A Internet

Isso é algo bem novo em Cuba, esqueça aquela história de chegar no hostel ou em um café e pedir wifi. Pra navegar, cubanos e turistas precisam comprar um cartão, que vem com login e senha (1 hora = 1cuc). O segundo passo é procurar as praças da cidade que possuem o tal do wifi que vai conectar essa senha… (quando vc vê dezenas de pessoas paradas num lugar, pode ter certeza, ali tem o bendito sinal!). Louco ne! Sem contar que enfrentei 1 hora de fila pra comprar o tal cartão.

Mas olha, vai com paciência. Tenha em mente que você fará um detox porque a internet é lerda demais…. Foi bem difícil atualizar de lá, só conseguia usar o whats app e checar e-mails.


O que ver em Havana

Desde o fim da Revolução Cubana em 1959 e com o embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, o país ficou congelado no tempo.

Plaza de Armas – A praça foi a primeira da cidade, construída no século XVI. Nos fins de semana acontece uma feira de antiguidade.

Plaza de La Revolucion – O principal cartão postal de Havana e um dos símbolos da Revolução Cubana e do regime socialista. É lá que fica a emblemática imagem de Ernesto Che Guevara.  Também há um memorial dedicado a José Martí, criador do Partido Revolucionário Cubano. Como não tem nada pra fazer ali em volta e fica longe, preferi pegar aqueles ônibus turísticos, que passam pelos principais pontos da cidade.

Calle Obispo – nessa rua ficam as duas farmácias antigas de Havana, a Taquechel e a Johnson, da época em que as medicações eram manipuladas. Nas prateleiras há enormes potes de porcelana com medicamentos (eu, idiota, quando passei pela primeira vez, achei que fosse uma loja de decoração e queria comprar um desses vidros… hahahahaha). Na Calle Obispo fica ainda o Café Paris e o bar La Floridita, onde o escritor americano Hemingway tomava seus Daiquirís.

Plaza de la Catedral – Ela é tão linda…. é cheia de edifícios barrocos e claro, possui a Catedral de San Cristóbal de la Habana. Ao redor, ficam as típicas senhoras cubanas, com seus charutos e roupas típicas. Bem espertinhasss, as mulheres cobram 1 cuc pra tirar fotos com elas.

Museu de La Revolución – era o antigo palácio presidencial econta toda a história de Cuba. Não importa se você é comunista ou não, estamos falando de cultura e vale a visita. Não achei o acervo tão grande e organizado, mas é bacana! Só não vá esperando um Louvre… Atrás do museu fica o Memorial Granma. No “quintal” há tanques e aviões de guerra, além de um iate que levou Fidel Castro, Che Guevara e mais 80 combatentes do México para Cuba em 1956 a fim de dar início a fase decisiva da Revolução Cubana.

Capitólio Nacional – Ele foi construído em 1926, época em que a influência americana na ilha era muito grande (Cuba já foi o quintal dos Estados Unidos até acontecer a Revolução Cubana). Hoje o Capitólio é a sede da Biblioteca Nacional e Academia Cubana de Ciências, mas não está aberta a visitações. Ele está fechado há anos por conta de uma obra interminável

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Paseo del Prado – um simpático calçadão arborizado que fica no meio da Avenida Paseo de Martí, que começa no Capitólio e vai até o Malecón.

Malecón – É um calçadão a beira-mar que vai de Habana Vieja até foz do Rio Almendares. Os cubanos adoram se encontrar ali pra passear, pescar… Eu adorava tomar um mojito no fim da tarde por lá e assistir o sunset.

Forte de La Cabaña – Fica ali pertinho do Malecón, mas do outro lado da entrada da cidade. O forte, construído em 1774, protegia a Baía. Dá pra ficar horas andando por lá. Você ainda pode visitar o museu e ter uma vista privilegiada de Havana.


O que comer

Achei as refeições bem parecidas com os cardápios brasileiros. Arroz, feijão, carne, salada.. Mas eles ainda colocam banana na comida (minha mãe fazia isso comigo quando eu era pequena.. Ela deve ter sido cubana na encarnação passada). O prato mais famoso de lá chama-se Roupa Vieja. É um espécie de cozido feito de carne de porco e molho de tomate.

Recomendo comer nos paladares. Comida boa, caseira e barata (dependendo do lugar). Como virou modinha, alguns já tem preço de restaurante 5 estrelas… rs

Tem o La Guarida, que apareceu no filme Morango e Chocolate, mas de tão famoso, ficou caro e você precisa reservar, o Los Mercaderes (um pouquinho mais em conta) e o Los Nardos (melhor opção custo/benefício). Mas são milhares de opções por toda a cidade!

Eu confesso que o meu restaurante queridinho não é um Paladar. Fica ao lado do Cuba 58 Hostel e matou minha fome várias vezes… rs O Bar Máximo é sensacional! Comida de primeira e drinks deliciosos. Preço honesto! Eu não como carne vermelha e nem frango, então me fartei no camarão! hummmmm….

Existem dois lugares bem tradicionais e históricos em Havana, entretanto, não comi lá. Ouvi de muitas pessoas que a comida e bebida já não é tão gostosa como antes. Os bares são muito turísticos, você precisa brigar por um drink… hahahaha Por isso, desisti e só fiz algumas fotos. São eles: La Bodeguita (famoso por ter sido frequentado por Ernest Hemingway, Fidel Castro e Nat King Cole) e El Floridita (também conhecido porque er ali que Hemingway tomava seus daiquirís. Dizem, é o melhor daiquirí de Cuba….)

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Em frente ao famoso El Floridita

Curtiu? Tem mais alguma dúvida? Me escreva que te ajudo!

Mais sobre Cuba:

O que fazer em Cayo Largo

Como chegar em Cayo Largo

Cuba: o que fazer em Cayo Largo

Cayo Largo (ou Cayo Largo del Sul) é uma pequena ilha do Caribe e para chegar até lá, só de avião. São apenas 30 minutos no ar saindo de Havana (clique aqui para saber mais). A recepção no pequeno aeroporto Vilo Acuña é animada. Enquanto você espera sua mala na esteira, há a apresentação de um grupo de salsa. Confesso que estava morrendo de sono (era 7h da matina) e só queria entrar no transfer e dar de cara com aquele mar cristalino!

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Playa Sirena

Fiquei três dias na ilha e sinceramente não recomendo menos tempo. Prepare-se para fazer absolutamente NA-DA! O destino serve pra isso, relaxar, dar uma caminhada, se bronzear, comer, dormir, ler…. eu posso dizer que realmente consegui desacelerar nesse lugar! Minha terapia sem rivotril!

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Ler, comer, mergulhar, dormir… Relaxe em Cayo Largo

A praia em frente ao hotel

No primeiro dia aproveite pra dar uma reconhecida no local. Circule pelo resort (só há opções de resorts, sem casas de família), se delicie com uma piña colada (comidas e bebidas inclusas no pacote) e dê um mergulho na praia localizada em frente ao hotel. Há espreguiçadeiras e guarda-sol for free!

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Espreguiçadeiras em frente ao resort (Foto: Renata Telles)

Eu me hospedei no Pelicano. As diárias vão de 250 até 1000 e pouco reais dependendo do quarto escolhido. Eu fui no mais simples e curti (espaço grande, ar condicionado)!

Convenhamos: você vai passar o dia todo fora, na praia, pra que pagar caro num quarto? Hellooooo!

Os resorts são todos bem parecidos em relação à estrutura e atendimento. São antigos, precisando de reforma. A comida não é tão legal, é pesada e gordurosa, mas vai de gosto ne! (lembra muito a de cruzeiro…🤢). Reservei meu quarto pelo site Logitravel (bom porque parcela em 1000 vezes!)

Ilha das Iguanas

Na manhã seguinte, já relaxada, marque um passeio de catamarã (95 cucs – você compra direto no resort). Durante a programação é possível fazer snorkeling (no dia que fui o  mar estava mexendo muito..) e conhecer a Ilha das Iguanas!

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Ilha das Iguanas (Foto: Renata Telles)

Genteeee é a coisa mais linda do universo! Como o nome já diz, o lugar é lotado de iguanas! Tive até que tomar cuidado pra não o tropeçar em um bichinho rs. Lá não há quiosques, comida ou qualquer estrutura. Apenas os répteis e, sim, eles são donos de tudo! Por isso é necessário cuidado e respeito! Nada de tocá-los ou alimentá-los!

Lembre-se: nós somos os intrusos ali!

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O passeio dura o dia todo e inclui almoço. Como não curto lagosta, fiquei no ovo mesmo.. rs

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Meu almoço… Mas também tinha lagosta

Playa Sirena 

O terceiro e último dia pode ser uma ótima opção pra caminhar pelas praias Sirena e Paraiso. Foi o que eu fiz! 🙂 A Sirena tem cerca de dois quilômetros, possui muitas palmeiras e nenhum resort por perto. O mar turquesa é calmoo (quase uma piscina) e nas areias há restaurante, bar e lojinha de artesanato. Pra chegar até lá você tem duas opções: pagar 5 cucs no transfer do hotel ou 2 cucs em um taxi (obviamente, escolhi a segunda opção).

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A vontade é de ficar pra sempre no mar

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Playa Paraiso

De lá você pode pegar um novo taxi até a praia Paraiso (5 minutos de carro) ou ir andando… Eu preferi caminhar. O percurso dura uma horinha, mas você vai parando pra tirar fotos, dar um mergulho… recomendo a experiência.

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No caminho pra Playa Paraiso

Essa praia é naturalista, o que quer dizer que você pode dar de cara com nudistas. Eu ainda fico meio constrangida com isso, não consigo me acostumar e nem tirar a minha roupa… rs  O uso de trajes de banho ali é opcional, então eu não estava infringindo nenhuma lei…

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Olha esse mar! Não precisa nem de filtro ne

O mar é mais movimentado que a Sirena, por isso, tome cuidado! Haaaa e fique atento para ver estrelas do mar, tartarugas marinhas e diferentes espécies de peixes… Só pra você ter uma ideia, a Playa Paraiso foi considerada a quarta melhor do mundo pelo Tripadvisor no ano de 2016. Não é pouca coisa não ne?!

 

P.S: Recomendo levar uma mochila com água e lanche se for fazer a caminhada entre Sirena e Parayso!

Quando ir à ilha

A alta temporada vai de dezembro a março (ou seja, preços mais altos), por outro lado, é a melhor época pra visitar Cayo Largo. A temperatura beira 30 graus e à noite rola um ventinho frio. Se você for mais pro meio do ano (julho ou agosto), o calor estará duas vezes mais infernal.

Bom saber: o período de furacões vai de junho a outubro.

Mais sobre Cuba:

Como chegar em Cayo Largo

Um guia completo pra você curtir Havana

 

 

 

 

Beleza na estrada: o creme e sérum milagrosos pra você usar quando estiver viajando

Não é porque sou mochileira que não cuido da beleza, ne? E ao invés de gastar com 300 produtos, eu prefiro me concentrar em poucos e bons, ou seja, naqueles que realmente funcionam! Na semana passada fui conhecer as novidades da Dior em São Paulo. A grife  lançou a linha Capture Youth, com creme para o rosto e cinco séruns a fim de retardar os efeitos do envelhecimento. É um tratamento mix & match, onde misturamos os dois produtos.

Tá, mas e aí? O que isso tem a ver com viagem?

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Acontece que cada sérum funciona para uma necessidade específica e dois deles foram feitos especialmente para quem vive em um avião.

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O Glow Booster é recomendado para períodos de estresse, fadiga e jet lag, o sérum ilumina e energiza a pele. Já o Plump Filler combate o estresse ambiental, sol, tempo seco, frio… Ou seja, viajou durante 10, 15 horas? Pisou em uma cidade seca, caminhou o dia todo com a pele exposta a altas temperaturas? O rosto fica até meio craquelado ne… hahahaha Então, basta misturar 3 gotinhas do sérum ao creme e voilá! Tudo novo outra vez!

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A duplinha poderosa já está na minha nécessaire para o próximo destino. Haaa, mas só dá pra usar quando viaja? Não, você pode realizar esse tratamento todos os dias por 30 dias se a sua pele estiver em estado crítico 🙂

Confira o que faz cada um:

Glow Booster – Com 100 vezes mais concentrado de vitamina C do que uma laranja, o sérum ajuda a clarear e a iluminar a pele, dando brilho natural.

Plump Filler – As moléculas de ácido hialurônico ajudam a reidratar a superfície da pele. A textura é refrescante e nutritiva.

Lift Sculptor – Sérum rico em polifenóis que ajudam a combater a falta de tônus e a elasticidade da pele.

Redness Soother – O tratamento ideal para peles sensíveis. O sérum apresenta uma mistura de peptídeos de algodão com a finalidade de acalmar e tirar a vermelhidão da pele.

Matte Maximizer– Tratamento matificante que controla o excesso de brilho e refina a textura da pele, uniformizando e encobrindo manchas. A combinação de ácido lático, argila rosa e gluconato de zinco ajuda a absorver o excesso de gordura em todas as situações.

Os produtos estão a venda em todas as lojas da Sephora ♥

 

Como escolher a mala ideal pra viajar

Se tem uma pessoa nessa vida que já testou malas, esse ser sou eu! Grande, pequena, rígida, flexível, vagabunda, cara, de rodinhas… E depois de anos finalmente achei o meu kit perfeito: mochila + mala de mão + mala média.

Abomino tudo que é grande e pesado demais! Atrapalha a sua trip, te prende e ainda te faz pagar excesso de bagagem. Por isso, aqui vão as minhas dicas!

Escolha uma mala que seja boa de transportar. Quando viajo para destinos de aventura prefiro levar uma mochila de 40 litros. Cabe o essencial e você carrega nas costas. Então se tiver que atravessar estradas de terra, pegar ônibus, fazer trekking, subir morros, obviamente, a mochila é uma mão na roda.

Mas quando não estou escalando o Monte Everest (brinks hahahaha), a maior parte do tempo uso uma mala de mão ou uma mala média. Só viajo com as duas juntas se o destino for Nova York. E aí, eu não preciso nem explicar o motivo ne… #compras

Já tive muitos problemas de pegar minha mala na esteira e ela vir rasgada ou rachada.. Naquele momento vem um ódio mortal e o pensamento: por quê não paguei um pouco mais e comprei algo melhor?

Pesquisa vai, pesquisa vem, achei um modelo que me surpreendeu. É a Monte Carlo, fabricada e vendida pela Bagaggio. Além de serem LINDAS e estilosas (tem nas cores rosé, dourada e grafite), as malas são rígidas (e leves!), possuem quatro rodas em giro 360 graus e na parte interna há ainda compartimento com tampa, forro em nylon, bolso com zíper (tem até um lugar específico pra colocar as roupas sujas e molhadas!) e cintas elásticas com travas (pra roupa não ficar sacudindo lá dentro…)

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Sente o material: de primeira! Ela também possui um plástico protetor (Foto: Renata Telles)

Como disse antes, eu escolhi a mala pequena e a média. A menor eu costumo levar comigo no avião, já a média, claro, preciso despachar. A primeira vez que viajei com ela fiquei tensa… “Vamos lá Renata, mais uma mala pra testar…”

Mas 10 horas depois, quando fui pegá-la, a bichinha estava intacta!! Claro, um pouco suja (o que é normal já que nego praticamente joga voleibol com nossas malas nos aeroportos). Haaaa, e também percebi um detalhe: elas são envolvidas com um plástico, o que protege de arranhões!

Sériooo, sem propaganda enganosa, as malas viraram meu xodo!

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Além de resistente, a mala da Bagaggio também é super estilosa (Foto: Renata Telles)

Anote:

– Prefira malas leves e resistentes;
– Quanto mais compartimentos, melhor;
– Rodinhas em 360 graus (vai por mim, na volta de uma viagem, a mala tá explodindo, seu corpo agradece);
– Aposte naquelas que possuem o cadeado TSA embutido (o modelo Monte Carlo tem!);
– Dê preferências para malas feitas de ABS e policarbonatos (é o caso das minhas). Esses materiais tem resistência ao impacto, calor, química.

Missão Cuba: como chegar em Cayo Largo

Tudo que eu queria era ficar estirada na areia bebendo mojito e olhando pro mar cristalino do Caribe. Mas até chegar a essa cena de filme… senta que lá vem historia!

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Ir para Cayo Largo não é uma tarefa tão fácil! Para chegar até o paraíso, é preciso paciência. Alias, é necessário encarnar praticamente o Dalai Lama. Você só pode chegar até a ilha pela Cubatur (empresa do governo).

 

Primeiro é preciso enviar um e-mail à agência e checar vagas e preços (eu queria deixar tudo organizado do Brasil para não chegar em Cuba e ter problemas, mas vc tb pode fechar a viagem direto em um dos hoteis cadastrados na cidade, sempre com 48h de antecedência).
A meditação já começa por aí! Você envia uma, duas, três mensagens pro endereço geral e eles simplesmente NÃO respondem!  Mas como sou brasileira e não desisto nunca, fui lá fuçar o Facebook deles e descobri o email de um funcionário (anota aí que você vai precisar! ernesto.perez@opcional.cbt.tur). Prontinho, um dia depois lá estava a resposta na minha caixa de correio. Só que o Ernesto devia ser muito ocupado e encarregou a Naila (naila.rodriguez@opcional.cbt.tur.cu) para completar minha venda. E cadê Naila? Gente, eu só queria pagar e ela não mandava o bendito boleto bancário (pensei: vai dar merda!).

 

Dois dias antes da viagem ela me passa o documento, eu pago tipo 5 minutos depois e no fim do dia chega a passagem aérea no email (detalhe: a passagem era um bilhete escrito a mão). “Vai dar merda, pensei de novo”.

 

“Oi Naila, mas qual o horario do voo”?, pergunto. A resposta me deixou mais cabreira. “Não dá pra saber, você precisa ligar pra agência um dia antes e checar o horário”, ela me disse. “Vai dar merda! Eu não quero ser negativa, mas esse sentimento me contaminava…”

Nesse meio tempo, reservei o resort Pelicano. Existem poucas opções nas ilhas e apesar da diferença de preços, quase todos eles oferecem os mesmos serviços e comida (não é lá essas coisas não viu… construções antigas, instalações que precisam de uma reforma, comida razoável, mas é o que temos. Aceitemos people, Cuba não é Cancun ou Maldivas)

 

Chegando em Havana, um dia antes da viagem lá fui eu atrás do meu horário de voo. Preferi ir pessoalmente à agencia turística (instalada dentro do Hotel Inglaterra, no centro) pra conferir ao invés de ligar e correr o risco de entender algo errado. Quando você compra o boleto aéreo já esta incluso o transfer para o aeroporto (menos uma coisa pra pensar). A atendente, então, dispara: “O ônibus vai passar às 3h, o ponto de encontro será no Hostel São Miguel”

 

“Vai dar merda! 3h da manha? E se o ônibus não aparecer?” A sorte que o Hostel São Miguel ficava literalmente do ladinho de onde estava hospedada. Às 2h30, o moço do meu hostel me ajudou a descer a mala e me levou ao ponto de encontro. 3h10 apareceu um ônibus e eu quase chorei de emoção! Pronto, mais uma fase completa: vou pro aeroporto.

 

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O pequeno aeroporto de Cayo Largo (Foto: Renata Telles
Dentro do ônibus a guia informou que iríamos voar às 6h (Jesus, tinha tempo suficiente pra tirar uma soneca). Fiquei esperando, esperando e na hora do embarque avistei o aviãozinho que iria entrar… sim, bem inho mesmo (agora sim, vai dar merda! Parece que o avião é de papel). Mas, mais uma vez, eu estava errada. O voo foi um dos mais tranquilos que já tive e ainda fui recebida em Cayo Largo com grupo de salsa. Um ônibus nos esperava na chegada para nos levar até os resorts.

 

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O avião que peguei pra chegar e sair de Cayo Largo
Pronto! Deu certo! E tive os 3 dias mais maravilhosos da minha vida! Na volta pra Havana, segui as mesmas instruções: checar o horário de voo um dia antes na recepção do resort. Eu ainda dei sorte do meu avião sair só à tarde (aproveitei algumas horinhas a mais de praia). Se vale a pena? É uma bagunça organizada, mas você chega lá!!

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Passo a passo pra Cayo Largo

1 – Envie e-mail ou ligue para Cubatur (+53) 7 838 4597. É importante escrever tudo bemmm explicadinho….
2 – Eles vão te perguntar se você prefere depósito em conta ou cartão. Eu optei pelo cartão, é pag seguro.
3 – A Cubatur envia o boleto aéreo para o seu e-mail. Imprima e apresente no embarque do bus.
4 – Um dia antes da sua viagem, ligue pra agência e confira o horário do seu voo. Não dá pra escolher, pode ser que você voe de manhã ou no fim do dia. Se preferir, vá pessoalmente à agência (eu fui no Hotel Inglaterra (End: 416 Paseo de Martí, Havana)
5 – Eles são bem pontuais, esteja no ponto de encontro na hora combinada.
6 – Além de Cayo Largo, é possível fechar outros passeios por Cuba. Consulte o site. Pra quem não tem muito tempo, a empresa também faz Cayo Largo em 1 dia, bate e volta. Mas não recomendo… Você vai ver tudo correndo.

 

WTM: Quatro destinos exóticos pra conhecer (quebre o preconceito e boa viagem!)

Que tal conhecer novos destinos? Sair do óbvio? Essa semana participei do World Travel Market (WTM), principal evento mundial do setor de viagens e turismo da América Latina, que aconteceu na Expo Center Norte, em São Paulo.

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Estande da Etiópia na WTM (Divulgação WTM)

Em três dias de feira, a capital paulista recebeu 600 expositores que representaram 50 países! A minha ideia era buscar lugares que eu jamais pensei em visitar. França, Itália, Estados Unidos e México, por exemplo, são destinos bacanas? Sim, claro, mas existem tantas outras centenas de opções pra gente conhecer, se surpreender e… quebrar preconceito!

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Ebru: a arte turca também estava presente no evento (Foto: Divulgação WTM)

Depois de caminhar por horas, escolhi quatro destinos pra entrar na minha lista de desejos!

Taiwan – Confesso que quando falam nesse país já penso: “haaa é onde fabricam todos os cacarecos que compramos na 25 de março! hahahahha (olha o preconceitooooo!). Conversei com o pessoal da embaixada e descobri TANTA coisa legal pra fazer por lá! Visitar o Sun Moon Lake (maior lago do país), conhecer a Lalu Island, templos incríveis, museus, o Taroko National Park, e até rodar Taiwan de bike (deixo essa opção para os atletas)… rs

Iran – Tá, agora vocês estão achando que estou maluca né? Nada disso!! O país oferece turismo de aventura, safári, passeios pelo deserto, mesquitas e palácios fabulosos (como o Golestan Palace – nomeado pela UNESCO como Patrimônio Mundial), e…. é super seguro para as mulheres que curtem viajar sozinhas!

Palestina – o país berço da civilização traz lugares históricos, antigos mercados, aldeias, pratos típicos como o shawarma, falafel, entre outros… Não precisa ser apenas uma viagem religiosa (e no meu caso, iria achar boring), você consegue criar um roteiro que inclui aventura, cultura, gastronomia… (e de quebra juntar Israel na mesma trip). Fiquei bem interessada em conhecer esse outro lado.

Azerbaijão – O país, que foi parte da antiga União Soviética, é uma terra de contrastes. De um lado, na cosmopolita capital, Baku, há arranha-céus, carros milionários, lojas de grife e avenidas em estilo art nouveau que faz lembrar parte de Paris. De outro, fica a cidade velha (centro histórico), patrimônio da Unesco, com aldeias, muralhas de pedras e palácios. Tenho curiosidade de conhecer essa mistura….

E você, se tivesse que escolher entre esses quatro destinos, qual optaria? Tem algum destino exótico que sonha visitar? Conta aí!!

 

Amazônia: como foi passar uma semana navegando pela maior floresta do mundo

A Amazônia já estava na minha lista de trips há pelo menos 10 anos. Mas toda vez que ia orçar, eu achava os preços tão absurdos que desistia e passava as férias fora do Brasil (e pagando menos!)

Entretanto, com a desvalorização do real, a subida do dólar e a crise econômica, voltei a pensar novamente no destino. Os preços haviam caídos e as promoções pipocavam no meu e-mail. Ao mesmo tempo que a tentação batia a porta, uma amiga convidou: “quer passar uma semana navegando na Amazônia? Meu amigo está fazendo excursões de no máximo 12 pessoas”. Pronto, nem respirei… Partiu Amazônia 🙂

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Amazônia vista de cima (Foto: Renata Telles)

E é difícil explicar em apenas um post toda experiência que vivi por lá. Dormi em um barco no meio da selva, sem qualquer sinal, só ouvindo o barulho dos animais e testemunhando o por-do-sol. Chorei, ri, superei medos, experimentei comidas locais (até formigas assadas) e conheci pessoas maravilhosas! 

Por isso, aqui vai a 1 lição: VÁ PARA AMAZÔNIA PELO MENOS UMA VEZ NA VIDA

Geralmente os turistas tem como base Manaus. Se hospedam na cidade e diariamente fazem passeios de 4, 5 horas até o Parque Nacional do Jaú, trilho de índios, mergulho com botos… Eu fiz o contrário, dormi apenas uma noite na capital e me hospedei em um barco, que navegou 7 dias passando pelas principais atrações.

Então, bora que lá vem história!!

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O ponto de partida da minha viagem (Foto: Renata Telles)

O barco

Apesar de simples, era bem confortável. Dividi uma cabine que tinha beliche, lugar para guardar a mochila e um simpático banheirinho. Toda a água da bica e chuveiro vinha do Rio Negro.

Tínhamos cozinheiros que preparavam refeições deliciosas todos os dias, sempre com ingredientes locais, mostrando um pouquinho da gastronomia amazônica.

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As refeições do barco: gastronomia local com diversos tipos de peixes

Curiosidade: Quando se está no barco, mesmo na área externa, você não sente tantos mosquitos! Supertranquilo dormir até em uma rede no terraço! Eles só apareceram mesmo quando fizemos trilhas em mato fechado.

E já que estamos na Amazônia, por que não dar um mergulho no Rio Negro?! Nosso barco fazia algumas paradas e em uma delas, me joguei – literalmente. Claro, com a autorização da equipe responsável. Fui na cara e na coragem, mas a correnteza estava tão forte que não pude ficar muito tempo.

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Banho no Rio Negro

–> E o que tem nessa água? Piranha, pirarucu, botos… rs Só não entre se estiver machucado porque o sangue atrai as danadinhas! Fora isso, nenhum perigo!

O Encontro das Águas

Quem aí se lembra da aula de geografia no primário? No primeiro dia de navegação, dei de cara com o “Encontro das Águas”. O Rio Solimões (de águas claras e barrentas) se encontra com o Rio Negro (águas limpas e escuras), formando o maior rio do planeta, o Amazonas.

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Encontro das Águas (Foto: Renata Telles)

Por uma extensão de mais de 6 km, as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturar. Isso acontece por conta da diferença entre a temperatura e densidade das águas e, ainda, à velocidade de suas correntezas: o Rio Negro corre cerca de 2 km/h a uma temperatura de 22°C, enquanto que o Rio Solimões corre de 4 a 6 km/h a uma temperatura de 28°C.

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Olha o nosso barco no meio da Amazônia (Foto: Edson Vandeira)

Parque Nacional do Jaú

Depois de assistir o fenômeno, navegamos rio a dentro em direção ao Parque Nacional do Jaú. Por lá, a dica é percorrer os cursos d’água em uma voadeira. Essa é a melhor forma de conhecer e apreciar as belezas da região. Ao longo dos rios Jaú, Carabinani e Unini, o visitante pode observar bandos de araras e papagaios passando pela floresta de igapós (não pode fazer NENHUM barulho senão você assusta os bichos. Ficamos calados durante umas 2h e eu loucaa pra falar! rs). 😂

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Passeio de voadeira

Há ainda extensas praias de areia clara que formam-se no rio Negro – entre novembro e janeiro -, nas proximidades da foz do rio Jaú. Não consegui ver tantas praias porque fui em uma época chuvosa, mas achamos um pedacinho de areia para fazer um luau (conto mais pra frente!) 

O que fiz no parque: acompanhei o trabalho de biólogos que cuidam do bem-estar dos animais na Amazônia, entre os projetos, está o Programa de Conservação de Quelônios do Baixo Rio Negro. Essa tartaruguinha (ou quelônio) na foto é da espécie Irapuca. Ela dividia o berçário com outros três tipos: tartaruga da Amazônia, tracajá e Iaçá. Na base do parque @parquenacionaldojau, elas recebem cuidados e depois são soltas (com a ajuda da comunidade).

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Tartaruga Irapuca (Foto: Renata Telles)

Essa é base (entrada) do parque na Amazônia. Ela ainda possui casinhas simples (alojamento). Se você quiser dormir por lá, basta marcar com antecedência. Segundo os voluntários não há qualquer ajuda do governo para manter o lugar e fiquei um pouco triste ao presenciar a falta de estrutura do local. Todos estão ali por amor à floresta e aos animais.

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Parque Nacional do Jaú

Nosso barco dormiu nas margens do Rio, ali pertinho… Se você tiver um guia, pode fazer rafting, trilhas, conhecer cachoeiras, etc. O ingresso para o parque custa R$5 e recomendo ficar pelo menos 2 dias.

É legal saber

O parque abriga também relíquias da história da ocupação humana na região. Foram identificados alguns sítios arqueológicos e diversas inscrições em pedras (petroglífos). A região do Parque foi o primeiro pólo de colonização na Amazônia por indígenas, marcado por batalhas pela posse do território.

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Base do Parque Nacional do Jaú (Foto: Renata Telles)

A missão do parque é preservar o ecossistema amazônico de água preta a partir da sensibilização pela educação ambiental, da interação com as comunidades locais, do turismo sustentável e da busca pelo conhecimento com incentivo à pesquisa, cumprindo seu objetivo enquanto megarreserva e sítio do patrimônio mundial natural para as gerações atuais e futuras. O Parna do Jaú é o maior parque nacional brasileiro e a maior área florestal tropical contínua do mundo.

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Filhote de anta resgatado

Focagem noturna

Já passava das 20h quando decidimos sair para fazer focagem de jacaré. O guia leva uma lanterna e ilumina as margens do Rio até encontrar o bichinho. Pensei duas vezes se toparia subir em um barquinho e navegar no escuro, mas já que estamos no meio da floresta, vamos nos aventurar, certo?! 😉

Entramos em uma voadora e seguimos em meio ao breu e o “barulho” do silêncio… Sentia que a qualquer momento algum deles iria pular em cima da gente tipo filme de terror. Mas não é assim! (Thanks God)

Não vimos jacarés adultos, mas achamos filhotinhos. Chegamos perto para observar e entender como se alimentam, como engolem a comida (eles tem a língua presa na boca e mordem a presa de lado). No fim, vimos ainda pássaros noturnos. Era quase como um episódio do Globo Repórter, mas ao vivo 😂😂).

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Que medo… Jacaré Açu (Foto: Marcelo Valsechi)

Valeu super a experiência e recomendo o passeio! A foto top acima é do Marcelo Valsechi (ele é o responsável por essa viagem inesquecível e organiza várias eco trips. Não achamos esse simpático bichinho durante a focagem. A imagem foi do dia seguinte, mas também é rara! Esse é o jacaré açu, o maior da espécie. Ele pode chegar a 6 metros e meia tonelada de peso.

A árvore sagrada

Essa é a Samaúma, considerada sagrada para os antigos povos. Na Amazônia ela é conhecida como “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na mãe de todas as outras e acreditam que ela tenha poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta.

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Árvore Samaúma

Para chegar até ela fizemos uma rápida trilha. O lugar é realmente mágico, agradeci, abracei e saí de lá com outra energia. A Samaúma pode atingir até 90 metros de altura, sendo uma das maiores árvores da flora mundial.

Os botos

Chegamos à parte mais fofa da viagem. A princípio fiquei muito ressabiada quando ouvi “você vai nadar com botos”. Lembrei dos golfinhos que são explorados pelo mundo todo e passam o dia inteiro dentro de um tanque tirando fotos… 🙁

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Meu amiguinhooo (Foto: Renata Telles)

Mas os botos não!  Eles estão em seu habitat natural e tudo o que você precisa fazer é observar de uma plataforma. Se eles forem com a sua cara, se aproximam… rs. Os botos não estão presos e são alimentados diariamente (aliás, a gente nem pode dar comida porque senão eles ficam obesos. Existem horários e quantidades específicas).

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O legal é que você não nada com eles, fica em uma superfície observando, somente com os pés na água… Assim respeitamos o espaço dos botos!

Nem preciso falar que fiquei emocionada, feliz, extasiada quando um se aproximou de mim. Queria poder abraçar! (mas devemos respeitar o espaço dos animais)

A lenda

Você conhece a lenda do boto rosa? Nas noites de lua cheia ele se transforma num jovem belo e elegante. Vestido de branco e como chapéu a fim de esconder as narinas, ele – galanteador – escolhe a moça mais bonita da festa e a leva para o fundo do rio onde a engravida e depois a abandona 😂

Na manhã seguinte ele se transforma em boto novamente. A lenda é muito usada para justificar uma gravidez fora do casamento. A gente costuma dizer “a criança é filho do boto” (se o bebê é filho de pai desconhecido).

Haaaaa e na cultura popular amazônica acredita-se que a pessoa que comer a carne de boto ficará louca e enfeitiçada

Visita a tribo indígena

Depois de navegar por 5 dias, já voltando em direção à Manaus, chegamos a tribo Dessana Tukana. Ir à Amazônia e não ver índio é como visitar o Rio e não conhecer o Cristo.

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Tribo Dessana Tukana (Foto: Renata Telles)

A tribo não era tão roots quando pensava. Segundo o chefe da tribo, alguns tem até e-mail. Uma amiga perguntou como fazia para comprar os chás da tribo e a índia disse: “Me envie mensagem. Mando para o Brasil todo”

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Apresentação na tribo Dessana Tukana (Foto: Renata Telles)

Mas valeu conhecer um pouco da cultura e acompanhar a rotina deles. A tribo apresentou várias danças, foi super solícita e nos mostrou o artesanato que produzem.

Se você quer ver índios selvagens em lugares inexplorados, cuidado. Nem todos querem receber brancos e a tribo Dessana Tukana é a mais civilizada. 

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Tribo Dessana Tukana (Foto: Renata Telles)

Na aldeia o chefe da tribo explicou o que eles comem no dia-a-dia. Basicamente são diferentes tipos de peixe e… formigas! “É a nossa pipoca quando assistimos filmes”, me disse ele.

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Nosso almoço… (Foto: Renata Telles)

Depois de relutar um pouquinho, decidi experimentar…. rs Como eles não colocam tempero, achei o gosto estranho, de queimado mesmo… Vontade de encher de páprica e molho barbecue.

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Formigas assadas. Tem coragem de comer?  (Foto: Renata Telles)

Fomos bem recebidos pela Dessana Tukana, mas durante a navegação avistamos uma aldeia (sorry, nao vou lembrar o nome) que abomina brancos. Por ali, índias que tem relação fora da tribo passam a ser “escravas” e trabalham muito mais. ☹️ Esses índios, quando vão à cidade (Novo Airão) possuem até uma parte do restaurante reservado pra eles.

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Índia na tribo (Foto: Renata Telles)

O luau

Lembra que lá em cima falei que faixas de areias viravam pequenas praias? Pois bem… A viagem já estava demais e ficou ainda melhor quando encontramos uma delas no meio da Amazônia. Passamos o fim da tarde em uma “praia” deserta e à noite fizemos um luau com direito a um verdadeiro banquete montado pela tripulação ❤. E toda hora me pegava extasiada, repetindo: “Cara! Eu tô fazendo um luau no meio da Amazônia!!!” 😍🌳Queria poder postar essas imagens, mas ficaram bem escuras e não dão a noção exata da grandiosidade do evento.

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Nosso luau na “praia”da Amazônia (Foto: Renata Telles)
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Nosso luau na “praia”da Amazônia (Foto: Renata Telles)

Massss eu peguei emprestado a foto mara do nosso fotógrafo oficial da viagem Edson Vandeira para vocês terem ideia de como estava o céu naquela noite… <3

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Noite de luau e o céu estava assim… (Foto: Edson Vandeira)

Manaus

Chegamos a fase final da viagem. Depois de navegar por 5 dias, desembarquei em Manaus para descobrir o que a cidade tinha a oferecer… E claro, a primeira parada foi visitar o Teatro Amazonas. Entrar naquele palácio é voltar no tempo e imaginar os grandes espetáculos e festas do século 19. Inaugurado em 1896, o lugar é o símbolo máximo de Manaus e a expressão mais significativa da riqueza da cidade durante o ciclo da borracha (como eles tinham grana!!)

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Teatro Amazonas (Foto: Renata Telles)
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Teatro Amazonas (Foto: Renata Telles)

O teatro era frequentado pela elite da belle époque, como foi chamado o período em que Manaus viveu a época áurea da borracha, no final do século XIX. Foram 17 anos de obras até a inauguração no dia 31 de dezembro de 1896.  Arquitetos, construtores, pintores e escultores vieram da Europa para a realização da obra.

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Teatro Amazonas (Foto: Renata Telles)

A decoração interna ficou por conta de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, a área mais luxuosa do prédio, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis. A cúpula do teatro é composta de 36 mil peças de escamas em cerâmica esmaltada e telhas vitrificadas, vindas da Alsácia.

👉O local conta ao todo com 700 lugares e já teve em seu palco apresentações de grandes nomes da arte no mundo. Vale a pena acompanhar a programação e assistir algum espetáculo!

Delícia de culinária

Eu só tive um dia em Manaus, mas não queria sair dali sem provar o famoso X-caboclinho. O sanduba é lanche popular na região. O recheio é feito com tucumã (fruto da Floresta Amazônica), queijo coalho, ovo e banana. A aparência pode não ser linda, mas é divinooo meu povo! O Tucumã não é azedo, é bem leve… Recomendo esse restaurante: Tacaria Amazônia – fica no centro, pertinho do Teatro.

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Sanduba tradicional X-caboclinho (Foto: Renata Telles)

Balada em Manaus?

A noite de Manaus reserva muitas surpresas… ✌🏻Quer dançar rock? Tem! Quer dançar carimbó? 💃🏽Tem também! No meu caso só queria uma cerveja e um bom papo e nada melhor do que parar no boteco mais badalado da cidade, o Bar do Armando 🙋
Tudo muito simples, mas animado. Grupo de samba raiz (me senti por um segundo em plena Lapa, no Rio), bolinhos de pirarucu, cerva gelada e as figuras mais engraçadas de Manaus.

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Bolinhos de pirarucu do Bar do Armando (Foto: Renata Telles)

Não se assuste se algum manauara puxar papo. Em 10 minutos ele já terá contado toda a sua vida e a história de Manaus (todos muito simpáticos e solícitos). Fiquei sabendo que na época do ciclo da borracha os endinherados mandavam lavar até as suas roupas na Europa. Aliás, você só conhece realmente uma cidade quando senta pra papear com locais… #ficaadica

Hospedagem

Eu, como sempre inventando moda, queria algo diferente. Antes de viagem pesquisei vários lugares e encontrei o Abaré Floating, um hostel flutuante (como iria passar apenas 1 noite na cidade, queria que fosse especial).

O lugar realmente é incrível! Você dorme em uma casa no meio do rio e durante o dia pode alugar jet ski, prancha, boia… Lá também tem restaurante e à noite diferentes festas.  Na foto, meu café da manhã delicioso no hostel: tapioca com queijo coalho e ovo mexido com suco de cajá!

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O hostel que fiquei hospedada, Abaré Floating, e seu café da manhã (Foto: Renata Telles)

🤦‍♀️O único problema é que o hostel fica do outro ladoooo do mundo 😂😂. Tinha visto no mapa, mas não imaginava que fosse tão longe. Fica pro lado de Ponta Negra e do centro até o hostel prepare-se para gastar em torno de R$80 de taxi (e nem todo taxista conhece o lugar – para chegar lá você passa por uma estradinha de terra no meio do nada…)

Vale a pena? Se não se importar com a distância, sim. O bom é que ele fica perto do aeroporto. Caso contrário, a região do centro tem grande variedade de hostel e hotel (recomendo o Hostel Manaus e o Quality Hotel pelo preço em conta).

Só saí com um arrependimento de lá: não ter conhecer Presidente Figueiredo! As cachoeiras são incríveis!! O Mochilão a Dois passou por lá e conta como foi a experiência!

Tem mais dúvidas? É só me escrever que te ajudo com todo o roteiro!

Rio de Janeiro: fuja do roteiro óbvio

Tá, a gente sabe que o Cristo Redentor encanta, que o Museu do Amanhã é espetacular e que o pôr do sol do Arpoador é de arrepiar… Mas se você está no Rio de Janeiro, que tal fugir daquele roteiro óbvio e conhecer um outro lado da Cidade Maravilhosa?

1️⃣Experimente a feijoada de frutos do mar do Bar do David. Fica na comunidade do Chapeu Mangueira, no Leme. Sem perigo nenhum! O lugar já ganhou vários prêmios de gastronomia.

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Bolinho de milho com queijo, recheado de carne seca. O petisco foi campeão do Comida Di Buteco do Rio de Janeiro, e Vice Campeão Nacional 2017 (Foto: @bar_dodavid)
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A famosa feijoada de frutos do mar (Foto: @bar_dodavid)

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End:  Ladeira Ari Barroso, 66 – Leme – Chapéu Mangueira – (21) 25424713/ 964831046 Terça a domingo de 8h às 22h. bardodavidrio@gmail.com

2️⃣Faça stand up paddle nas Ilhas Tijuquinhas. O pessoal costuma sair do Posto 2, na Barra da Tijuca (até o paraíso são 40 minutos). Se não tiver força no braço pegue um pranchão, que comporta 10 passageiros. Preços a partir de R$100. Eu indico o Espaço Pura Vida.  

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Passeio pelas Ilhas Tijuquinhas (Foto: @espacopuravida)
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Passeio pelas Ilhas Tijuquinhas (Foto: @espacopuravida)


3️⃣ Visite a Ilha de Paquetá! Para chegar até lá, basta pegar uma barca saindo da Praça XV (centro da cidade). São aproximadamente 15 km de travessia marítima, com visual da Baía de Guanabara: Ilha Fiscal, Ponte Rio/Niterói, Ilha do Sol, Jurubaíbas… 

A ilhota é Área de Preservação do Ambiente Cultural (APAC). Prepare-se para voltar no tempo… casinhas antigas, paisagens bucólicas, comida caseira… Imagine um Rio dos anos 1950, sem violência e sem carros! Lá só é permitida a entrada de bikes. Dê a volta na ilha de bike, charrete elétrica ou a pé! Vale ainda pernoitar!   

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Mala de verão: o que levar?

Me preocupo em não levar muita coisa na mala quando viajo, mas no verão, alguns produtos são essenciais. Fiz uma listinha do que não abro mão! E você? O que costuma colocar na sua mochila de férias?

11. Protetor solar La Roche-Posay – Anthelios Airlicium Pele Clara – R$89,90 (50g) – não preciso nem dizer o motivo, certo? rs

2. Chinelo Lez a Lez – R$79 – básico girls, mesmo que seja lugar de trilha, levar uma sandália ajudar a descansar os pés.

3. Água termal Vichy – R$64,90 (150 ml) – parece fútil né? Mas não é.. Ela hidrata e acalma a pele ressacada, alivia a sensação de ardência, combate a vermelhidão, entre outros benefícios.

4. Boia de copo Riachuelo – R$12,90 – Ok, esse sim não é tão necessário… rs Mas quem resiste a essa fofura pra colocar o seu suco ou cervejinha?

5. Necessaire Casaquetem – R$115 – Não importa a marca e nem o preço, separe seus itens em várias necessaire. Uma para maquiagem, outra para produtos de banho, uma terceira para bijuterias e assim vai.. Fica mais fácil de localizar depois…

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6. Garrafa térmica Bagaggio – R$119,90 – hidratar-se onde estiver é super importante… Leve sempre na bolsa e vá abastecendo. A bebida fica geladinha.

7. Óleo de coco vegetal Amend – R$38 – Eu nunca deixo de levar algo para hidratar os fios, escolha o produto que mais combina com o seu cabelo. Esse óleo, assim como leave in, eu uso bastante durante e pós praia.

8. Chapéu Renner 59,90. Essencial né people? Chapeu, boné, viseira… Assim como o protetor solar, não deve sair da bolsa.

9. Betacaroteno Sundown (90 cápsulas) – R$56,30. Não é item primordial, mas eu gosto de tomar elas no verão porque ajudam a manter o bronzeado. Claro, também existem alimentos que encontramos o betacaroteno em abundância: cenoura, abóbora, damasco, couve, goiaba, espinafre, mamão… Procuro conciliar os dois…

10. Toalha de praia Havaianas – R$99,90 – Tem tantas toalhas e cangas bacanas por aí né? Difícil é escolher uma só… rs Geralmente levo duas para alternar no dia a dia caso não dê tempo de secar.

E você, o que não pode falta na sua mala de verão?